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Doença intestinal inflamatória

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UNIVERSIDAD...

Informações do trabalho

GUSTAVO F.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
45 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
172 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
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  1. Definição
  2. Colite ulcerativa x crohn
  3. Epidemiologia
  4. Etiologia e patogênese
  5. Patologia: colite ulcerativa
  6. Patologia: doença de crohn
  7. Manifestações clínica ? colite ulcerativa
  8. Manifestações extra-intestinais
  9. Exames diagnósticos - radiografia
  10. Exames diagnósticos - endoscopia
  11. Diagnóstico diferencial
  12. Tratamento
    1. Terapia geral de suporte
    2. Aminossalicilatos
    3. Corticoesteróides
    4. Imunomoduladores
    5. Antibióticos
  13. Tratamento clínico da colite ulcerativa
  14. Cirurgia na colite ulcerativa
  15. Complicações na colite ulcerativa
  16. Tratamento clínico da doença de crohn
  17. Cirurgia na doença de crohn
  18. Complicações na doença de crohn
  19. Câncer e ibd

As doenças intestinais inflamatórias (IBD ? inflammatory bowel diseases), inclusive Colite Ulcerativa e Doença de Crohn, são doenças inflamatórias crônicas do trato gastrointestinal São diagnosticadas por um grupo de características clínicas, endoscópicas e histológicas, mas não existe nenhuma achado que, isoladamente, seja absolutamente diagnóstico para uma ou outra doença Além disso, alguns pacientes exibem um quadro clínico que se situa entre as duas doenças; nesse caso, diz-se que estão padecendo de colite indeterminada Epidemiologia Na América do Norte a incidência da doença é de cerca de 5 por 100 mil habitantes Os índices são mais baixos na América do Sul Mais comum na população branca e judia Incidência igual entre homens e mulheres A idade de pico para surgimento dessas doenças situa-se entre 15 e 25 anos; com um segundo pico menor entre 55 e 65 anos O risco de ocorrência de colite ulcerativa é mais alto entre não-fumantes em comparação com os fumantes Já para a Doença de Crohn, a incidência da moléstia é maior entre os fumantes

[...] Na doença grave a mucosa sangra espontaneamente, surgindo pequenas úlceras A inflamação tem início no reto, estendendo-se proximalmente até certa distância, em seguida, pára abruptamente, com uma nítida demarcação entre a mucosa envolvida e a mucosa intacta Exames diagnósticos - Endoscopia A manifestação mais precoce da Doença de Crohn é a úlcera aftosa, uma pequena úlcera discreta com poucos milímetros de diâmetro, circundada por um delgado halo vermelho de tecido edematoso As úlceras podem ser arredondadas ou longas e serpiginosas Pode ocorrer o chamado ?desenho em ladrilho? (intersecção de úlceras longitudinais e transversais, formando uma grade com áreas intercaladas de mucosa não-ulcerada) Tipicamente, as áreas envolvidas estão entremeadas com áreas intercaladas de mucosa normal Diagnóstico diferencial Colite infecciosa: infecções por Shigella, Entamoeba Histolytica, Giardia, Escherichia coli e Campylobacter podem apresentar-se com diarréia sanguinolenta, cólicas e um quadro endoscópico idêntico ao da colite ulcerativa Colite pseudomembranosa: Clostridium difficile Colite colagenosa: doença inflamatória crônica caracterizada pela deposição de colágeno na túnica subepitelial da mucosa colônica Hemorróidas e fissura anal Diverticulite Colite isquêmica Linfoma intestinal Colite por antibióticos Tratamento Terapia geral de suporte: Agentes antidiarréicos (loperamida ou difenoxilato): redução das evacuações e urgência Anticolinérgicos (brometo de propantelina e cloridrato de diciclomina): redução das cólicas, dores e urgência Pacientes devem evitar alimentos que desencadeiam os sintomas, no caso da colite ulcerativa Já na Doença de Crohn, o tratamento nutricional é muito mais importante, visto que os pacientes apresentam má-absorção de vitamina B12 e Ca, Mg, Zn e Fe. [...]


[...] Infliximab (anticorpo monoclonal) tem ação eficaz na oclusão de fístulas e no tratamento da Doença de Crohn ativa. Nas formas graves da doença, o paciente deve ser hospitalizado, não receber nada pela boca, reidratado com líquidos intravenosos e medicado com corticoesteróides parenterais; pacientes que não melhorarem com o tratamento devem ser considerados como candidatos à cirurgia Terapia de Manutenção: a terapia de manutenção com aminossalicilatos fica recomendada àqueles pacientes que obtiveram remissão com corticoesteróides ou cirurgia. Corticoesteróides não devem fazer parte da terapia de manutenção Cirurgia na Doença de Crohn Dentro de 10 anos a contar do diagnóstico, aproximadamente 60% dos pacientes com Doença de Crohn são submetidos a uma cirurgia para sua doença A cirurgia não é curativa Complicações (fistula, abscesso, obstrução) freqüentemente são indicações para ressecção em pacientes com Doença de Crohn Complicações na Doença de Crohn Abscessos: ocorrem em 15 a 20% dos pacientes com DC Fístulas: presentes em 20 a 40% dos pacientes com DC. [...]

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