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Infecções perinatais

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
unincor

Informações do trabalho

Renan C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
86 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
182 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Toxoplasmose
    1. Agente
    2. Transmissão
    3. Quadro clínico
    4. Diagnóstico de infecção aguda na gravidez
  2. Rubéola
    1. Transmissão
    2. Quadro clínico
    3. Diagnóstico laboratorial
    4. 2 situações para solicitar sorologia na gestação
    5. Suspeita de rubéola
    6. Contato com rubéola
    7. Diagnóstico pre-natal
    8. Infecção fetal
  3. Sífilis
    1. Agente
    2. Classificação
    3. Sífilis primária
    4. Sífilis secundária
    5. Sífilis latente
    6. Sífilis terciária
    7. Diagnóstico laboratorial
  4. Hepatite b
    1. Agente
    2. Transmissão
    3. Marcadores da infecção pelo hbv
    4. Hepatite b aguda e gestação
    5. Hepatite b crônica e gestação
    6. Transmissão fetal
    7. Formas de transmissão
  5. Parvovírus b 19
    1. Vias de transmissão
    2. Manifestações clínicas
    3. Diagnóstico de infecção materna
    4. Possibilidade terapêutica para prevenir ou tratar a infecção fetal
  6. Citomegalovírus
    1. Agente
    2. Vias de transmissão
    3. Incidência
    4. Período de incubação
    5. Sintomas clínicos
    6. Transmissão materno fetal
    7. Diagnóstico pre natal
    8. Tratamento
  7. Estreptococo do grupo b
    1. Incidência
    2. Diagnóstico
  8. Herpes
    1. Agente
    2. Incidência
    3. Transmissão
    4. Período de incubação
    5. Quadro clínico
    6. Tratamento

TOXOPLASMOSE RUBÉOLA SÍFILIS HEPATITE B PARVOVÍRUS B 19 CITOMEGALOVÍRUS STREPTOCOCO DO GRUPO B HERPES INGESTÃ0 DE CARNE INFECTADA CRUA OU MAL PASSADA CONTATO COM OVÓCITOS EM FEZES DE GATOS INFECTADOS ADQUIRIDA CONGENITAMENTE FADIGA DORES MUSCULARES LINFOADENOMEGALIA SUBCLÍNICA 7 A 15 DIAS ? Acs IgM POSTERIORMENTE ? IgA ?DETECTADOS NO FINAL DA 1ª SEMANA E DESAPARECEM CERCA DE 4 MESES 2 SEM APÓS INFECÇÃO-IgG A SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE DEVE SER SOLICITADA NA 1ª CONSULTA DE PRE-NATAL

[...] CRUA OU MAL PASSADA CONTATO COM OVÓCITOS EM FEZES DE GATOS INFECTADOS ADQUIRIDA CONGENITAMENTE QUADRO CLÍNICO FADIGA DORES MUSCULARES LINFOADENOMEGALIA SUBCLÍNICA DIAGNÓSTICO DE INFECÇÃO AGUDA NA GRAVIDEZ 7 A 15 DIAS Acs IgM POSTERIORMENTE IgA ?DETECTADOS NO FINAL DA 1ª SEMANA E DESAPARECEM CERCA DE 4 MESES 2 SEM APÓS INFECÇÃO-IgG A SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE DEVE SER SOLICITADA NA 1ª CONSULTA DE PRE-NATAL RUBÉOLA TRANSMISSÃO CONTATO COM SECREÇÕES RESPIRATÓRIAS QUADRO CLÍNICO RASH CUTÂNEO FEBRE BAIXA CEFALÉIA ANOREXIA CORIZA CONJUNTIVITE ODINOFAGIA LINFOADENOPATIA SUBOCCIPTAIS,RETROAURICULARES E CERVICAIS DAS INFECÇÕES SÃO SUBCLÍNICAS DIAGNÓSTICO LABORATORIAL IgG:CONCENTRAÇÃO AUMENTA ATINGINDO PICO MÁXIMO EM 15 -30 DIAS IgM:SURGE JUNTAMENTE COM IgG , PICO COM 30 DIAS 2 SITUAÇÕES PARA SOLICITAR SOROLOGIA NA GESTAÇÃO PACIENTE APRESENTA ERUPÇÃO CUTÂNEA SUSPEITA DE RUBÉOLA CONTATO COM PESSOA APRESENTANDO RUBÉOLA SUSPEITA DE RUBÉOLA IgG - , IgM - :INFECÇÃO DESCARTADA, CONTROLE SOROLÓGICO ATÉ 18 SEM , PROPOR VACINAÇÃO APÓS O PARTO IgG IgM - :IMUNIZAÇÃO ANTIGA IgG IgM + : SOROCONVERSÃO CONTATO COM RUBÉOLA AGUARDAR 3 SEM PARA SOLICITAR SOROLOGIA DIAGNÓSTICO PRE-NATAL NAS 1as 12 SEM:80% ABORTAMENTO GESTAÇÃO PROSSEGUE COM RISCO DE RUBÉOLA CONGÊNITA APÓS 18 SEM: DEFEITOS CARDÍACOS, RETINOPATIA,CATARATA BILATERAL, MICROCEFALIA, SURDEZ,CIUR INFECÇÃO FETAL PCR - : AUSÊNCIA DE INFECÇÃO FETAL PCR USOM CORDOCENTESE: SE USOM NORMAL SÍFILIS AGENTE TREPONEMA PALLIDUM CLASSIFICAÇÃO PRIMÁRIA PRECOCE SECUNDÁRIA ADQUIRIDA LATENTE TARDIA CONGÊNITA SÍFILIS PRIMÁRIA 10 60 DIAS APÓS CONTATO COM TREPONEMA CANCRO- DESAPARECE EM 4 A 6 SEM SÍFILIS SECUNDÁRIA 2 A 8 SEM APÓS O CANCRO RASH CUTÂNEO , ACOMPANHADO DE FEBRE , CEFALÉIA, DOR ARTICULAR , PERDA DE PESO E CABELO SÍFILIS LATENTE NÃO HÁ SINTOMAS ESPECÍFICOS TESTES SOROLÓGICOS + CLASSIFICADA EM RECENTE E TARDIA SÍFILIS TERCIÁRIA COMPROMETIMENTO DO APARELHO CARDIOVASCULAR E SNC DIAGNÓSTICO LABORATORIAL VDRL FTA-ABS TESTE DE IMOBILZAÇÃO DO TREPONEMA TPHA HEPATITE B AGENTE VÍRUS DA HEPATITE B (HBV) DNA VÍRUS TRANSMISSÃO TRANSFUSÃO SANGUÍNEA CONTATO SEXUAL SALIVA LEITE MATERNO MARCADORES DA INFECÇÃO PELO HBV HbsAg: PODE SER DETECTADO ALGUNS DIAS APÓS INÍCIO DA DOENÇA.ESTÁ ASSOCIADO COM INFECÇÃO HbcAg HbeAg: ALTAS CONCENTRAÇÕES NAS 1as 5 SEM APÓS CONTATO COM O VÍRUS. [...]


