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Sala de recuperação pós-anestésia

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Magda A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
7 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A sala de recuperação pós-anestésica

Introdução

A disciplina de Cuidados no Processo de Viver Humano I do curso de graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina conta com estágio em Centro Cirúrgico, realizado no Hospital Universitário (HU) e no Hospital Governador Celso Ramos (HGCR), ambos em Florianópolis. Entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2005 o estágio no HGCR permitiu a observação da organização, funcionamento e rotina do Centro de Materiais Esterilizados e do Centro Cirúrgico, incluindo neste a Sala de Recuperação Pós-anestésica (SRPA).
Este trabalho destina-se a uma comparação do que foi observado como prática diária na SRPA do HGCR com o que a literatura aponta como adequado neste ambiente. O trabalho foi desenvolvido com base em visita, observação e atuação na SRPA e pesquisa bibliográfica.

A Sala de Recuperação Pós-anestésica

A Sala de Recuperação Pós-anestésica (SRPA) é o local onde os clientes permanecem após a cirurgia. Estes são mantidos sob acompanhamento constante da equipe de Enfermagem até o momento em que seja constatada sua condição de retorno à unidade de internação ou sua alta hospitalar. A alta da SRPA se dá com a estabilização das funções vitais e recuperação dos reflexos e consciência do cliente (SOBECC, 2003).
Segundo Nocite (1987, apud SOBECC, 2003), o uso da SRPA teve início antes da descoberta da anestesia há aproximadamente duzentos anos, nos Estados Unidos onde se reservou uma sala menor ao lado da sala de operação para atender e dar cuidados especiais aos pacientes em estado crítico ou pacientes submetidos à cirurgias de grande porte. De acordo com Nocite (1998 apud BASSO e PICOLI, 2004) em meados do século passado, houve relatos da existência deste local também implementado por Florence Nightingale. Em 1942 nos Estados Unidos utilizou-se pela primeira vez o termo ?sala de recuperação pós-anestésica?.

[...] Segundo GHELLERE; ANTÔNIO & SOUZA (1993): assistência de enfermagem na sala de recuperação pós- anestésica presta relevante contribuição à manutenção de plenas condições físicas e emocionais do paciente. A vigilância contínua e eficiente contribui para diminuição da morbidade e mortalidade nesta fase terminal da anestesia.? (GHELLERE; ANTÔNIO & SOUZA p.78) Autores (SOBECC BARROS; BARTMANN; HARGREAVES GHELLERE; ANTÔNIO; SOUZA, 1993) apontam como procedimentos necessários na SRPA a serem desenvolvidos pela equipe de enfermagem: Receber e identificar o cliente, estando ciente do tipo de cirurgia realizada e anestesia a que este foi submetido; Checar as condições ventilatórias e estado de consciência do cliente; Verificar sinais vitais (temperatura, pulso, pressão arterial, freqüência respiratória) na admissão do cliente e a cada quinze minutos; Observar conexão de drenos e sondas; Controlar perfusão venosa e gotejamento; Controlar eliminação vesical; Observar sangramentos em incisões e drenos; Observar sinais de choque; Observar náusea e vômito; Avaliar sinais e queixas dolorosas; Posicionar o cliente em posição confortável, de acordo com o tipo de cirurgia e anestesia realizadas, mantendo-o aquecido; Administrar medicamentos prescritos; Estimular respiração profunda e tosse; Aplicar índice de Aldret ou outro utilizado pela instituição; Checar preenchimento de prontuários com relação à anestesia e cirurgia; Registrar todos os procedimentos, intercorrências e recomendações de cuidados especiais; Acompanhar o cliente até seu leito de origem no momento da alta. [...]


[...] Com relação às portas, estas são de tamanho adequado e permitem a passagem das macas. Também o posto de enfermagem está posicionado de maneira a permitir a observação de todas as macas presentes. Dentre a equipe da SRPA foi notada a escassa presença do anestesiologista e a falta de um enfermeiro, uma vez que a enfermeira do Centro Cirúrgico também é responsável pela SRPA segundo SOBECC (2003) deve ser observada a proporção mínima de 1 enfermeiro para cada 8 leitos na recuperação pós-anestésica sem necessidade de uso de respiradores, apontando ainda que este enfermeiro deve cumprir apenas as atividades assistenciais, cabendo as atividades administrativas a outro enfermeiro, podendo este ser o mesmo do Centro Cirúrgico. [...]

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