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Hormônios gastrintestinais

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
45 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
121 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Tumores endócrinos gastroenteropancráticos
  3. Gastrinoma
  4. Uso de hormônios gastrintestinais em testes diagnósticos
  5. Uso terapêutico de peptídeos gastrintestinais
  6. Conclusão
  7. Referências

Introdução Hormônios gastrintestinais (HGI), participando da coordenação de atividades do aparelho digestivo, são essenciais à manutenção da vida. São peptídeos com múltiplos mecanismos de ação, agindo de maneira endócrina (atuam à distância e circulam com níveis séricos da ordem de 10-11 a 10-7 M), parácrina (difusão através do espaço intersticial), justácrina (efeito em células adjacentes), autócrina (efeito sobre a própria célula secretora) e neurotransmissora (ou neuromoduladora) quando presentes nos nervos. Já foram identificados cerca de 80 peptídeos, secretados por mais de 20 diferentes tipos de células endócrinas intestinais mas o papel fisiológico de muitos deles ainda não foi caracterizado. Recentemente foi clonado o DNA complementar de receptores de hormônios gastrintestinais, o que vem impulsionando o conhecimento de processos de regulação e integração de funções entéricas e possibilitando o desenvolvimento de agonistas e de antagonistas altamente seletivos e de grande potencial terapêutico. Os peptídeos intestinais são produzidos nas ilhotas pancreáticas, em células especializadas distribuídas nas microvilosidades da mucosa gástrica e intestinal assim como em neurônios dos sistemas nervoso central (SNC) e periférico (SNP). As células endócrinas intestinais podem ser abertas (em contato com a luz intestinal) ou fechadas (atuam por mecanismo parácrino) e pertencem a um sistema denominado APUD (?amine precursor uptake decarboxylation?), isto é, são capazes de realizar descarboxilação para captação de precursores das aminas.

[...] Uso de hormônios gastrintestinais em testes diagnósticos A pentagastrina (análogo sintético da gastrina) é usada para estudo da secreção ácida gástrica e a secretina para estudo da secreção pancreática exócrina (água e bicarbonato). São utilizadas em teste de estímulo para diagnóstico de gastrinoma, tumor carcinóide e na caracterização da dor pancreática devido a estenose ductal. Neste último caso injeta-se secretina U/kg) intravenosamente: o teste é positivo quando ocorre aparecimento da dor e o exame ultra-sonográfico demonstra dilatação do ducto pancreático próximo à obstrução. [...]


[...] Quando vários peptídeos bioativos são secretados por determinado tumor a síndrome clínica final reflete a somatória de efeitos de todas as secreções. Para diagnosticar tumores endócrinos, após a suspeita clínica (sintomas e sinais) seguem-se a caracterização bioquímica da secreção tumoral e a localização anatômica do tumor. A localização e manuseio cirúrgico, angiográfico e quimioterápico dos diferentes tumores intestinais neuroendócrinos são essencialmente idênticos. Se a secreção do tumor for intermitente, ou cíclica, preconiza-se teste provocativo na tentativa de identificar resposta anormal no nível plasmático do hormônio. [...]

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