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Doenças dos nervos

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
70 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
115 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Doenças do neurônio motor inferior
  2. A AME tipo 1 (doença de Werdnig-Hoffmann)
  3. A AME tipo 2 (AME forma intermediária)
  4. A AME tipo 3 (doença de Kugelberg-Welander)
  5. A AME tipo 4 (forma do adulto)
  6. A prevalência da ELA
    1. Metodologia
    2. Causas
  7. Doenças das raízes nervosas
  8. Polirradiculite inflamatória crônica
  9. Neuropatias por compressão
  10. Nervo mediano - síndrome do túnel do carpo
  11. Nervo ulnar
  12. Nervo radial - paralisia do sábado à noite
  13. Nervo ciático
  14. Nervo tibial posterior - síndrome do túnel do tarso
  15. Nervo cutâneo lateral da coxa
  16. Atrofia muscular peroneira e variantes (doença de Charcot-Marie-Tooth)
  17. Neuropatias sensitivas hereditárias
  18. Neuropatia porfírica
  19. Neuropatia da amiloidose familiar
  20. Hanseníase
  21. Forma virchoviana
  22. Formas dimorfa e indeterminada
  23. Diabetes Mellitus
  24. Alcoolismo
  25. Paraneoplásica
  26. Associadas a doenças do colágeno e vasculites
  27. Medicamentosas
  28. Tóxicas
  29. Carenciais
  30. Paralisia facial periférica (PFP)

A - Doenças do Neurônio Motor Inferior As doenças do neurônio motor inferior (N.M.I.)podem apresentar-se em qualquer idade, desde o nascimento até a velhice. Aquelas que acometem a criança e o adolescente estão geralmente restritas ao corno anterior, ao passo que aquelas que acometem o adulto na maioria das vezes comprometem também o neurônio motor cortical. Estas doenças caracterizam-se por fraqueza e atrofia muscular, que no adulto associam-se a fasciculações. As doenças do NMI podem ser divididas em atrofias musculares espinhais, esclerose lateral amiotrófica e síndromes associadas com anticorpos anti-Gm1 ou bloqueio de condução multifocal ou ambos. As atrofias musculares espinhais (AME) são doenças genéticas e apresentam basicamente 4 variantes. A AME tipo 1 (doença de Werdnig-Hoffmann) de herança autossômica recessiva é a mais grave das AME, sendo que 95% das crianças afetadas vêm a falecer nos primeiros 8 meses de vida. Caracteristicamente o recém-nascido apresenta-se hipotônico e movimenta-se muito debilmente. A respiração é superficial, a sucção e a deglutição são fracas. A musculatura esquelética é difícil de ser avaliada pois está coberta por tecido adiposo. A criança não consegue manter a cabeça contra a gravidade e os reflexos de Moro e o da marcha são difíceis de serem obtidos. Os reflexos tendinosos profundos estão ausentes. A sensibilidade, ao que se pode constatar no recém-nascido, parece preservada. A musculatura ocular extrínseca é normal e a criança está quase sempre alerta e atenta.

[...] A PAN produz caracteristicamente uma mononeuropatia múltipla que se inicia com dor e disestesias na região dos nervos afetados, evoluindo em horas, ou dias, para uma fraqueza muscular e perda da sensibilidade nos mesmos territórios. Todas as outras colagenopatias acima citadas também podem produzir mononeuropatias múltiplas, sendo que a esclerodermia produz mais freqüentemente uma polineuropatia sensitivo-motora distal e a AR pode produzir qualquer tipo de neuropatia periférica. O tratamento destas polineuropatias consiste no controle da moléstia de base. Medicamentosas Inúmeros medicamentos podem causar neuropatias periféricas de vários tipos. [...]


[...] A AME tipo 2 (AME forma intermediária), de herança autossômica recessiva, começa por volta dos 6 meses de idade, quando então inicia-se um retardo no desenvolvimento motor. Com o passar do tempo a criança consegue até ficar em pé, porém, nunca chega a ter uma deambulação normal. A fraqueza muscular é simétrica com comprometimento importante da musculatura axial, levando inclusive à escoliose. Fasciculações podem ocorrer na língua, porém são raras em outros grupos musculares. O comprometimento respiratório é leve no início da doença. [...]


[...] Forma Virchoviana: Nesta forma o comprometimento dos nervos periféricos apresenta-se como uma polineuropatia sensitiva distal e simétrica. As regiões mais frias do corpo (orelhas, face dorsal das mãos e dos pés, face dorso-medial dos antebraços e face ântero-lateral das pernas) são as primeiramente acometidas, sendo que nos estádios finais a sensibilidade térmico-dolorosa está ausente em praticamente todo o corpo, com exceção da pele que recobre a coluna vertebral. O tratamento desta forma está descrito na pág Formas Dimorfa e Indeterminada: Nestes casos o quadro clínico pode apresentar-se sob os mais variados matizes, havendo desde quadros próximos ao do pólo tuberculóide até casos próximos ao do pólo Virchoviano. [...]

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