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Infecções agudas do trato respiratório

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
77 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
229 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Mecanismos de Defesa do Trato Respiratório ? Fatores Predisponentes à Infecção
  3. Flora Normal das Vias Aéreas
  4. Infecções do Trato Respiratório Superior
    1. Introdução
    2. Principais síndromes clínicas
  5. V. Infecções do Trato Respiratório Inferior (Pneumonias)
    1. Introdução
    2. Patogênese
    3. Manifestações clínicas
    4. Achados radiológicos
    5. Controle radiológico de cura
    6. Diagnóstico diferencial
  6. Infecções Pleurais Agudas
    1. Manifestações
    2. Diagnóstico
    3. Prognóstico
  7. Conclusões
  8. Referências

Introdução As infecções agudas do trato respiratório (IATR), pela freqüência com que ocorrem e pelo amplo espectro de suas manifestações clínicas, constituem um dos motivos mais constantes de consulta médica nos serviços de urgência e a principal causa de absenteísmo no trabalho, em nosso meio. Os profissionais médicos que trabalham nesses serviços devem estar familiarizados com as várias síndromes por meio das quais as IATR se manifestam, podendo, desta forma, e alicerçados em conhecimentos básicos de microbiologia e epidemiologia, orientar a propedêutica e conduzir de forma racional a terapêutica. De acordo com sua localização, as IATR podem ser divididas em três categorias principais, sendo comum o comprometimento simultâneo destes sítios de infecção. A. Infecções agudas do trato respiratório superior. Infecções de toda a árvore traqueobrônquica até os bronquíolos terminais, seios paranasais, o ouvido médio, a faringe e a cavidade oral. B. Infecções agudas do trato respiratório inferior. Infecções do parênquima pulmonar propriamente dito (pneumonia), compreendendo toda a porção distal, até os bronquíolos terminais e o interstício pulmonar. C. Infecções agudas pleurais

[...] Os seios paranasais consistem em um grupo de cavidades cujo epitélio mantém-se em continuidade com a mucosa do trato aéreo superior. Este epitélio, à semelhança do brônquico, impulsiona a secreção mucosa, contendo partículas inaladas e bactérias, para fora dos seios. Durante o episódio de sinusite aguda, a mucosa torna-se inflamada e edemaciada; o óstio, que mantém comunicação direta do seio com a via aérea, torna-se ocluído, e acumula-se exsudato dentro deste. Infecções repetidas ou prolongadas conduzem a alterações irreversíveis da mucosa, levando a sinusites crônicas. [...]


[...] Diagnóstico diferencial O diagnóstico inclui utilização de métodos como: hemocultura, estudo do líquido pleural, cultura e Gram de escarro, broncoscopia com lavado broncoalveolar e/ou escovado protegido. Quando o benefício do diagnóstico etiológico supera o risco do procedimento, indica-se videotoracoscopia com biópsia pulmonar. Diagnóstico diferencial Em pacientes com infecção por HIV e com AIDS, a doença pulmonar é a causa de morbimortalidade, sendo as pneumonias por P. carinii e M. tuberculosis as mais comuns. Nestes pacientes, a pneumonia por P. carinii (PPC) está especificamente relacionada com a queda de contagem de linfócitos CD4 200 cels/mm), um indicador de imunossupressão. [...]


[...] Introdução Por exemplo, a maioria absoluta (aproximadamente das ITRS é causada por vírus, não se encontrando, desta forma, base microbiológica que justifique a prescrição freqüente e desnecessária de drogas antimicrobianas, e a faringite estreptocócica aguda, a infecção mais importante do trato respiratório, por sua potencialidade evolutiva e para a qual existe terapêutica específica, constitui menos de destas infecções na maioria das vezes, não pode ser diagnosticada em bases puramente clínicas. Introdução O problema básico com que se defronta o médico é, então, como distinguir os de pacientes portadores de ITRS causadas por bactérias, para as quais existe uma terapêutica antimicrobiana específica, daqueles 95% de pacientes com infecções não-bacterianas, para as quais a única terapêutica indicada são as medidas sintomáticas. [...]

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