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O papel das caderinas na metástase tumoral

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
universidad...

Informações do trabalho

Priscila D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
9 páginas
Nível
avançado
Consultado
48 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Caderinas: classificação
  3. Caderinas e adesão celular
  4. Caderinas e metástase
  5. Outras caderinas

A metástase se refere à transferência de células tumorais desde um órgão ou parte dele para outro não diretamente relacionado por contigüidade e constitui a mais grave complicação e principal causa de morte em pacientes com câncer. O processo de metástase inicia com a ruptura da interação local célula-célula, alterando a membrana basal, invadindo e infiltrando o tecido circunvizinho, atingindo e penetrando o interior dos vasos sanguíneos ou linfáticos (intravasamento), com a conseqüente transportação destas células neoplásicas pela corrente sanguínea. O processo metastático continua com uma sobrevivência na circulação, a detenção em terminações capilares de órgãos distantes e o escape destes vasos (extravasamento), para o estabelecimento e ulterior desenvolvimento de tumores secundários. Neste processo, é crucial a interação célula- célula, a qual em indivíduos sãos permite uma estrutura organizada que tem como finalidade que os órgãos funcionem adequadamente e desta maneira o indivíduo mantenha sua estrutura e função. Esta estrutura celular ordenada implica que as células devem, como condição básica, estarem comunicadas e manterem-se em contato para levar a diante seus propósitos. A união celular não só é o fato de duas células se encontrem estreitamente juntas, senão que, é um mecanismo de união mais complexo, com a participação de moléculas de adesão próprias das células,sua interação com a matriz extracelular, o citoesqueleto e seu estado metabólico, que em conjunto respondem aos estímulos presentes no meio extracelular. As células se aderem entre si e à matriz extracelular através de proteínas de superfície celular chamadas moléculas de adesão celular (CAM). As CAM podem ser moléculas de adesão célula-célula ou moléculas de adesão matriz extracelular-célula. Certos componentes da matriz extracelular (MEC), incluindo fibronectina, laminina e colágeno, têm capacidade para enlaçar-se a receptores celulares.

[...] Isto sugere que a perda da caderina E não é o evento mas crucial para a progressão do tumor e que as mudanças temporárias na adesividade, tais como a perda de caderina em células tumorais nascentes, poderiam exercer também um papel importante. A caderina H é uma proteína que une GPI e se expressa em epitélio ductual, no entanto, também se expressa num estado extremamente temporário durante a carcinogênese de mama . No carcinoma in situ, prévio à invasão fora do ducto epitelial, detectou-se a caderina H. [...]


[...] Na linhagem celular de carcinoma de próstata TSU.Pr-1 por exemplo, a ativação sustentada de MAPK/ERK por FGF-2 induziu uma produção de MMP-9 e ambas invasões MMP-9 puderam ser bloqueadas pela inibição de ERK1/2. Este é exatamente o mesmo padrão de expressão de MMP-9 e invasão induzida por FGF- 2 que foi observada em células MCF-7 transfectadas com caderina. Em resumo, a sinalização caderina N/FGFR parece ser uma via proeminente pela qual alguns tumores epiteliais apresentam metástases. No entanto, parece que vias adicionais de sinalização, diferentes da MAPK/ERK, ativadas por caderina N/FGFR, são responsáveis pela atividade migratória das células. [...]


[...] Ambas as caderinas N e 11 estão co-expressadas em tumores, sugerindo talvez, um papel não redundante destas caderinas na progressão do tumor. Isto se presta para especular que a caderina N e a caderina 11 desenvolvem um papel diferencial na migração e no estabelecimento de células tumorais em órgãos distantes. Por exemplo, enquanto a expressão novo? da caderina 11 ou N poderiam permitir que as células tumorais permeassem o estroma, a expressão da caderina 11 nas células tumorais poderia conferir habilidade para estabelecer-se no osso, enquanto na caderina N preferencialmente confere estabelecimento na vasculatura. [...]

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