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Leiomioma

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Bruno C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
50 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
121 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Quadro clínico
  3. Diagnóstico
  4. Tratamento
  5. Leiomioma uterino e gestação

Representa o leiomioma uterino neoplasia de natureza benigna, constituída por fibras musculares lisas e por estroma conjuntivo-vascular (presente em proporção variável). Trata-se do tumor mais comum do útero e da pelve feminina, sendo encontrado em cerca de 20% das mulheres acima dos 35 anos. Incide mais na raça negra, sendo 2 a 3 vezes mais comum do que na branca. Ocorre, preferencialmente, entre 30 e 45 anos, acreditando alguns autores haver associação com a nuliparidade. Não surge antes da menarca nem após a menopausa; aqui quando o tumor já existe, tende a regredir. Quanto à sua localização pode ser corporal, cervical ou misto. Os do corpo (98% dos casos), são classificados em subserosos ou subperitoneais, intramurais ou intersticiais e submucosos. Os subserosos, desenvolvendo-se entre os folhetos do ligamento largo, denominam-se intraligamentares. Nesta circunstância podem comprimir o ureter e os vasos pélvicos, dificultando a sua exérese. Os cervicais (1,3%) classificam-se em supra e intravaginais. Há também a modalidade cervical mista quando se localiza nas duas porções do colo. Os tumores situados na porção supravaginal, à semelhança aos localizados no corpo, podem também ser subserosos, intramurais e submucosos. O mioma intravaginal é subdividido em intramural e submucoso. A neoplasia, quando subserosa ou submucosa, pode apresentar-se séssil ou pediculada. Com raridade, observamos a leiomiomatose intraperitoneal disseminada e a intravenosa pélvica quando, respectivamente, verificamos o desenvolvimento de nódulos leiomiomatosos não apenas no miométrio, mas também na serosa peritoneal; na segunda  hipótese há propagação do tecido neoplásico muscular liso e benigno, para o interior de vasos pélvicos. O neoplasma atinge proporções variáveis, apresentando-se desde microscópicos até com grandes proporções. Podem ser únicos ou, mais amiúde, múltiplos; raros são os solitários. Quanto à sua histogênese, aceita-se que o tumor provém de células musculares lisas imaturas, não de elementos fibrosos do útero. Ainda não se encontra totalmente eluciada a sua etiologia, mas acredita-se haver estrogênio-dependência, mesmo porque o tumor possui receptores de estrogênios e de progesterona.

[...] Por ocasião do parto, o leiomioma pode determinar: apresentações anômalas; distócia funcional; bloqueio mecânico do trajeto, por tumor prévio, em particular nos tumores do segmento inferior, do colo do útero ou ainda leiomiomas subserosos pediculados que se antepõem à apresentação. Verifica-se maior freqüência de rotura uterina por parto obstruído, de rotura precoce das membranas e de prolapso funicular (pólo cefálico não insinuado). No 3º e 4º períodos do parto a hemorragia genital poderá ser mais abundante como resultado da má contractilidade uterina. [...]


[...] São tumores bem delimitados, revestidos por pseudocápsula, arredondados ou ovais, de consistência firme, cuja superfície de corte apresenta cor róseo-esbranquiçada, com aspecto trabeculado ou espiralado. Os caracteres macro e microscópico modificam-se na vigência de alterações secundárias que podem ser: degeneração hialina, cística, calcária, infecciosa, degeneração vermelha ou necrobiose asséptica, esta particularmente comum na gravidez e na vigência de anticoncepção hormonal. Quadro Clínico Com relação ao quadro clínico, deve-se salientar que a mera presença do leiomioma não implica necessariamente em sintomas, e até grandes tumores podem ser inteiramente assintomáticos. [...]

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