[...] POLIARTRALGIA SIMÉTRICA E PERIFÉRICA DIAGNÓSTICO DE INFECÇÃO MATERNA QUADRO CLÍNICO COM HISTÓRIA DE CONTATO COM PESSOA DOENTE EX LABORATORIAIS: IgG E IgM DIAGNÓSTICO DE INFECÇÃO FETAL USOM : ANASARCA AMNIOCENTESE: PCR DO LA CORDOCENTESE POSSIBILIDADE TERAPÊUTICA PARA PREVENIR OU TRATAR A INFECÇÃO FETAL FETO COM ANASARCA AO USOM: PESQUISAR PARVOVÍRUS. CONFIRMADO A INFECÇÃO FAZER TRANSFUSÃO INTRA UTERINA QUE PODE SER INTRAVASCULAR OU EXSANGUINITRANSFUSÃO CONTATO COM PESSOA DOENTE: USOM SERIADOS CITOMEGALOVÍRUS AGENTE HERPES VÍRUS DNA VIAS DE TRANSMISSÃO LEITE MATERNO SALIVA URINA LÁGRIMA SECREÇÃO VAGINAL TRANSPLACENTÁRIA RELAÇÃO SEXUAL INCIDÊNCIA A A INFECÇÃO PRIMÁRIA OCORRE EM A DAS GESTAÇÕES PERÍODO DE INCUBAÇÃO 28 A 60 DIAS SINTOMAS CLÍNICOS FEBRE FADIGA MIALGIA FARINGITE TOSSE NÁUSEAS CEFALÉIA DIARRÉIA ADENOMEGALIA CERVICAL TRANSMISSÃO MATERNO FETAL APÓS INFECÇÃO AGUDA-30 A 50% DE CONTAMINAÇÃO FETAL 80% DOS RN É ASSINTOMÁTICO: 5 A 15% TERÃO SURDEZ,RETINOCOROIDITE, RETARDO MENTAL 20% SINTOMÁTICO: INCLUSÀO CITOMEGÁLICA DIAGNÓSTICO PRE NATAL AMNIOCENTESE: PCR OU CULTURA DE CELS CORDOCENTESE: FETOS CONTAMINADOS COM USOM NORMAL.UTILIZADA PARA AVALIAÇÃO DO PROGNÓSTICO USOM: CIUR,ASCITE , ANASARCA, DILATAÇÃO VENTRICULAR,POLIDRÂMNIO,OLIGODRÂMNIO, CALCIF HEPÁTICAS, MICROCEFALIA, ESPESSAMENTO PLACENTÁRIO,ÓBITO FETAL TRATAMENTO NÃO HÁ TTO EFICAZ ESTREPTOCOCO DO GRUPO B INCIDÊNCIA A 30% DAS MULHERES APRESENTAM COLONIZAÇÃO POR STREPTOCOCO DO GRUPO B NO TGI OU NO RETO DIAGNÓSTICO CULTURA DE AMOSTRAS OBTIDAS DO INTRÓITO VAGINAL E RETO ENTRE 35 E 37 SEM HERPES AGENTE HSV 1 HSV 2 INCIDÊNCIA A DAS GESTANTES INFECÇÃO NEONATAL 1/7500 A 1/30000 NASCIDOS VIVOS TRANSMISSÃO CONTATO DIRETO COM AS VESÍCULAS MATERNO-FETAL :NO MOMENTO DO PARTO PERÍODO DE INCUBAÇÃO 2 A 10 DIAS PARA INFECÇÃO PRIMÁRIA 1 A 2 DIAS PARA INFECÇÃO RECORRENTE QUADRO CLÍNICO INFECÇÃO PRIMÁRIA: VESÍCULAS DOLOROSAS ÚLCERA 3 SEM INFECÇÃO RECORRENTE DURA 14 DIAS DIAGNÓSTICO CULTURA:95% DE SENSIBILIDADE CITOLOGIA(ESFREGAÇO DE TZANK): CELS GIGANTES MULTINUCLEADAS ESPECÍFICAS DE SENSIBILIDADE IMUNOFLUORESCÊNCIA PCR TRATAMENTO PESQUISAR OUTRAS DST PACIENTES SINTOMÁTICAS COM MENOS DE 6 H DE BOLSA ROTA: PARTO CESARIANA ACICLOVIR Conclusões Qualquer patologia [...]

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