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Úlcera da perna

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
38 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
192 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Introdução
  2. Úlcera Varicosa
    1. Tratamento
    2. Cuidados permanentes
  3. Úlcera Pós-Trombótica
    1. Tratamento
  4. Úlcera ?Hipertensiva? ou Gangrena Cutânea
    1. Tratamento
    2. Cuidados permanentes
  5. Úlcera Isquêmica
    1. Tratamento
  6. Úlcera na Anemia Falciforme e na Anemia de Cooley
    1. Tratamento
  7. Úlcera Ectimatosa
  8. Úlcera Tropical
    1. Tratamento
  9. Úlcera Leishmaniótica
  10. Úlcera Luética
    1. Tratamento
  11. Úlcera Esporotricótica
  12. Úlcera Blastomicótica
  13. Úlcera Neoplásica
    1. Tratamento
  14. Úlcera Inespecífica
    1. Tratamento
  15. Conclusões
  16. Referências

Introdução Existem várias causas etiopatogenéticas para as ulcerações da perna. É de suma importância determinar-se a causa para orientação terapêutica, exigindo exame meticuloso das características da úlcera e condições dos tecidos circunvizinhos. A ulceração deve ser observada quanto à localização, forma, borda, fundo, secreção, consistência, profundidade e condições dos tecidos vizinhos. Através destes cuidados, pode-se estabelecer se a úlcera está condicionada a processo vascular, infeccioso, parasitário ou a outros fatores coadjuvantes, isolados ou associados. Úlcera Varicosa Localiza-se preferentemente na face interna do terço inferior da perna (maléolo e proximidades), em pacientes com varizes. O edema e outras alterações da pele levam à ulceração espontânea ou conseqüente a trauma. A ulceração aumenta de tamanho facilmente, apresentando-se com bordas nítidas a pique ou em declive, forma variada, dependendo da extensão, fundo vermelho ou violáceo, liso ou pouco irregular, exsudante (serosidade, sanguinolenta ou seropurulenta).

[...] Pode haver dor precedendo o aparecimento da úlcera. Úlcera na Anemia Falciforme e na Anemia de Cooley O diagnóstico suspeitado é confirmado pela prova de falcização e eletroforese da hemoglobina. Tratamento: da moléstia primária; repouso; banhos com permanganato de potássio a 10.000 ou compressas úmidas com sulfato de zinco a 1.000 ; pomadas de antibióticos de uso local ou com Pasta Granúgena. Úlcera Ectimatosa Ulceração arredondada ou ovalar, recoberta por crosta purulenta ou seropurulenta, com halo eritematoso e certo grau de edema. [...]


[...] Úlcera ?Hipertensiva? ou Gangrena Cutânea Tratamento: Condições gerais, hipertensão, diabetes etc; assepsia da ulceração mantendo-a untada com pomadas emolientes ou cremes, ou pomada com colagenase e cloranfenicol (Iruxol) a fim de facilitar a eliminação do tecido necrótico (se houver infecção, usar as mesmas indicações da úlcera varicosa); como há delimitação da lesão e a eliminação é lenta, pode-se fazer a remoção cirúrgica do tecido doente e cobertura com pele, com cicatrização espontânea ou enxerto dermoepidérmico; Úlcera ?Hipertensiva? ou Gangrena Cutânea a dor, que é um problema especial, deve ser aliviada com analgésicos e sedativos. [...]

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