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Hipogonadismo masculino

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
47 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
68 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Síndrome da castração funcional pré-puberal
  3. Síndrome de Klinefelter
  4. Insuficiência dos túbulos seminíferos do adulto
  5. Deficiência das células de Leydig
  6. Hipoplasia ou aplasia das células de Leydig
  7. Defeitos da biossíntese da testosterona
  8. Hipogonadismo secundário (hipogonadismo hipogonadotrófico)
  9. Síndrome de Kallmann
  10. Puberdade retardada
  11. Resistência periférica a andrógenos
  12. Bases terapêuticas dos hipogonadismos

A gônada masculina desempenha basicamente duas funções, a hormonal e a reprodutiva, as quais ocorrem em dois compartimentos distintos. As células de Leydig constituem o compartimento endócrino e são responsáveis pela produção de testosterona. Esta produção hormonal é fundamental para a adequação da função reprodutora. O compartimento reprodutor é formado pelos túbulos seminíferos, que são compostos por células de Sertoli e células germinativas. Embora distintos estes compartimentos são interdependentes necessitando do eixo hipotalâmico-hipofisário intacto para iniciarem e manterem as suas funções. Hipogonadismo significa ausência ou decréscimo da função testicular. No hipogonadismo pode haver comprometimento de um ou de ambos os compartimentos testiculares.

[...] Hipogonadismo significa ausência ou decréscimo da função testicular. No hipogonadismo pode haver comprometimento de um ou de ambos os compartimentos testiculares. O comprometimento funcional pode ser decorrente de uma lesão em algum ponto do eixo hipotalâmico-hipofisário gonadal ou também da incapacidade da testosterona em agir na periferia. Independente da causa, o quadro clínico do hipogonadismo varia de acordo com a época em que o processo se instala. Quadros iniciados durante a vida intra-uterina, podem ou não ser acompanhados de indiferenciação da genitália interna ou externa, além de ausência ou hipodesenvolvimento da própria gônada. [...]


[...] O fator liberador das gonadotrofinas (GnRH) tem sido usado em alguns casos específicos de hipogonadismo como o retardo pubertário e esterilidade. Quando liberado por meio de minibomba de infusão ajusta-se para pulsos a cada 60-120 minutos, na dose inicial de 2,5 a 5,0 mg por dose ( se IV) ou 5 a 20 mg por dose (se SC). Este tratamento não é isento de efeitos colaterais, devendo-se estar atento às queixas de cefaléia, escotomas luminosos, desconforto abdominal e ?flushing? e também reações urticariformes. [...]


[...] Nas formas incompletas de hipogonadismo secundário, a produção de gonadotrofinas encontra-se em limites inferiores da normalidade e a testosterona chega a atingir níveis plasmáticos próprios da puberdade. O quadro clínico varia de acordo com o setor gonadotrófico afetado. Na deficiência isolada de LH (eunuco fértil) apesar do quadro de deficiência androgênica, a função tubular está parcialmente mantida, os níveis plasmáticos de LH e testosterona estão baixos, porém o FSH está normal. O tratamento com gonadotrofina coriônica é de auxílio no sentido de recuperar a função das células de Leydig e conseqüentemente, proporcionar níveis adequados de testosterona no próprio testículo. [...]

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