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Linfomas malignos

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
30 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
66 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Moléstia de Hodgkin
  2. Estádios da moléstia de Hodgkin
  3. Orientação Terapêutica
  4. Administração e Toxicidade das Drogas
  5. Conclusão
  6. Bibliografia

Os linfomas compreendem um grupo numeroso de doenças proliferativas do tecido linfo-reticular, de aspecto clínico-patológico bastante heterogêneo e de evolução muito diversa, indo desde casos curáveis, como ocorre em certas situações da doença de Hodgkin, até outros rapidamente letais. Estudos morfológicos dos tecidos afetados pela proliferação maligna têm levado a diversas classificações com nomenclatura às vezes muito complexa, constituindo o tópico de debates que efetivamente tem trazido real progresso ao conhecimento destas afecções, quer quanto à natureza do processo proliferativo, quer quanto à conduta terapêutica.

[...] Moléstia de Hodgkin Há, em nossos dias, consenso de que a moléstia de Hodgkin pode separar-se dos demais linfomas (ditos ?não-Hodgkin?), por seus padrões clínicos e características morfológicas. De acordo com a classificação de Lukes e Butler e baseados nos aspectos histológicos dos gânglios afetados, reconhecem-se quatro tipos de doença de Hodgkin (predominância linfocítica, esclerose nodular, celularidade mista e depleção linfocítica). Moléstia de Hodgkin Diversos estudos clínico-patológicos têm demonstrado que existe correlação entre o tipo histológico e a sobrevida na doença de Hodgkin, de modo que o padrão histológico serve como indicador prognóstico desta doença. [...]


[...] No estádio II, como tratamento adicional, pode-se empregar a quimioterapia. Orientação Terapêutica Nos estádios III e IV deve-se empregar, de preferência, os quimioterápicos, limitando-se a radioterapia a eventuais aplicações locais. Nos raros casos em que o processo se localiza em um simples órgão (estômago, baço etc.), procede-se à remoção cirúrgica do órgão, com posterior radioterapia. Orientação Terapêutica Tem sido aceito em geral que o primeiro tratamento para os estádios I e II deve ser radioterápico e que os pacientes no estádio IV deverão receber quimioterapia. [...]

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