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Afecções dos gânglios linfáticos

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
29 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
78 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Tuberculose Ganglionar
  3. Blastomicose, Forma Ganglionar
  4. Conclusões
  5. Bibliografia

Introdução O tecido linfóide, representado pelos gânglios linfáticos, baço e tecido linfóide difuso, largamente distribuído por todo o organismo e localizado principalmente na submucosa do trato respiratório e digestivo, pode ser sede de moléstias de natureza a mais diversa, tais como: adenite inespecífica, adenite das viroses, adenite satélite de um foco infeccioso, tuberculose, blastomicose, sífilis, lepra, linfomas, metástases blastomatosas, moléstias de armazenamento, etc. Desta forma, esta apresentação engloba um número muito grande de moléstias, das quais destacaremos as mais freqüentes em nosso meio e que, em geral, colocam os clínicos em dificuldade, não só para o diagnóstico, como para a terapêutica. De fato, o exame clínico, às vezes, mesmo com o auxílio do laboratório (hemograma, hemossedimentação, etc.) dá elementos sugestivos, porém nunca afirmativos para um diagnóstico. Em última análise, somente a citologia do material obtido por punção e o exame histopatológico da biópsia permitem diagnóstico e, portanto, terapêutica adequada. Se o exame citológico do material obtido por uma ou mais punções não esclarecer o caso, procede-se à extirpação de um gânglio, ou, quando viável, do grupo de gânglios, fazendo-se em seguida o exame anatomopatológico.

[...] Blastomicose, Forma Ganglionar O tempo de tratamento é controlado pela hemossedimentação e pela melhora dos glânglios. Interrompida, entretanto, a medicação, no fim de algum tempo (meses) de novo volta a moléstia, pois, nos gânglios maiores, onde há necrose gomosa portanto, ausência de vascularização, a zona necrosada não é atingida pela medicação, permanecendo ali numerosos blastomicetos, que serão os responsáveis pelas recidivas. Blastomicose, Forma Ganglionar Além das sulfas, é indicada também a vacina que, em certos casos, dá bons resultados. Quando os gânglios são acessíveis, a punção com agulha relativamente grossa (30 x 12) permite não só a retirada do material necrosado e às vezes purulento, como ainda a injeção intraganglionar de pequena quantidade de sulfadiazina ou sulfatiazol em solução aquosa de 1 a na quantidade variável de 0,5 a 1,5 ml. [...]


[...] Introdução Finalmente, todo gânglio que cresce em indivíduo acima dos 40 anos de idade, com uma freqüência muito grande é sede de processo maligno até prova em contrário, assim deve ser considerado. Tuberculose Ganglionar A tuberculose ganglionar é afecção freqüente em nosso meio. Atinge mais comumente os gânglios cervicais e supraclaviculares não raro, os mediastinais. Na grande maioria dos casos não há comprometimento pulmonar ou de outro órgão. Tuberculose Ganglionar Tratamento: Se são grandes os gânglios e há zonas mais ou menos extensas de necrose, torna-se imprescindível a extirpação cirúrgica ou, quando isto não for possível, a drenagem da substância caseosa. [...]

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