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Adenomas hipofisários não-secretores

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
34 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
33 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Manifestações e diagnóstico
  3. Conduta e tratamento
    1. Descompressão imediata das vias ópticas e recuperação visual
    2. Ressecção total e cura, sobretudo em casos sem grande extensão extra-selar;
    3. Reversão do hipopituitarismo
    4. Redução da massa e do campo da radioterapia, minimizando os efeitos da radiação em tecidos adjacentes e;
    5. Eventual repetição do procedimento para melhorar o resultado
  4. Radioterapia e quimioterapia

Introdução Os adenomas não-secretores correspondem a mais de 1/3 dos adenomas hipofisários em casuísticas cirúrgicas, ocorrendo em ambos os sexos e com maior prevalência após a quinta década de vida. São assim denominados porque não apresentam quadro clínico de hipersecreção hormonal, apesar de que frequentemente apresentam hiperprolactinemia discreta (causada por compressão da haste hipofisária). Nesses casos, podem ser inadvertidamente confundidos com os prolactinomas (pseudoprolactinomas) e receber terapêutica inadequada. Além disso, podem apresentar elevação dos níveis circulantes do FSH, das subunidades dos hormônios gonadotróficos, mais comumente a e b-LH, e muito raramente do LH. A maioria dos adenomas ?não-secretores? secreta uma pequena quantidade de subunidades ou de gonadotrofinas intactas, insuficiente para elevar os níveis plasmáticos acima do normal. Mais raramente, alguns adenomas não-secretores produzem hormônio de crescimento ou mesmo corticotrofina, sendo  respectivamente classificados como somatotrofomas e corticotrofomas silenciosos.

[...] Conduta e Tratamento Com diagnóstico a tempo e tratamento adequado, a mortalidade por apoplexia hipofisária é baixa e a recuperação visual ocorre na maioria dos casos. O hipopituitarismo é uma sequela frequente da apoplexia hipofisária. Conduta e Tratamento Na maioria dos pacientes, o tratamento dos adenomas não-secretores requer o emprego de várias modalidades terapêuticas em sequência e um acompanhamento clínico por toda a vida. Para tanto, é importante o concurso de vários especialistas, incluindo o endocrinologista, o neurocirurgião e o radioterapeuta. [...]


[...] Em outras palavras, a radioterapia deve ser utilizada como solução terapêutica para tumores cujas chances de resolução cirúrgica tenham sido completa e competentemente exploradas e não como complemento para ressecções mal executadas. Radioterapia e Quimioterapia A dose de radioterapia convencional para o tratamento dos adenomas hipofisários, secretores ou não-secretores, não deve ultrapassar 4.500 a 5.000 rads, fracionados em 25 a 30 aplicações diárias de 150 a 200 rads, através de 3 ou mais portas de entrada para reduzir a rradiação do tecido normal. Os efeitos sintomáticos agudos da radioterapia são facilmente contornáveis com uso de antieméticos e glicocorticóides durante alguns dias. [...]

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