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Amiloidose

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
38 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Etiopatogenia
  3. Classificação das formas de amiloidosa
  4. Quadro clínico
  5. Exames subsidiários
  6. Tratamento

Introdução É uma síndrome caracterizada pela deposição extracelular de um complexo protéico altamente insolúvel que pode afetar múltiplos órgãos e comprometer a função vital dos mesmos. O termo amilóide foi introduzido por Virchow em 1854, quando ele se referiu às propriedades de coloração de depósitos teciduais de substância semelhante ao amido, quando utilizou como corante a mistura de iodo-ácido sulfúrico. Em 1859, Friedreich e Kékulé demonstraram a natureza protéica da substância amilóide. O maior avanço na definição histológica da doença amilóide foi a introdução do corante vermelho do Congo em 1922, por Bennhold. Quando combinada com microscopia de polarização, a coloração pelo vermelho do Congo torna-se o teste mais útil para a detecção histológica de depósito amilóide.

[...] Atualmente pode-se classificar o tipo de amiloidose pela utilização de imunofluorescência e anticorpos anti-SAA em material obtido por biópsia. Tratamento Sendo a amiloidose quase que invariavelmente fatal, pelo comprometimento renal e cardíaco, o objetivo básico da terapêutica tem como finalidades: impedir que o depósito amilóide progrida, além de promover ou acelerar a reabsorção. Assim, os casos onde existem discrasias de células B devem ser tratados com os esquemas convencionais de quimioterapia: melfalan e prednisona ou outros. Os elementos circulantes podem ser minimizados pela plasmaferese e substâncias que interferem com degradação dos precursores do material amilóide ou que estimulem a sua reabsorção. [...]


[...] Muitas vezes amiloidose é a primeira manifestação da doença apresentada por um paciente com gamopatia monoclonal. Na maioria dos casos que foram previamente classificados como amiloidose AL ?primária?, é possível agora demonstrar a produção monoclonal de cadeia leve de imunoglobulina pela utilização de técnicas extremamente sensíveis como a da imunofixação do soro e do concentrado de urina e pela imunofluorescência das células plasmáticas da medula óssea. Deposição de amilóide AL ocorre mais freqüentemente na língua, coração, rim, articulações, nervos periféricos, linfonodos, baço, ligamento do carpo e pele quando comparado com os locais de deposição da proteína amilóide AA. [...]

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