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Diabetes insípido

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Bruno C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
61 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
139 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Etiologia
  3. Causas hereditárias - (a) por herança autossômica dominante
  4. Causas adquiridas
  5. É importante salientarmos três importantes aspectos a respeito do DI neurogênico
  6. Forma hereditária (mais rara)
  7. Formas adquiridas (mais comuns)
  8. Diabetes insípido da gravidez
  9. Polidipsia primaria
    1. Polidipsia dipsogênica
    2. Polidipsia psicogênica
  10. Quadro clínico
  11. Achados laboratoriais
  12. Avaliação radiológica
  13. Diagnóstico diferencial
  14. Alguns elementos da história clínica e exames laboratoriais sugerem, entretanto, o diagnóstico mais provável
  15. Teste de privação hídrica
  16. Teste de dashe modificado
    1. Procedimento
  17. Teste de Miller e moses modificado
    1. Procedimanto
  18. Interpretação dos testes
    1. Indivíduos normais
    2. Diabetes insípido central completo
    3. Diabetes nefrogênico completo
    4. DI central e nefrogênico parciais
    5. Polidipsia primária (PP)
  19. Tratamento
    1. DI central completo
    2. DI central parcial
  20. Diabetes insípido nefrogênico parcial
  21. Diabetes insípido nefrogênico completo
  22. Polidipsia primária
  23. Diabetes insípido e pan-hipopituitarismo

Introdução O diabetes insípido (DI) é uma síndrome poliúrica decorrente da ausência total ou deficiência parcial na síntese do hormônio antidiurético (ADH) - também conhecido como arginina vasopressina (AVP) - ou da sua diminuição da sensibilidade renal à AVE No primeiro caso, temos o chamado DI neurogênico, também dito central, hipotalâmico, craniano ou responsivo à vasopressina. No segundo, temos o DI nefrogênico ou não-responsivo à AVE De acordo com a magnitude do distúrbio na produção ou ação do ADH, o DI pode também ser classificado como parcial ou completo Quantitativamente, o DI se caracteriza por um volume urinário > 50 ml/kg/dia, osmolalidade urinária < 300 mOsm/kg e densidade urinária < 1,0 10. A AVP é sintetizada pelos neurônios magnocelulares e parvocelulares, localizados nos núcleos paraventriculares e supra-ópticos hipotalâmicos, sendo armazenado na hipófise posterior. Os principais tipos de DI estão especificados no Quadro 4-1. O DI neurogênico ou central é a forma mais comum, respondendo por 80-85% dos casos. Diabetes Insípido Central Etiologia Pode decorrer de causas adquiridas e hereditárias, com nítido predomínio das primeiras (responsáveis por cerca de 99% dos casos). Causas hereditárias - (a) por herança autossômica dominante: DI central familiar, decorrente da degeneração dos neurônios que sintetizam o ADH nos núcleos supra-óptico e paraventricular (é rara e se inicia na infância); (b) por herança autossômica recessiva: o melhor exemplo é o da síndrome de Wolfram, em que, além de diabetes insípido (presente em um terço dos casos), temos o diabetes mellitus, atrofia óptica e surdez (daí a sigla inglesa DIDMOAD para esta síndrome). Ataxia cerebelar, sintomas psiquiátricos diversos e alterações da anatomia renal são outros elementos que poderão estar presentes.

[...] Terceira fase - retorno ao quadro de DI central, que pode ser transitório ou permanente, total ou parcial, na dependência da extensão da lesão Diabetes Insípido Nefrogênico Forma Hereditária (Mais Rara) O diabetes insípido nefrogênico (NDI) hereditário deve-se à herança recessiva ligada ao cromossomo estando o gene anormal na região Xq28 do braço longo. Acomete principalmente o sexo masculino, em geral durante o primeiro ano de vida. As mães - nunca os pais - transmitem a doença aos filhos. As filhas são portadoras, mas, embora possam ter sede noturna, consumo noturno de água e um distúrbio da concentração urinária, dificilmente exibirão a doença, já que a penetrância do gene é incompleta. [...]


[...] Diabetes Insípido Nefrogênico Completo O tratamento é feito com diuréticos tiazídicos e dieta hipossódica (permitem, geralmente, uma melhora de 50% na poliúria). Às vezes, com a adição de AAS, indometacina ou ibuprofeno consegue-se melhorar um pouco mais a resposta terapêutica. Polidipsia Primária Diuréticos e DDAVP não devem ser utilizados, Eles diminuem a excreção de água sem reduzir sua ingestão, podendo, assim, induzir, uma séria intoxicação hídrica. O tratamento deve ser dirigido para a correção da doença de base ou alteração de comportamento que sejam a causa da ingestão compulsiva de líquidos. [...]


[...] Diabetes Insípido Central Etiologia Pode decorrer de causas adquiridas e hereditárias, com nítido predomínio das primeiras (responsáveis por cerca de 99% dos casos). Causas hereditárias - por herança autossômica dominante: DI central familiar, decorrente da degeneração dos neurônios que sintetizam o ADH nos núcleos supra-óptico e paraventricular (é rara e se inicia na infância); por herança autossômica recessiva: o melhor exemplo é o da síndrome de Wolfram, em que, além de diabetes insípido (presente em um terço dos casos), temos o diabetes mellitus, atrofia óptica e surdez (daí a sigla inglesa DIDMOAD para esta síndrome). [...]

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