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Ressuscitação do adulto, da criança e do recém-nascido

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
89 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
463 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Generalidades
  2. Parada cardíaca
  3. Ressuscitação do adulto
  4. Ressuscitação da criança

Generalidades A ressuscitação cardiopulmonar (RCP) na sala de cirurgia é de responsabilidade do anestesiologista. Embora a abordagem de equipe na ressuscitação seja obrigatória, os anestesiologistas, com o seu conhecimento de farmacologia e fisiologia, estão em situação privilegiada para coordenar o esforço. Além de suas responsabilidades, os anestesiologistas devem estar familiarizados com os protocolos básicos de ressuscitação e o seu desenvolvimento, bem como com as controvérsias no campo da ressuscitação cardiopulmonar. O tempo é fundamental no esforço da ressuscitação. Mesmo o suporte básico da vida (BLS) adequadamente realizado não produz perfusão cerebral e miocárdica confiavelmente adequada para prevenir a lesão permanente.

[...] Predominam as causas respiratórias e idiopáticas (síndrome da parada cardíaca súbita do lactente). É interessante notar que mais de 90% das paradas cardíacas em crianças se apresentam como assistolia e bradicardia e não como fibrilação ventricular. Ocorrendo uma parada cardíaca em criança, a primeira preocupação deve ser o início rápido do BLS. O ACLS deve ser uma extensão e não uma substituição do BLS. Mais uma vez, as diferenças anatômicas e fisiológicas ditam qual dose da droga e qual corrente de desfibrilação devem ser usadas, baseando-se no peso do paciente para calculá-las Intubação. [...]


[...] Acidose, resultante do metabolismo anaeróbico, leva a vasodilatação sistêmica, vasoconstrição pulmonar e diminuição da resposta às ações da adrenalina. III. Ressuscitação do adulto A. Suporte básico da vida (BLS). Quando um indivíduo fica inconsciente ou é encontrado inconsciente, deve-se suspeitar de parada cardíaca. Simultaneamente, uma vez verificado que o paciente não pode ser despertado, deve-se seguir a seqüência "ABC" da ressuscitação, com avaliação de cada estágio antes que o tratamento seja interrompido Via aérea e respiração Deve-se avaliar a via aérea colocando-se um ouvido sobre a boca do paciente para escutar e sentir o movimento de ar, e ao mesmo tempo observar o tórax para verificar a presença de esforços respiratórios. [...]


[...] A ressuscitação deve ser realizada em quatro fases: estimulação e aspiração, manejo da via aérea, compressões do tórax e administração de drogas e líquidos. Pode haver necessidade de até até três socorristas. Um socorrista toma conta da via aérea, o segundo monitora o recém-nascido e faz as compressões do tórax, o terceiro faz o acesso venoso e administra drogas e líquidos. A. Avaliação. O tempo é de importância fundamental na ressuscitação. O atraso em iniciá-la pode levar a hipoxemia profunda, que causa acidose, e esta pode perpetuar a circulação fetal e piorar a hipoxemia Escala APGAR. [...]

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