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Segurança em anestesia

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
38 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
116 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. O risco da anestesia
  2. Estratégias gerais de segurança
  3. Padrões e procedimentos
    1. Padrão I
    2. Padrão II
    3. Oxigenação
    4. Ventilação
    5. Circulação
    6. Temperatura corporal
    7. Protocolo de substituição
    8. A situação
    9. Curso da cirurgia
    10. Providências antecipadas
  4. Garantia de qualidade.

O risco da anestesia A. Não existe uma medida precisa do risco global da anestesia, nem ele pode ser previsto para um determinado paciente. Nos anos 50, estimava-se que a anestesia contribuía para três mortes em 10.000 procedimentos cirúrgicos. A experiência com os bloqueadores neuromusculares e com o controle da ventilação, a melhoria da técnica de ressuscitação cardiopulmonar e a introdução de novas drogas significativamente diminuíram esta incidência. A taxa de mortalidade de pacientes saudáveis submetidos a cirurgia eletiva é atualmente estimada em 1/50.000 a 1/150.000.

[...] Para garantir a adequação das funções cardiocirculatórias do paciente, durante todo tipo de anestesia: Em todos os casos, deve-se fazer a monitoração do eletrocardiograma continuamente, com cardioscópio, do início da anestesia até o preparo para transporte. Deve-se medir a pressão arterial e contar a freqüência cardíaca do paciente que estiver recebendo anestesia pelo menos de cinco em cinco minutos. Em todo caso de anestesia geral, além do recomendado acima, deve-se avaliar a função cardiocirculatória continuamente, pelo menos por um dos seguintes métodos: palpação do pulso, ausculta cardíaca, monitoração de traçado da PIA, monitoração de pulso periférico por ultra-som, oximetria de pulso e pletismografia. [...]


[...] É obrigatória a presença de pessoal qualificado em anestesiologia, na sala de operação, durante todo o curso da anestesia geral, regional e assistência anestésica monitorada Padrão II. Durante qualquer tipo de anestesia, é obrigatório avaliar continuamente a oxigenação, a ventilação, a circulação e a temperatura do paciente. a. Oxigenação Gás inspirado. Durante toda a administração da anestesia geral, em que se usa o aparelho de anestesia, deve-se medir a concentração de oxigênio no circuito respiratório, por meio de oxímetro de fluxo, com alarme ligado para um limite mínimo. [...]

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