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Crise hipertensiva

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
50 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
209 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Classificação
  3. Abordagem do paciente com diagnóstico de crise hipertensiva
  4. Principais drogas usadas no tratamento das emergências hipertensivas

O termo crise hipertensiva designa várias situações clínicas nas quais a elevação da pressão arterial sistêmica, geralmente a níveis de pressão diastólica superior a 130 mmHg, coloca em risco a função de órgãos e sistemas vitais num curto período de tempo. Entretanto, em indivíduos previamente normotensos, a crise hipertensiva pode instalar-se com elevação da pressão arterial para níveis de 150/100 mmHg Introdução A crise hipertensiva é classificada em emergência e urgência hipertensiva. Nesta última, a elevação da pressão arterial não se acompanha de comprometimento de órgão-alvo, enquanto nas emergências hipertensivas já existe comprometimento de órgão-alvo. Pacientes com emergência hipertensiva necessitam de rápida redução dos níveis pressóricos, e, em geral, este objetivo é alcançado mediante o emprego de medicação anti-hipertensiva parenteral. Além do mais, já apresentam ou estão em risco de desenvolver instabilidade do principal sistema fisiológico, o que, aliado à necessidade de avaliação a curtos intervalos da pressão arterial frente aos medicamentos empregados, faz do CTI o local ideal para seu tratamento.

[...] Abordagem do Paciente com Diagnóstico de Crise Hipertensiva A abordagem inicial do paciente com crise hipertensiva compreende a anamnese, obtida do paciente ou de seus familiares, e o exame físico, através do qual se avalia a extensão do comprometimento dos órgãos-alvo da hipertensão arterial, complementando-se esta avaliação através de exame do fundo-de-olho, hemograma, exame de rotina da urina, radiografia do tórax, eletrocardiograma e determinação dos níveis plasmáticos de uréia, creatinina e eletrólitos. Abordagem do Paciente com Diagnóstico de Crise Hipertensiva O diagnóstico etiológico da crise hipertensiva pode requerer outros exames complementares, tais como aortografia, angiografia cerebral, ultra-sonografia e tomografia computadorizada, mas a terapêutica anti-hipertensiva deve ser iniciada prontamente, antes de obtidos os resultados dos exames. [...]


[...] Principais Drogas Usadas no Tratamento das Emergências Hipertensivas Os sintomas de toxicidade são fadiga, anorexia, náuseas, vômitos, confusão mental, comportamento psicótico, hiper-reflexia e convulsões, e aparecem com níveis de 5-10 mg. A presença de disfunção hepática pode resultar em acúmulo de cianeto, o qual é manifestado por acidose metabólica, dispnéia, vômitos, ataxia e síncope. Principais Drogas Usadas no Tratamento das Emergências Hipertensivas B. Diazóxido. Atua produzindo relaxamento da musculatura lisa arteriolar. O início da ação ocorre em 1-2 min, o pico de ação em 3-5 min, durando cerca de 3 a 14 horas. [...]


[...] Tem como mecanismo de ação bloqueio alfa e beta-adrenérgico, numa proporção de 1:3. O início da ação ocorre em 5-10 min, durando 4-6 horas. A droga para uso venoso deve ser administrada em doses de 20-80 mg a cada 10-15 min, até se obter o efeito desejado, ou por infusão venosa contínua, na dose de 0,5-2,0 mg/kg de peso/min (dose máxima de 300 mg). Principais Drogas Usadas no Tratamento das Emergências Hipertensivas Tem a vantagem de também estar disponível para uso por via oral, o que facilita a substituição da terapêutica parenteral. [...]

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