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A clínica e o tratamento da esterilidade feminina

Informações sobre o autor

Medico
Nível
Especializado
Estudo seguido
Universidad...

Informações do trabalho

MIHAI SORIN D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
29 páginas
Nível
Especializado
Consultado
20 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Considerentes
  2. Epidemiologia
  3. Fisiopatologia
  4. Esterilidade feminina
    1. Anamnse
    2. Exame clínico
    3. Exane ginecológico
    4. Investigações paraclinicas
    5. O teste postcoital huhner e a glere cervical
    6. Interpretação
  5. Histerosalpingografia
    1. Metodologia da exploração do casal presumido esteril:

CONSIDERENTES
Fala-se de um casal que e estéril se, depois dois anos de vida conjugal, sem usar métodos contraceptivos, não surgiu nenhuma gravidez.
Não existe, porem, um consenso sobre as noções de esterilidade.
A esterilidade se chama:
a) Primar se a mulher nunca não engravidou
b) Secundar se ela engravidou, perdeu a gravidez e não consegue engravidar desde então
A escola latina de medicina define a infertilidade como sendo um termo proprio para as mulheres que conseguem engravidar mais não conseguem chegar ate o fim das gravidez.
A escola anglo-saxona, entretanto, define como esterilidade primaria e secundaria a falha em engravidare esterilidade uma infertilidade que já virou definitiva
Tem que relembrar que, avançando em idade, a mulher fica menos fértil, enquanto aumenta as chances de ter uma criança malformada.

EPIDEMIOLOGIA GERAL
Quase um casal de 10 e estéril. Somente em 35-40% dos casos a mulher e ?a culpada?.
Sendo assim, o diagnostico de esterilidade tem que avaliar tanto a mulher quanto o homem. O ideal e avaliar tanto o homem quanto a mulher, concomitente.

FISIOPATOLOGIA
O ciclo começa no primeiro dia de menstruação. Neste momento temos um tal nível de FSH (foliculoestimulante) cuja principal função e de induzir/iniciar a maturação folicular.
De outro lado, o LH (hormônio luteinizante), também presente, mais não muito alto, vai induzir a secreção de estrogênios ? PRINCIPALMENTE ESTRADIOL, que vai causar as mudanças da gléra cervical e o espessamento do endométrio. Existe um mecanismo de autoregulação negativa mantido de LH-RH que diminui concomitente com o aumento do estradiolo.
A maturação folicular e proporcional com a secreção do estradiolo, so que vem um momento em qual, em vez de inibir a secreção do LH-RH, o nível de estradiol inicia a secreção de LH-Rh, e isto vai causar uma secreção de LH (o pico de LH ? pico luteinico). E neste momento que vai acontecer a ?ponta ovular? a cavidade do ovulo virando corpo amarelo ? grande secretor de estrogênios e progesterona. O nível grande de hormônios estrogênios e progesterona determina um retrocontrole negativo sobre os estimulantes (gonadotrofinas), cujos níveis diminuem rapidamente.

[...] Mas importante para nosso sujeito e a insuficiência lútea secreção de progesterona na segunda fase do ciclo menstrual) Tumores ovarianas as vezes são responsáveis para a esterilidade sejam eles tumores feminizantes ou masculinizantes Endometriose ovariana caisa frequentemente da anovulação e esterilidade Hipotireoidia e amenorreia Insuficiência renal Síndrome do Cushing Algumas hiperandrogenia de origem suprarenal, expressão tardia do síndrome do Wilkins (hiperplasia congênita adrenal), que comporta a suprarenal também CAUSAS HIPOFISARIAS DA ESTERILIDADE FEMININA Na maioria das vezes são tumores hipofisarios, que devem ser bem estudadas, porque o achado de um tumor hipofisario ou causa hipofisaria de amenorreia contraindica absolutamente os indutores de ovulação. [...]


[...] Hiperestimulação não desejada: durante o tratamento deve-se realizar uma avaliação ultra-sonográfica do desenvolvimento folicular e determinar os níveis de estrógenos antes do tratamento e a intervalos regulares durante o mesmo, pois além do desenvolvimento de um alto número de folículos, os níveis de estradiol podem aumentar muito rapidamente, mais que o dobro ao dia durante 2 ou 3 dias seguidos possivelmente, alcançar valores excessivamente altos. O diagnóstico da hiperestimulação ovariana pode ser confirmado por ultra-som. Se ocorrer a hiperestimulação indesejada (não como parte de hiperestimulação ovariana controlada em programas de reprodução assistida), deve-se suspender imediatamente a administração de PUREGON. [...]


[...] O TRATAMENTO DA ESTERILIDADE TUBARIA Tem que prestar muita atenção no diagnostico e eliminar out5ras causas de esterilidade antes de conclusionar que a cauisa e tubária. Não submete uma mulher ás investigações inúteis e incompletas. A. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO: Repouso no leito para descongestionar o pelve Vacinas e estimulantes da imunidade leves Antibióticos Substancias antiinflamatórias Tratamento balear Se for implicação do TBC, as lesões tem que ser tratadas especificamente durante pelo menos 18 meses. Uma grande utilidade tem a perfusão útero-tubaria, realizada com o aparelho Schultze para histerosalpingografia. [...]

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