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Abdômen agudo

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
71 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
205 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Introdução
  2. Conceito
  3. Tipos de dor abdominal
    1. Dor visceral verdadeira
    2. Dor somática (parietal)
  4. Drogas e doença abdominal aguda
  5. Abdômen agudo durante a gestação
  6. Abordagem clínica e diagnóstico
  7. Análise da dor abdominal
  8. Características e duração da dor
  9. Intensidade da dor
  10. Vômitos associados
  11. Outros dados diagnósticos
  12. Exame físico do paciente
  13. Exame do abdômen
  14. Sinal de Blumberg
  15. Sinal de Rovsing
  16. Sinal de Murphy
  17. Sinal de Jobert
  18. Exame retovaginal
  19. Exame radiológico do abdômen agudo
  20. Ultra-som no abdômen agudo
  21. Tomografia computadorizada (TC) no abdômen agudo
  22. Laparoscopia de urgência
  23. Exames laboratoriais

Conceito Existem várias maneiras de se definir abdômen agudo. Na maioria das doenças abdominais agudas, a dor é a principal queixa ? e o sintoma mais importante. Conclui-se que o quadro é constituído, basicamente, por dor abdominal, que por sua intensidade requer solução urgente. Não existe abdômen agudo sem dor. Pode-se acreditar que a maioria das dores abdominais que acometem um paciente que estava bem anteriormente e que dura mais de seis horas é causada por condições de importância cirúrgica, na maioria das vezes. A dor abdominal apresenta algumas características de sinal de alarme e mecanismo de defesa ou proteção contra certas doenças ou lesões. Para a compreensão dos mecanismos que, por múltiplas causas, provocam quadros dolorosos abdominais, faz-se necessário recordar rapidamente aspectos anatômicos e fisiológicos das vias nervosas do abdômen. Os estímulos ou impulsos dolorosos provenientes da pele, das mucosas, do peritônio parietal e mesentério são levados, através de fibras aferentes cerebroespinhais (calibrosas, mielinizadas, com maior velocidade de condução), para os gânglios da raiz posterior da medula, onde as células de todos os nervos sensitivos estão localizadas (primeiro neurônio).

[...] Não existe abdômen agudo sem dor. Conceito Pode-se acreditar que a maioria das dores abdominais que acometem um paciente que estava bem anteriormente e que dura mais de seis horas é causada por condições de importância cirúrgica, na maioria das vezes. A dor abdominal apresenta algumas características de sinal de alarme e mecanismo de defesa ou proteção contra certas doenças ou lesões. Conceito Para a compreensão dos mecanismos que, por múltiplas causas, provocam quadros dolorosos abdominais, faz-se necessário recordar rapidamente aspectos anatômicos e fisiológicos das vias nervosas do abdômen. [...]


[...] Na pancreatite, por exemplo, eles fletem o abdômen sobre joelhos e quadris, pois esta posição relaxa o músculo psoas, que se encontra irritado pela liberação de enzimas pancreáticas no retroperitônio. O paciente com peritonite difusa prefere ficar imóvel, resistindo a qualquer movimento, pela forte irritação do peritônio parietal. Exame Físico do Paciente Um exame físico cuidadoso do paciente com abdômen agudo é essencial para se chegar a um diagnóstico correto. Geralmente, o paciente com abdômen agudo tem um aspecto doentio, às vezes apresentando-se apreensivo e irritável, ansioso pelo alívio da causa de sua dor. A expressão do paciente pode orientar certas patologias e a gravidade de cada caso. [...]


[...] O espasmo unilateral do músculo reto é indicativo de processo inflamatório agudo sob este músculo, pois o paciente é incapaz de contrair voluntariamente um reto em grau maior do que o outro. Contratura muscular (involuntária) intensa é sugestiva de peritonite difusa. A rigidez está ausente nas lesões inflamatórias da pelve, o mesmo ocorrendo na obstrução intestinal não-complicada. Exame do Abdômen A ausculta abdominal deve ser feita nos quatro quadrantes do abdômen, por um período mínimo de três minutos, para que se tenha certeza dos ruídos peristálticos normais ou alterados. [...]

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