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Endometriose

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Cristiane T.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Introdução
  2. Etiopatogenia da endometriose
    1. Teoria de sampson ou regurgitação
    2. Teoria da metaplasia celômica
    3. Teoria da disseminação linfática e hematogênica
    4. Teoria da disseminação latrogênica
    5. Fatores imunológicos
    6. Fatores genéticos
    7. Fatores hormonais
    8. Fatores ambientais
  3. Classificação da endometriose
  4. Classificação de Nisolle e Donnez (Miyahira & Miyahira)
  5. Classificação da endometriose quanto à infiltração (Santos, 2008)
  6. Classificação da American Society for Reproductive Medicine (ASRM)
  7. Manifestações clínicas
    1. Dismenorréia
    2. Dispareunia
    3. Dor pélvica crônica
    4. Infertilidade
  8. Diagnóstico
    1. Anamnese
  9. Exame físico
  10. Exames por imagem
    1. Laparoscopia
    2. Estudo da ultra-sonografia pélvica transvaginal
    3. Tomografia computadorizada e ressonância nuclear magnética
  11. Exame laboratorial
  12. Tratamento
  13. Tratamento medicamentoso
    1. Antiinflamatórios não-esteróides (AINES)
    2. Anticoncepcionais orais
    3. Gestrinona
    4. Danazol
    5. Progestogênios
    6. Análogos da gonadotrofina (GnRH)
  14. Tratamento cirúrgico
    1. Conservadora
    2. Definitiva

Atualmente, a endometriose representa uma afecção ginecológica comum entre mulheres em idade reprodutiva, sendo freqüentemente associado à infertilidade e à dor pélvica. Classicamente, é conceituada como à presença de tecido endometrial e estroma e epitélio glandular endometriótico fora da cavidade uterina. Apesar de apresentar o potencial de invadir órgãos adjacentes, a endometriose é considerada uma doença benigna, passível de tratamento.
Segundo Tobias M. et al (2001), tem-se verificado um aumento na incidência de casos de endometriose nos últimos anos, sendo a segunda afecção cirúrgica ginecológica e, nos Estados Unidos, a terceira causa de internação por problemas ginecológicos. Estima-se que 10% a 15% das mulheres entre 25 a 40 anos de idade sejam portadoras da endometriose, sendo que este índice pode chegar a 50% em mulheres inférteis e 70% em mulheres com dor pélvica crônica (Moura et al, 1999).

[...] Gestrinona é um esteróide que induz à redução dos receptores estrogênicos e prostagênicos no endométrio, suprime o pico endógeno de LH e inibe a esteroidogênese ovariana. Utilizada na dose de 2,5mg duas vezes por semana durante seis meses, associada a anticoncepcionais orais de pequena dose. Pode causar alterações menstruais, queda de cabelo, acne, e seborréia. Danazol o danazol é um dos fármacos mais utilizados na endometriose. Consiste em um hormônio sintético que inibe a liberação das gonadotrofinas hipofisárias, levando a anovulação e amenorréia, tornando o endométrio inativo e atrófico. [...]


[...] Dispareunia a presença de endometriose vaginal está associada à freqüência e intensidade da endometriose. Dor pélvica crônica de acordo com Nogueira et al (2006) a dor pélvica crônica é definida como dor pélvica suficientemente intensa para interferir nas atividades habituais. Neste caso, a dor pode ser do tipo contínuo ou intermitente, e as prováveis causas deste evento são: inflamação neurogênica, compressão e aderência dos tecidos endometrióticos nas terminações nervosas, sendo responsáveis pela liberação de prostaglandinas e interleucinas, gerando mecanismo fisiopatológico da dor. [...]


[...] As principais teorias para a patogênese da endometriose são: Teoria de Sampson ou Regurgitação: descrita por Sampson (1924), esta teoria sugere a implantação do tecido endometrial por meio da menstruação retrógrada, na qual partículas do endométrio passariam à cavidade peritoneal através das trompas, atingindo as estruturas pélvicas e implantando-se na superfície peritoneal. Neste caso, as contrações estabeleceriam fluxo em parte via vagina, em parte via tubária, retrogradamente, ocorrendo com maior freqüência nos locais onde o fluido menstrual se deposita. O fenômeno da menstruação retrógrada tem sido descrita na literatura como um evento fisiológico, podendo ocorrer em até 90% da população feminina, sendo que a causa da ocorrência da endometriose por meio deste fenômeno somente numa parcela da população tem sido associado ao perfil imunológico da mulher. [...]

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