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Febre familiar do Mediterrâneo

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
31 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
47 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Quadro clínico
  3. Exames subsidiários
  4. Tratamento e prognóstico

A febre familiar do Mediterrâneo (FFM), também chamada de doença periódica, é uma afecção de natureza genética de distribuição geográfica e étnica particular, apresentando-se com crises abdominais e/ou torácicas, febre pseudopalustre, comprometimentos articulares repetidos, tendo como complicação maior a amiloidose. Foi descrita inicialmente nos Estados Unidos da América em 1945, tendo a particularidade de comprometer indivíduos originários da bacia do Mediterrâneo, em especial judeus, árabes e armênios. Os judeus constituem o maior contingente e, entre os mesmos, quase eletivamente o grupo dos sefaraditas (250 pacientes para uma população de 680.000).

[...] Volta ao normal antes do episódio doloroso abdominal, torácico ou articular. Manifestações Articulares: Variando entre 25 e freqüentemente iniciais mais artralgias, embora exista artrite, geralmente mono e oligoarticular e comprometendo mais as grandes juntas dos membros inferiores e menos as pequenas articulações dos pés e mãos. Podem ser breves, de 2 a 4 dias, ou durar até 6 a 7 dias. Inicia-se bruscamente e é acompanhada de febre, mais baixa que na crise abdominal, porém, mais duradoura. Infreqüentemente podem prolongar-se por até 30 dias. [...]


[...] Quanto à amiloidose da FFM, se comporta como as de outras origens e portanto ainda sem tratamento específico e com prognóstico grave. Em relação a evolução e prognóstico, a moléstia persiste por toda a vida, com flutuações variáveis, pode ser considerada moléstia de morbidade relativa (bem baixa com o uso da colchicina), ainda mais que não deixa seqüelas, e não tem a excessiva mortalidade que se verifica na amiloidose renal; assim sendo, com a colchicina, estes pacientes têm uma vida mais tranqüila orgânica e psicologicamente, podendo chegar a idades avançadas. Conclusões A febre familiar do Mediterrâneo também chamada de doença periódica, [...]

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