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Câncer de mama

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Bruno C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
51 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
272 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Estadiamento clínico
  3. Tumores inoporáveis
  4. Tratamento Loco-Regional
  5. Tratamento sistêmico
  6. Medidas gerais válidas para todos os estádios

Introdução O câncer de mama ocupa, hoje, lugar de destaque na literatura por apresentar incidência crescente e elevada taxa de mortalidade entre as mulheres ocidentais. Nos Estados Unidos da América, em 1989, foram diagnosticados 142.000 novos casos de câncer, considerados a principal causa de morte entre as mulheres. Em nosso país, estima-se a incidência anual de 40.000 casos novos, acarretando aproximadamente 4.000 mortes por ano. Nas regiões Sul e Sudeste, a incidência da neoplasia maligna de mama ocupa o segundo lugar, considerada a principal causa de morte por câncer entre as mulheres, e superada apenas pelo câncer de pele. A herança  genética é poligênica,  tendo sido descritos apenas dois genes mutados, o BRCA1 e o BRCA2, nos cromossomos 17 e 13 respectivamente. Infelizmente, o BRCA1 (mais estudado) é responsável por apenas 5% dos casos de carcinoma, principalmente aqueles de mulheres na pré-menopausa com  um ou mais parentes de primeiro grau acometidos pela doença. Assim, não se justifica no momento fazer o rastreamento genético em todas as mulheres, ficando restrito apenas àquelas de alto risco familiar. Seu quadro clínico é bastante variável. Acomete, principalmente, mulheres com idade acima de 35 anos, apresentando formas de evolução lenta ou rapidamente progressivas, a depender da relação entre tumor e hospedeiro. Estudos experimentais comprovam que o carcinoma de mama leva em média cerca de oito anos até atingir 1 cm de diâmetro, caracterizando-o como uma neoplasia de crescimento lento e longo período pré-clínico, não só do tumor primário, mas também das micrometástases O tumor invade o estroma e metastiza precocemente, muitas vezes, antes do diagnóstico, explicando o aparecimento tardio de metástases após o tratamento locorregional. A angiogênese peritumoral desordenada estabelece comunicações entre a microcirculação venosa e linfática, propiciando disseminação por via linfática e hematogênica para linfonodos regionais, ossos, pleura e pulmões, fígado, etc. Os linfonodos regionais não são mais considerados ?filtros? regionais de disseminação. Seu comprometimento deve ser interpretado como doença sistêmica. Entretanto, a ausência de metástases nesses, não implica necessariamente cura, já que 25% dessas pacientes, apresentam recorrência e óbito, dez anos após o tratamento.

[...] Tabela 3 - Recomendações para Realizar Mamografia Rotineira em Pacientes Assintomáticas Idade (Anos) Instituições 35-39 40-49 acima de 50 American Cancer Society basal uni/bianual anual UNIFESP/EPM basal 2 a 5 anos uni/bianual American College of Obstetrics and Gynecology basal uni/bianual uni/bianual Estadiamento Clínico O estadiamento do carcinoma de mama segue a classificação T (Tumor) N (Linfonodos) M (Metástases a distância), conforme estabelecido pela U.I.C.C. (1986). O estadiamento é clínico e anátomo-patológico (pós-cirúrgico). Tumor Primário To = ausência de tumor primário Tis = carcinoma in situ T1 = tumor menor ou igual a 2 cm T2 = tumor maior que 2 cm menor ou igual 5 cm T3 = tumor maior que 5 cm T4 = qualquer diâmetro comprometendo pele (ulceração, edema = T4b) gradeado costal ambos (T4c) T4d = carcinoma inflamatório Linfonodos axilares No = sem linfonodos suspeitos N1 = linfonodo de consistência aumentada não aderido a outras estruturas N2 = linfonodo fixo ou acima de 3 cm de diâmetro ou coalescido a outros N3 = metástase homolateral em linfonodos intratorácicos Metástases Mo = ausência de metástases clínicas M1 = metástases clínicas a distância Estadiamento Clínico do Câncer de Mama TNM (1986) Estádio 0 Tis No Mo Estádio I T1 No Mo Estádio IIa To N1 Mo T1 N1 Mo T2 No Mo IIb T2 N1 Mo T3 No Mo Estádio IIIa T3 N1 Mo T1, T2, T3 N2 Mo IIIb T4, qualquer Mo Estádio IV qualquer T ou N M1 Exames Rastreadores Mamografia bilateral RX de tórax Cintilografia óssea Ultra-som abdominal e pélvico Marcador biológico (CA 15-3) Tratamento Estudos experimentais permitiram conhecer melhor a história natural do câncer mamário, contribuindo para reduzir a radicalidade do tratamento cirúrgico e ampliar o uso da terapia sistêmica. [...]


[...] Tabela 4 - Hormonioterapia Receptores hormonais Resposta clínica ER+ PR+ 80 ER+ 55 PR+ 20 10 A droga de escolha utilizada, hoje, é o tamoxifeno, que tem efeito antiestrogênico na célula neoplásica. A droga tem poucos efeitos colaterais e pode ser administrada por longo período. Deve ser utilizada na dosagem de 20 mg/dia em pacientes com positividade de receptores de estrogênio e/ou progesterona por tempo mínimo de 24 meses. O uso isolado da droga com adjuvante em pacientes na pós-menopausa com axila positiva propiciou redução de 30% na taxa de mortalidade. [...]


[...] Tabela 1 Linfonodos comprometidos Prognóstico 0 - 3 melhor 4 - 9 intermediário acima de 9 pior Apesar do aprimoramento da técnica radioterápica e da grande diversidade de drogas citotóxicas e hormonais utilizadas, a mortalidade do câncer de mama permanece alta (Tabela 2). Tabela 2 Estádio clínico Sobrevida (10 anos) I 75% II 50% III 25% IV Os programas voltados para o diagnóstico precoce nos Estados Unidos da América e Europa propiciaram redução de 30% na taxa de mortalidade dessa neoplasia. [...]

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