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Esquistossomose

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
20 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O parasito
    1. Caracterização do parasito
    2. O ciclo
    3. Hospedeiro intermediário
    4. Modo de transmissão fazendo um novo hospedeiro
  2. A doença
    1. Controle e vigilância no Brasil
    2. Patologia
    3. Principais sintomatologias da doença
    4. Medidas de profilaxia e controle da doença
  3. Conclusão

O número de pessoas com infecção esquistossótica, em todo o mundo, foi estimado entre 150 e 200 milhões. A grande maioria delas vive na Ásia e na África. Na América do Sul e no Caribe encontram-se vários milhões de casos. No Brasil, admite-se existir mais de seis milhões de indivíduos infectados (estimativa de 1991).
A Esquistossomose é um indicativo sócio-econômico importante, estando relacionada à pobreza. No Brasil, ocorre nas regiões Norte, Nordeste, e no norte das regiões Sudeste e Sul.
A gravidade que assume a doença em muitos casos e o déficit orgânico que produz fazem das esquistossomoses um dos mais sérios problemas de saúde pública, em escala mundial, e pesado fardo para as populações das áreas endêmicas.
Atualmente é uma das doenças humanas mais importantes, dentre as causadas por parasitos animais; o que se pode comprovar pelo volume da literatura científica que se publica anualmente sobre ela.
Enquanto a maioria das parasitoses vai diminuindo de importância, em função do desenvolvimento econômico e dos métodos de controle, a esquistossomose encontra-se ainda em expansão, em muitas regiões do mundo, vinculada ao desenvolvimento de recursos hídricos para a irrigação ou para a produção de energia hidrelétrica, especialmente na África.

[...] Nas autópsias, as arterites e outras manifestações cardiopulmonares ocorrem em 15% dos pacientes com esquistossomose hepatosplênica. Podem ocasionar outro tipo de lesões como: Tumores lembrando neoplasias são vistas algumas vezes, no intestino, com localizações predominantes no cólon descendente e no sigmóide (em 50% de um grupo de casos estudados no Brasil), no íleo terminal e no intestino delgado Estes tumores podem ser muito grandes e envolver outros órgãos, ou situarem-se nos mesos e epíploons. Eles podem localizar- se também no aparelho genital feminino ou na medula espinhal. [...]


[...] Ele demonstra a importância do ovo como grande patogênico, superando de muitos os efeitos nocivos produzidos diretamente pelos vermes adultos. Apenas metade dos ovos produzidos pelos parasitos alcança a luz intestinal e sai, para o meio exterior, com as fezes do paciente. Muitos dos ovos que não conseguem deixar o organismo do hospedeiro, mas evoluem até a produção de miracídio, encontrem-se eles na parede do intestino ( Prancha XIV, F e no fígado, ou em vários outros órgãos, tanto dentro dos vasos como fora, serão imobilizados e envolvidos por uma reação inflamatória. [...]


[...] América do Sul e nas Antilhas, onde determina uma infecção denominada esquistossomose mansônica ou intestinal, pela localização dos parasitos nas vênulas da parede do grosso intestino, sigmóide e reto, com sintomas predominantemente intestinais. Nas formas mais graves, há envolvimento hepatosplênico e hipertensão no sistema porta. Sua distribuição geográfica está condicionada pela de algumas espécies de moluscos de água doce, do gênero Biomphalaria, que são os hospedeiros intermediários de S. mansoni. No Brasil, a doença é conhecida popularmente por xistossomose, xistosa ou doença dos caramujos, assim como por ?barriga d'água?, devido à escite que acompanha as formas mais graves, com fibrose hepática. [...]

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