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Hipertensão arterial

Informações sobre o autor

4 anos de supervisão e assistencia em Clínica Médica - 4...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Bacharelado...

Informações do trabalho

Elda Jeane T.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
28 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Metodologia
  3. Epidemiologia
    1. Prevalência da HAS
    2. Prevalência no Brasil
    3. Impacto na morbidade
    4. Prevalência do tratamento e sucesso terapêutico
  4. Conceito
    1. Hipertensão arterial
    2. Cuidados para medir a pressão arterial
    3. Níveis de pressão arterial
    4. Hipertensão arterial sistêmica
    5. Sistema nervoso autônomo (simpático)
    6. Mecanismos renais
    7. Sistema renina-angiotensina
    8. Adaptação cardiovascular
    9. Disfunção endotelial
    10. Hipertensão no Idoso
    11. Crise hipertensiva
    12. Pseudocrise hipertensiva
  5. Classificação
  6. Etiologia
    1. Origem da hipertensão arterial
  7. Diagnóstico
    1. Anamnese
    2. Dados sugestivos de hipertensão arterial secundária
    3. Exame físico
    4. Exames laboratoriais
    5. Medida da pressão arterial
    6. Observador
    7. Ambiente
    8. Paciente
    9. Equipamento
  8. Complicações clínicas
  9. Tratamento
    1. Medidas não farmacológicas
    2. Orientação Dietética Global
    3. Medidas farmacológicas
  10. Intervenções de enfermagem

De acordo com LATUFO E LÁLIO, (1996), o coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de 5 a 6 litros de sangue por minuto para todo o corpo.
Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo (LATUFO E LÁLIO, 1996).
Ela pode ser modificada pela variação do volume de sangue ou viscosidade (espessura) do sangue, da freqüência cardíaca (batimentos cardíacos por minuto) e da elasticidade dos vasos. Os estímulos hormonais e nervosos que regulam a resistência sangüínea sofrem a influência pessoal e ambiental. (LATUFO E LÁLIO, 1996).
Oficialmente, a hipertensão é definida como uma pressão arterial sistólica superior a 140mmHg e uma pressão diastólica maior que 90mmHg durante um período sustentado.
O diagnóstico de hipertensão deve basear-se na média de duas ou mis mensurações da pressão arterial, obtida em dois ou mias contatos como o profissional de saúde, depois de uma avaliação inicial. (LATUFO E LÁLIO, 1996).
A hipertensão é por vezes chamada de ?o assassino silencioso?, porque as pessoas que a têm mostram-se, com freqüência, isentas de sintomas. No mais recente estudo nacional (1991 a 1994), um total de 32% das pessoas que portavam pressão superior a 140/90 mmHg não estavam cientes de uma elevação da pressão arterial. Uma vez identificada à pressão arterial elevada deve ser monitorizada a intervalos regulares, porque a hipertensão é uma condição para o resto da vida (LATUFO E LÁLIO, 1996).

[...] O cérebro talvez seja o órgão mais afetado pela hipertensão arterial crônica ou súbita (LOMBA e LOMBA, 2005). A lesão típica carcteriza-se pelo microaneurisma de Carcot Bouchard. Com a progressão da condição, lesões de rarefação da substância branca tornam-se presentes. A trombose e a hemorragia são episódios geralmente agudos. Podemos encontrar microinfartos cerebrais que cursam assintomáticos e que são revelados pelo quadro clínico de demência discreta, observados na tomografia computadorizada e outros exames mais sofisticados (LOMBA e LOMBA, 2005). De acordo com LOMBA e LOMBA, (2005), os rins são órgãos que sofrem muito com a hipertensão arterial. [...]


[...] O achado de hipertensão arterial é elevado nos obesos 20 a diabéticos 30 a negros 20 a 30% e idosos 30 a 50%. Nos idosos, quase sempre a hipertensão é só sistólica ou máxima (NOBRE e LIMA, 2000). Hipertensão arterial sistêmica De acordo com DRAGER e col. (2002), hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas. No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva. [...]


[...] Uma vez identificada à pressão arterial elevada deve ser monitorizada a intervalos regulares, porque a hipertensão é uma condição para o resto da vida (LATUFO E LÁLIO, 1996). A hipertensão pode ser vista como três entidades: um sinal, um fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica e uma doença. Como um sinal, os profissionais de saúde usam a pressão arterial para monitorizar o estado clínico do paciente; uma pressão elevada pode indicar uma dose excessiva de medicação vasodilatadora ou outros problemas. [...]

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