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Anestésicos locais

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
46 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
283 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Princípios gerais
    1. Química
    2. Preparações comerciais
    3. Mecanismo de ação
  2. Ésteres
    1. Procaína (novocaína)
    2. Cloroprocaína (nesacaína)
    3. Tetracaína (pontocaína)
  3. Amidas
    1. Lidocaína (xilocaína)
    2. Mepivacaína (carbocaína)
    3. Bupivacaína (marcaína)
    4. Etidocaína (duranest)
    5. Ropivacaína
  4. Adrenalina
  5. Fenilefrina
  6. Bicarbonato de sódio
  7. Toxicidade
    1. Reações alérgicas
    2. Toxicidade local
    3. Toxicidade sistêmica
    4. Toxicidade no sistema nervoso central (SNC)
    5. Toxicidade cardiovascular

Princípios gerais A. Química. Os anestésicos locais são bases fracas. Sua estrutura consiste de um radical aromático unido a radical amina por cadeia intermediária com ligação éster ou amida. Os pKa dos anestésicos locais têm valores próximos do pH fisiológico; assim, tanto a forma ionizada como a não-ionizada estão presentes em graus significativos. O grau de ionização é importante porque a forma não-ionizada é mais lipossolúvel e mais apta a ganhar acesso ao axônio. As diferenças clínicas significativas entre os anestésicos dos tipos amida e éster referem-se aos mecanismos pelos quais são metabolizados e à potencialidade dos efeitos colaterais. 1. Ésteres: procaína, cocaína, clorprocaína e tetracaína. 2. Amidas: lidocaína, mepivacaína, bupivacaína, ropivacaína e etidocaína.

[...] As misturas de anestésicos locais podem teoricamente tirar vantagem das melhores características de cada anestésico em separado. Afirma-se que a mistura de cloroprocaína-bupivacaína ou de lidocaína-bupivacaína produz início mais rápido e duração mais longa da anestesia. Parece que a toxicidade sistêmica é simplesmente aditiva. A despeito dos potenciais benefícios das misturas, o bloqueio nervoso produzido por elas é imprevisível, sendo de utilidade clínica questionável. D. Adjuvantes 1. Adrenalina a. Pode-se associar adrenalina aos anestésicos locais para Prolongar a duração da anestesia. [...]


[...] Adicionam-se 5 mg de fenilefrina às soluções de anestésicos locais para prolongar a raquianestesia. (3. Bicarbonato de sódio. Ao acrescentar-se bicarbonato de sódio às soluções de anestésicos locais, eleva-se o pH e aumenta-se a fração não-ionizada do anestésico local. Isso aumenta a difusão da droga para dentro do axônio e apressa o início do bloqueio neural. Normalmente mEq de bicarbonato de sódio é adicionado a 10 ml de lidocaína ou mepivacaína; é possível adicionar somente 0,1 mEq de bicarbonato de sódio a 10 ml de bupivacaína sem precipitação. [...]

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