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Doença hemolítica do recém-nascido

Informações sobre o autor

Medico
Nível
Especializado
Estudo seguido
Universidad...

Informações do trabalho

MIHAI SORIN D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
21 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Introdução
  2. Sistema Rh
  3. Sistema ABO
  4. Freqüência e incidência
  5. Etiopatogenia
    1. O feto
    2. A mãe
  6. Diagnóstico
    1. Clinico
    2. Laboratório
  7. Acompanhamento de gestante Rh negativo não isoimunizada
  8. Acompanhamento de gestante Rh negativo isoimunizada
  9. Tratamento: transfusão intra-uterina e parto prematuro terapêutico
    1. Parto prematuro terapeutico
    2. conduta depois o parto
    3. Interpretação
    4. Prognostico
    5. Transfusão intrauterina
    6. Indicações
    7. As técnicas para transfusão fetal

Injetando sangue Rh positivo a uma pessoa que tem Rh negativo formam-se os seguintes anticorpos:
a) Completos:
? Aglutinam os eritrócitos Rh positivo em médio salino e também, albuminoso
? Peso molecular grande (6 vezes maior que aqueles incompletos) - por isso atravessam muito difícil a barreira placentária
b) Incompletos:
? Aglutinam os eritrócitos Rh positivo em médio salino e também, albuminoso
? Atravessam a barreira placentária e são nocivos mesmo por feto

ATENÇÃO !!! Não existe aglutinina natural anti-Rh ? elas se formam somente depois a sensibilização ? qualquer seja o mecanismo dela.

2. Sistema ABO
Este sistema engloba dois antígenos: A e B.
O indivíduo A positivo pode ter herança genética AA ou Aa; da mesma forma, uma pessoa B positiva pode ter herança genética BB ou Bb; o grupo AB é formado pelo produto de um gene A e um B. Se as hemácias não possuírem nenhum antígeno do sistema AB, considera-se grupo O (zero).
A produção de anticorpos por um indivíduo acontecerá sempre que houver contato de seu sangue com hemácias que possuam um ou mais antígenos não encontrados em suas células vermelhas. Assim, quem é A positivo produz anticorpos contra o antígeno B e quem é B positivo produz anticorpos contra o antígeno A. Indivíduos do grupo AB não produzem anticorpos e podem ser expostos à sangue A ou B positivos (receptor universal). Indivíduos que apresentam grupo zero produzem anticorpos tanto contra o antígeno A quanto B, no entanto, nenhum anticorpo é formado contra ele (doador universal).
Para existir incompatibilidade ABO, a mãe deve ser "O" e o concepto A, B ou AB. Ao contrário do observado na incompatibilidade Rh, não existe a necessidade de exposição prévia da mãe à sangue A, B ou AB para o desenvolvimento de anticorpos (anti-A ou anti-B). Estes já são naturalmente encontrados no organismo materno, provável conseqüência de exposição a bactérias (que possuem estes antígenos) no decorrer de sua vida.
Os antígenos A,B,O, além de presentes nas hemácias, encontram-se nas outras células sangüíneas (leucócitos e plaquetas) e nas de todos os tecidos do organismo, com exceção do cérebro.

[...] Diagnóstico O diagnostico tem que ser estruturado em 3 etapas essenciais: DIAGNOSTICO DA IZOIMUNIZAÇÃO DA GRÁVIDA DIAGNOSTICO DO CONFLITO IMUNOLOGICO NO CORPO DO FETO DIAGNOSTICO DO CONFLITO IMUNOLOGICO NO CORPO DO RECEM-NASCIDO DIAGNOSTICO DA IZOIMUNIZAÇÃO DA GRÁVIDA 1. CLINICO: Antecedentes obstetricais patologicos (partos de fetos com diferentes formas de doenças hemolíticas Disproporção entre o volume do útero e idade gestacional pode significar (mas não e uma regra) que o feto esta com edema (anasarca) 2. LABORATÓRIO Normalmente, tem que procurar os anticorpos, tanto aqueles completos quanto aqueles incompletos: A primeira vez ás 12 semanas gestação A segunda vez na 28-a semana A pesquisa destes anticorpos vai ser feita pelo teste Coombs indireto (solução salina albuminosa) Teste de Coombs indireto: Este teste é para se detectar a presença de anticorpos anti-Rh não aglutinantes no soro dos indivíduos Rh negativos. [...]


[...] Avaliação do passado obstétrico, forma de sensibilização, uso da imunoglobulina anti-D, grupo sangüíneo e fator Rh paternos. Exame físico habitual. Coombs indireto quantitativo (CI). Painel de hemácias. Determina o tipo de anticorpo responsável pelo estado de izoimunização materna. Na presença de história pregressa sugestiva de comprometimento fetal e neonatal leve/ausente e/ou título de Coombs indireto menor ou igual a realizou-se seguimento periódico (quinzenal ou mensal) com a dosagem dos anticorpos e realização de ultra-som, cardiotocografia e dopplerfluxometria venosa até o termo (na ausência de interrcorrências materno-fetais). [...]


[...] Se existir duplo contorno do crânio fetal isto pode significar um edema generalizado Tem ascite ? Tem hepatoesplenomegalia? Se tiver, esse são sinais claros de edema abdominal que poderiam ser causados pela edema da eritroblastose AMNIOCENTESE O razão e ver se existe bilirrubina no liquido amniótico se existir, qual o nível dela? A problema e que foi comprovado que a amniocentese provavelmente pela agressão séptica) aumenta o nível de anticorpos (chegando aos títulos de 1:16 1:32). Por isso tem que reconsiderar as indicações de amniocentese. [...]

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