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Câncer de ovário

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
57 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Epidemiologia
  3. Classificação das neoplasias ovarianas
    1. Cistos funcionais
    2. Tumores epiteliais
    3. Tumores Estromais (cordão sexual)
    4. Tumores das céls germinativas
    5. Tumores metastáticos
  4. Fatores de risco para tu de ovário
  5. Cistos ovarianos
  6. Tumores ovarianos e sua origem
  7. Tipos de Tumores das células germinativas
  8. Tipos de Tumores do cordão sexual
  9. Tipos de Tumores metastáticos
  10. Tumores epiteliais
    1. Introdução
  11. Tipo Histológico: Epiteliais
  12. Manifestações clínicas dos Epiteliais
  13. Diagnóstico
  14. Tratamento
  15. Prognóstico
  16. Tumores das céls germinativas
    1. Benignos
    2. Malignos
  17. Teratoma maduro cístico
  18. Disgerminoma
  19. Teratomas imaturos
  20. Tumores do seio endodérmico (Tellium)
  21. Carcinoma embrionário
  22. Coriocarcinoma
  23. Tumores do cordão sexual ou Estromais
  24. Tumores estromais
  25. Tumores da teca-granulosa
  26. Tumores de Sertoli-leydig
  27. Tumores metastáticos
  28. Diagnóstico diferencial
  29. Exames complementares gerais
  30. Estadiamento para Tu de ovário (FIGO)
  31. Prevenção
  32. Prognóstico
  33. Conclusão
  34. Bibliografia

Grande desafio para oncologia ginecológica. A maior parte das pacientes é assintomática até o surgimento das metástases. Cerca de 23% dos casos são diagnosticadas em fase avançada. Possui a maior taxa de letalidade dentre todas as neoplasias malignas ginecológicas. É responsável por apenas 6% dos tumores malignos do trato genital feminino; Porém metade das mortes de Câncer ginecológico nos EUA são decorrentes desta neoplasia; Ou seja, é uma patologia com elevada mortalidade (dx tardio) Incide mais em idosas (55-65anos); 1 a cada 90 idosas No Brasil é o 4º tu ginecológico

[...] Tumores metastáticos Diagnóstico diferencial Gestação ectópica Apendicite Abscesso tubo-ovariano Hidrossalpinge Endometriose Miomatose uterina Tumores do TGI Exames complementares gerais USG: Buscando massas ovarianas e sinais e sintomas do TGI TC: Quando a USG é insuficiente CA-125: Se >35 Cistoadenocarcinoma seroso CEA: Marcador do cistoadenocarcinoma mucinoso Endoscopia e colo: Para afastar tumores do TGI Bioquímica, enzimas hepáticas e pancreáticas Rx de tótax Citologia oncótica Mamografia Dx por imagem Benignos Diâmetro < 8cm Cápsula fina Unilateral Conteúdo anecóico Unilobular Ausência de: Vegetação Septação Ascite Malignos > 8cm Cápsula espessa Bilateral (Cistoadeno seroso Conteúdo hiperecóico Multilobular Presença de: Vegetação Septação Ascite Misto: Heterogêneo Estadiamento para Tu de ovário (FIGO) ESTÁDIO RESTRITO A OVÁRIOS Ia Tumor restrito a um ovário Ib Tumor restrito a ambos ovários Ic Citologia peritoneal positiva (células neoplásicas), implante ou cápsula rota ESTÁDIO II: EXTENSÃO PARA ÓRGÃOS PÉLVICOS IIa Tumor acomete trompas e/ou útero IIb Extensão a outros órgãos pélvicos IIc Citologia peritoneal positiva para células neoplásicas e 2a ou 2b ESTÁDIO III: EXTENSÃO PARA ALÉM DA PELVE OU LINFONODOS IIIa Metástase peritoneal microscópica além da pelve IIIb Metástase peritoneal macroscópica de até 2cm além da pelve IIIc Metástase peritoneal maior de 2cm e/ou em linfonodos regionais ESTÁDIO IV: METÁSTASE A DISTÂNCIA ALÉM DA CAVIDADE PERITONEAL Marcadores tumorais Cistoadenocarcinoma Seroso CA 125 Cistoadenocarcinoma Mucinoso CEA Tumor do Seio Endodérmico Alfafetoproteína Disgerminoma HCG Coriocarcinoma HCG Carcinoma Embrionário HCG / Alfafetoproteína Tumor de células Sertoli-Leydig E2 / Androgênios Tumor de células da Granulosa E2 / Inibina Prevenção Se > 50 anos: USG anual Dosar CA-125 nas que possuem fatores de risco Se > 35 anos: Toque vaginal anual para buscar massas Ooforectomia profilática nas que possuem fatores de risco, após constituição de prole Prognóstico 20% de sobrevida global 50% morre no 1º ano Quanto maior o estádio, pior a sobrevida Conclusão Os tumores de ovários possuem uma altíssima morbidade, principalmente devido o atraso no diagnóstico. [...]


[...] Secreta grandes quantidades de hCG Tratamento idem aos outros germinativos Costuma ser muito agressivo e o prognóstico é sombrio, com a maioria das pacientes apresentando metástases intestinais na hora do diagnóstico. Tumores do cordão sexual ou Estromais Corresponde a 5 dos tu ovarianos; São derivados do estroma e por isso possuem capacidade de produzir hormônios; Derivado do estroma o qual, por sua vez, é formado a partir do cordão sexual da gônada embrionária. Pode dar origem a células femininas (granulosa e teca) e a células masculinas (sertoli-leydig). [...]


[...] Cerca de 75% quando diagnósticados localizam no estádio I. Disseminação linfática. Tratamento Tratamento é basicamente cirúrgico, a cirurgia mínima é a ooforectomia unilateral + estadiamento cirúrgico(fertilidade). Mesmo nos casos avançados. HT total abdominal + salpingo-ooforectomia bilateral. Poliquimioterapia. Radioterapia. Prognóstico Estádio Ia > 95% em 5 anos. Estádio avançado tb possui bom prognóstico(85 quando tratadas com cirurgia + quimioterapia. Teratomas imaturos Tumor maligno das cls germinativas; 2º mais comum; 50% em mulheres jovens (10 e 20 anos). Se diferenciam do seu correspondente benigno a medida que seus componentes tissulares se assemelham àqueles observados no embrião e feto(não no adulto). [...]

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