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O papel da autofagia nas patologias cardiovasculares

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
universidad...

Informações do trabalho

Priscila D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
13 páginas
Nível
avançado
Consultado
39 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Introdução
  2. Autofagia
  3. Regulação da autofagia
  4. Autofagia: morte celular programada tipo II
  5. Papel da autofagia na perda de cardiomiócitos

Historicamente, a apoptose e a necrose foram consideradas como as duas formas fundamentais de morte celular. No entanto, evidências recentes sugerem que a morte celular programada não está confinada só a apoptose uma vez que as células dispõem de diferentes mecanismos de autodestruição, entre os quais se encontra a autofagia. Esta última se define como um processo dinâmico e programado que procede com o seqüestro de proteínas citoplasmáticas e organelas inteiras dentro de vacúolos de dupla membrana, que se contatam e se fusionam com os lisossomos, formando os autolisossomos. Os elementos capturados nos vacúolos são degradados por proteases lisossomais e removidos da célula por exocitose. A autofagia foi descrita inicialmente como um processo fisiológico dedicado para a sobrevivência celular em resposta ao stress derivado da privação de nutrientes. Ademais, a autofagia também foi observada em algumas patologias cardiovasculares, especialmente aquelas relacionadas a processos de isquemia/reperfusão. Neste trabalho é sintetizado o conhecimento atual a cerca da autofagia (texto um) e suas implicâncias e projeções na área cardiovascular (texto dois).

[...] No entanto, a observação da ultraestrutura, bem como o reconhecimento do RE mediante anticorpos contra proteínas do RE rugoso, propuseram este último como a principal fonte destas membranas. As proteínas, bem como os genes APG (autophagy) e AUT (autophagocytosis) envolvidos na macroautofagia, foram caracterizados inicialmente em leveduras. A nomenclatura para os genes APG e AUT relacionados à autofagia foi unificada sob a sigla ATG. A formação do autofagossomo depende principalmente de dois sistemas de conjugação que se assemelham a ubiquitinação de proteínas. [...]


[...] Sob condições de limitação de nutrientes, p70S6K se inativa e é estimulada à ativação de PI3-K classe I para prevenir uma excessiva autofagia. Em contraste, a proteína PI3-K classe III é um estimulador da autofagia através de sua ação sobre beclin-1 (bcl-1). Papel da autofagia na perda de cardiomiócitos Segundo os autores do artigo a perda progressiva de cardiomiócitos é uma das características mais importantes na insuficiência cardíaca. A apoptose é uma forma importante de morte celular, mas como mencionamos anteriormente, não é a única forma de morte. [...]


[...] O produto final chamado LC3-II se associa à membrana nascente da vesícula e permanece unido à membrana depois de ter sido completada a formação do autofagossomo (figura 2). Devido à quantidade de LC3-II que se correlaciona com o número de autofagossomos, LC3-II constituiu um marcador bioquímico confiável para predizer a atividade autofágica em células animais. Figura Etapas do processo de formação do autofagossomo. Diferentes estímulos como eventos de isquemia/ reperfusão, privação de nutrientes, ceramidas e estresse osmótico induzem a autofagia. [...]

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