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Analgesia em pediatria

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Bruno C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
46 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
111 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Avaliação da dor
  3. Flexão dos dedos
  4. Anestésicos locais
    1. Lidocaína
    2. EMLA (Eutetic Mixture of Local Anesthetics)
  5. Analgésicos não-opióides
  6. Efeitos adversos
  7. Observações
  8. Analgésicos opióides

A Associação Internacional do Estudo da Dor definiu a dor como "uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tissular presente ou potencial". A interpretação do estímulo doloroso é individual e sofre influência dos padrões culturais, do grau de medo e ansiedade e das experiências dolorosas prévias. A partir desta percepção da dor pelo SNC, são obtidas as respostas motoras, autonômicas e comportamentais frente ao estímulo doloroso, levando a catabolismo protéico, aumento da freqüência respiratória e cardíaca, aumento das pressões arterial e intracraniana e diminuição da oxigenação. 2. Avaliação da dor Dentro da prática pediátrica, às vezes é difícil avaliar o grau de dor ou desconforto que a criança está sentindo e esta dificuldade é inversamente proporcional à idade do paciente. Várias escalas foram propostas (tabelas 1 e 2), porém geralmente elas levam em conta a avaliação subjetiva do examinador frente à criança submetida a um estímulo doloroso, o que pode falsear o resultado. Tabela 1 - Escala de Necker-Enfant Malades (utilizada em recém-nascidos e lactentes de até seis meses) Parâmetro 0 1 2 Minutos de sono em 1 hora acordado 5-10 minutos > 10 minutos Expressão facial de dor constante intermitente calmo Choro doloroso moderado ausente Atividade motora agitação constante agitação moderada normal Excitabilidade espontânea tremor/clônus/ moro espontânea reatividade aumentada aos estímulos quieto

[...] Ação sinérgica com o uso de opióides (normalmente codeína) Ibuprofeno Dose 5-10mg/kg, com intervalos de 6-8 horas Dose máxima 400-800mg Via Oral Pico/Duração 1-2/6-8 Efeitos adversos Neutropenia, anemia, agranulocitose e inibição da agregação plaquetária Observações Indicado para tratamento de artrite reumatóide juvenil Naproxeno Dose 5-7mg/kg, com intervalos de 8-12 horas Dose máxima 500mg Via Oral Pico/Duração 2-3/8-12 Efeitos adversos Uso cauteloso em pacientes com doenças gastrintestinais, cardíacas, renais e hepáticas Observações Administração com alimento ou leite pode reduzir o desconforto gastroinstestinal Diclofenaco Dose 2-3mg/kg, com intervalos de 6-8 horas Dose máxima 50-100mg Via Oral / intramuscular Pico/Duração 1-2/6-8 Efeitos adversos Nefrite intersticial, distúrbios hematológicos e gastrointestinais Observações Tratamento de dor moderada Ketorolac Dose 0,5-1mg/kg, com intervalos de 6-8 horas Dose máxima 15-30mg Via Intramuscular / Intravenoso Pico/Duração 1-2/4-6 Efeitos adversos Inibição da agregação plaquetária, dispepsia, sangramento gastrointestinal Observações Uso em crianças abaixo de 16 anos ainda não foi aprovado. Medicação ainda não disponível no Brasil 5. Analgésicos opióides Os derivados do ópio são usados em analgesia há séculos. Seus efeitos neurológicos incluem sedação e sonolência, porém podem causar também euforia, agitação, tremores e até convulsões. Os opióides são metabolizados pelo fígado e excretados pelos rins. [...]


[...] Porém, este tipo de formulação não deve ser utilizado em locais de circulação terminal como dedos e pênis, no sentido de se evitar isquemia por vasoconstrição e necrose distal. A administração intravenosa inadvertida na lidocaína pode causar bradicardia, bloqueio cardíaco com parada cardíaca, arritmias, hipotensão e choque, além de depressão respiratória e broncoespasmo. Do ponto de vista neurológico, a lidocaína pode causar agitação, alucinações, convulsões e coma. Níveis séricos acima de 6µg/ml são considerados potencialmente tóxicos EMLA (Eutetic Mixture of Local Anesthetics) Atualmente vem ganhando espaço dentro da anestesia tópica a utilização de um creme composto por lidocaína a e prilocaína a que pode ser utilizado sobre a pele intacta promovendo anestesia local para procedimentos como punções venosas periféricas ou arteriais, como também em punções torácicas ou lombares . [...]

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