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Monitoração padrão em anestesia

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
101 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
154 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Monitoração cardiovascular
    1. Eletrocardiograma (ECG)
    2. Pressão arterial
    3. Comentários sobre cateterização de artéria
    4. Pode-se empregar o cateter de pressão venosa central para
    5. Cateterização da veia jugular interna direita (técnica de Seldinger)
    6. Deve-se fazer uma radiografia do tórax, para excluir pneumotórax e localizar a ponta do cateter. Outros testes são
    7. Morfologia da onda
    8. Complicações da introdução do cateter de PVC e seu uso
    9. Cateteres da artéria pulmonar (Swan-Ganz)
    10. Complicações
    11. Tipos de cateteres de AP
    12. Medida do débito cardíaco
  3. Monitoração da ventilação
  4. Monitoração da temperatura
    1. Indicações

A proliferação de equipamentos para monitoração peroperatória permitiu elevar o padrão dos cuidados anestésicos. A. A monitoração padrão para a anestesia geral inclui eletrocardiograma, pressão arterial, freqüência respiratória, saturação de oxigênio, dióxido de carbono no final da expiração e concentração do oxigênio inspirado (FIO2). B. A monitoração padrão para anestesia regional inclui eletrocardiograma, pressão arterial, freqüência respiratória e saturação de oxigênio. II. Monitoração cardiovascular A. Eletrocardiograma (ECG) 1. Finalidade. Monitora-se o ECG em todos os pacientes submetidos a cirurgia. É utilizado para detectar arritmias, isquemia miocárdica, desequilíbrio eletrolítico e função do marcapasso.

[...] Nos pacientes submetidos a cateterismo cardíaco, deve-se utilizar o outro braço para a medida da pressão arterial, porque a pressão poderá estar diminuída distalmente ao ponto em que foi introduzido o cateter. c. Outros locais. Para cateterização das artérias femoral e axilar usa-se um cateter número 18 ou 20, com 5 cm de comprimento (como descrito na seç. C.7) para puncionar o vaso. Em seguida, utiliza-se um cateter número 18 com 15 cm de comprimento, que é introduzido pela técnica de Seldinger (com fio-guia metálico de 40 cm de comprimento e 0,7 cm de diâmetro), para evitar deslocamento. [...]


[...] Em casos de difícil cateterização, pode-se aumentar o diâmetro da veia com manobra de Valsalva e visualizar a veia com ultra-som antes da punção A veia jugular externa corre superficial e lateralmente à margem do músculo esternocleidomastóideo, em direção à clavícula. Sua punção pode ser feita como descrito na seç A compressão da veia sobre a clavícula torna-a mais túrgida e menos móvel. Pode ser difícil introduzir o cateter, já que a veia jugular externa faz uma curva para entrar na veia subclávia A veia subclávia cruza sob a clavícula logo medialmente à linha mesoclavicular. [...]


[...] Durante a introdução do CAP, pode-se encontrar dificuldade em passá-lo no ventrículo direito e na AP, por causa de mau funcionamento do balonete, lesões valvulares, baixo débito ou dilatação do ventrículo direito. Checar novamente o equipamento quanto à calibração e à escala. Pode ser necessário encher o balonete com 1,5 cm3 de ar e avançar o cateter lentamente, pedindo-se ao paciente que faça inspirações profundas para aumentar o débito cardíaco. Pode ser necessário recuar o cateter até a marca de 20-30 cm, girá-lo e reintroduzi-lo Complicações a. [...]

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