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Intoxicação alcoólica aguda

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
59 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
157 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Aspectos Farmacológicos
  3. Interações Medicamentosas
  4. Fisiopatologia
  5. Diagnóstico Diferencial
  6. Tratamento
  7. Síndrome Aguda de Abstinência do Álcool
    1. Tratamento
  8. Comunicação Com o Alcoolista
  9. Conclusão
  10. Bibliografia

O uso e o abuso de drogas geram preocupação clínica, e este comportamento é resultante de uma interação entre o indivíduo, sua cultura, sua sociedade, a farmacologia e a disponibilidade de certas substâncias. Atualmente, uma das substâncias mais consumidas com a finalidade de induzir alterações da percepção, da emoção e do comportamento é o álcool etílico, ou etanol. As bebidas alcoólicas são produzidas com essa finalidade, sendo também uma fonte de calorias ?vazias? (pois não estão associadas a proteínas, sais minerais ou vitaminas), utilizadas pelos grupos marginalizados. O local privilegiado para o encontro das conseqüências danosas do elevado consumo de álcool é o Serviço de Emergência. Aí defrontam-se com alarmante freqüência tanto os episódios de intoxicação aguda, quanto intercorrências direta ou indiretamente relacionadas: acidentes de trânsito e atropelamentos, tentativas de suicídio, agressões, acidentes de trabalho, pancreatite aguda, crise de gota, hemorragia digestiva, coma hepático e tantas outras.

[...] Fisiopatologia O exame físico deve ser primeiramente direcionado para a avaliação das funções vitais e da necessidade de suporte, depois para os sinais de intoxicação aguda e posteriormente para evidência de patologias e seqüelas de uso crônico de álcool. Para finalidades médicas, seria ideal a determinação da concentração do álcool no sangue, no ar exalado ou na urina. Fisiopatologia Respeitando as tolerâncias individuais, a regularidade e a quantidade de ingestão alcoólica, tem-se que: níveis baixos (50-150 provocam leves sintomas de intoxicação, com desinibição, euforia, incoordenação motora leve a moderada estes níveis geralmente não exigem a intervenção do médico; níveis moderados (150 a 300 acometem o sistema límbico e o cerebelo, originando sonolência, instabilidade emocional, fala arrastada, ataxia e diminuição das respostas motoras; Fisiopatologia níveis acima de 300 mg% acompanham-se de depressão mais acentuada das áreas anteriormente citadas e mais do sistema reticular ativador ascendente aumentam as disfunções motoras e cognitivas; há diminuição progressiva do estado de consciência, com letargia, estupor e coma. [...]


[...] Interações Medicamentosas O uso simultâneo de um hipoglicemiante oral pode determinar flutuações imprevisíveis na glicemia, tanto pelo efeito hipoglicemiante do álcool como pela redução da meia-vida da tolbutamida. Interações Medicamentosas O álcool pode aumentar o metabolismo dos agentes cumarínicos. Seu efeito irritante sobre a mucosa gástrica pode ser responsável pela incidência aumentada de sangramento (hemorragia digestiva alta), quando usado simultaneamente com o ácido acetilsalicílico. Interações Medicamentosas Dentre as interações, é de bastante importância prática a que ocorre com o dissulfiram (Antabuse ), medicamento algumas vezes utilizado no tratamento do alcoolismo. [...]


[...] Síndrome Aguda de Abstinência do Álcool Indivíduos dependentes de álcool que passam longos períodos bebendo podem desenvolver uma reação clínica severa, denominada síndrome aguda de abstinência do álcool, quando reduzem ou suspendem a ingestão alcoólica. Seus sintomas são produzidos por: hiperirritabilidade cortical e/ou descarga beta-adrenérgica do tronco cerebral. Síndrome Aguda de Abstinência do Álcool A hiperirritabilidade cortical resulta em desorientação, alucinações e convulsões, enquanto a descarga beta-adrenérgica do tronco cerebral leva a agitação, alterações vasomotoras e tremores. Os dois mecanismos não são firmemente associados, podendo haver predominância de um ou de outro padrão. [...]

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