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Sofrimento fetal

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
unincor

Informações do trabalho

Renan C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
56 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
174 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Conceito
  2. Classificação
  3. Fisiologia da circulação placentária
  4. Sofrimento fetal agudo
    1. Hipóxia aguda
    2. Perférica
    3. Hipóxia mantendo
  5. Etiologia
  6. Diagnóstico
  7. Avaliação do BCF
  8. Cardiotocografia
    1. DIP I
    2. DIP II
    3. DIP 0
  9. Alterações da variabilidade da frequência basal
    1. Tipo 0 (silenciosa)
    2. Tipo 1(comprimida)
    3. Tipo 2(ondulatória)
    4. Tipo 3(saltatória)
  10. Monitorização eletronica
  11. DIP I = compressão do pólo cefálico
  12. DIP II
  13. Mecanismos
  14. Detecção da acidose fetal
  15. Monitorização interna e micronálise
  16. Conduta
  17. Hipercinesia uterina
  18. Prolapso de cordão
  19. Circulares apertadas e nós de cordão
  20. Hipotensão
  21. Rotura uterina
  22. Sofrimento fetal crônico
  23. Etiologia
  24. Fatores intrínsecos
  25. Fatores extrínsecos
  26. Fisiopatologia
  27. Diagnóstico
  28. USOM
  29. Diagnóstico ecográfico
  30. Cardiotocografia
    1. Relativo
    2. Não relativo
    3. Umbilical
  31. Cardiotocografia com estimulação
    1. Feto reativo
    2. Feto hiporreativo
    3. Feto não reativo
  32. Dopplerfluxometria
    1. Doppler arterial
  33. Fases da centralização
    1. Centralização normoxêmica
    2. Centralização hipoxêmica
    3. Descentralização
  34. Doppler venoso
  35. Conduta
  36. Evolução do trabalho de parto e o uso do partograma
    1. Fase latente
    2. Fase ativa
  37. Curva de Friedman

Estágio precoce de ameaça ao bem estar do feto Nutrientes / veia umbilical / sg oxigenado com nutrientes para o feto / fígado / seio porta que transporta sg para as veias hep e ducto venoso que atravessa o fig e entra na vci. Forame oval abre-se direta// da vci e o sg passa direta// para ae. Pequena ou nenhuma quantidade de sg menos oxigenado da vcs atravessa o fo. O fluxo e sg da vci até o ae não passa pelo vd e circulação pulmonar e permite oferta de sg +oxigenado ao ve O sg + oxigenado que atravessa o fo para ser ejetado pelo ve perfunde 2 órgàos vitais :coração e cérebro O sg venoso proveniente da vcs e ejetado do vd para o tronco pulmonar é desviado através do canal arterial para a aorta descendente. O sg volta à placenta através das 2 art hipogástricas

[...] FORAME OVAL ABRE-SE DIRETA// DA VCI E O SG PASSA DIRETA// PARA AE.PEQ OU NENHUMA QTIDADE DE SG MENOS OXIGENADO DA VCS ATRAVESSA O FO.O FLUXO E SG DA VCI ATÉ O AE NÃO PASSA PELO VD E CIRCULAÇÃO PULMONAR E PERMITE OFERTA DE SG +OXIGENADO AO VE O SG + OXIGENADO QUE ATRAVESSA O FO PARA SER EJETADO PELO VE PERFUNDE 2 ÓRGÀOS VITAIS :CORAÇÃO E CÉREBRO O SG VENOSO PROVENIENTE DA VCS E EJETADO DO VD PARA O TRONCO PULMONAR É DESVIADO ATRAVÉS DO CANAL ARTERIAL PARA A AORTA DESCENDENTE O SG VOLTA À PLACENTA ATRAVÉS DAS 2 ART HIPOGÁSTRICAS SOFRIMENTO FETAL AGUDO HIPÓXIA AGUDA REDISTRIBUIÇÃO DO FLUXO+VASODILATAÇÃO NOS ÓRGÃOS NOBRES E VASOCONSTRIÇÃO PERIFÉRICA ELEVAÇÃO DA FC E TAQUICARDIA COMPENSATÓRIA HIPÓXIA MANTENDO DIMINUIÇÃO DA FC BRADICARDIA E DESACELERAÇÕES ETIOLOGIA CONTRAÇÕES HIPERATIVAS DO TP HIPOTENSÃO SUPINA ANESTESIA PERIDURAL DPP PROLAPSO DE CORDÃO UMBILICAL,NÓS E CIRCULARES APERTADAS SFC ASSOCIADO AO ESTRESSE DO TP DIAGNÓSTICO AVALIAÇÃO DO BCF DETECÇÃO DE ACIDOSE FETAL AVALIAÇÃO DO BCF AUSCULTA DO BCF A CADA 30' DURANTE A FASE DE DILATAÇÃO E A CADA 5' NO PERÍODO EXPULSIVO VN DE 120 A 160 BPM COM VARIABILIDADE DE 15 BPM DA LINHA DE BASE AUSCULTA COM ESTESTOSCÓPIO DE PINNARD OU SONAR REGISTRO COM CTB CARDIOTOCOGRAFIA DIP I DESACELERAÇÃO PRECOCE DIP II DESACELERAÇÃO TARDIA DIP 0 DESACELERAÇÃO VARIÁVEL DIP I OCORRE AO MESMO TEMPO QUE O PICO DA CONTRAÇÃO E É OCASIONADA PELA COMPRESSÃO DO POLO CEFÁLICO COM ALTERAÇÃO DO FLUXO SANGUÍNEO CEREBRAL E CONSEQUENTE ESTIMULAÇÃO VAGAL ( RESPOSTA PARASSIMPÁTICA) DIP II OCORRE TARDIAMENTE EM RELAÇÃO AO PICO DE CONTRAÇÃO, EM DECORRÊNCIA DE FALTA DE OXIGENAÇÃO DO ESPAÇO INTERVILOSO CAUSADA PELA CONTRAÇÃO DIP 0 NÃO MOSTRA CORRELAÇAO COM A CONTRAÇÃO, PODENDO OCORRER ALEATORIAMENTE, POR QUALQUER FATO QUE OCLUA TEMPORARIAMENTE O FLUXO SANGUÍNEO UMBILICAL ALTERAÇÕES DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA BASAL TIPO 0 (SILENCIOSA):AMPLITUDE < 5 BPM, CONFIGURA PADRÃO TERMINAL TIPO1(COMPRIMIDA):AMPLITUDE ENTRE 5 E 10 BPM,SINAL DE HIPÓXIA,SONO FETAL OU EFEITO DE DROGAS DEPRESSORAS DO SNC TIPO2(ONDULATÓRIA):AMPLITUDE ENTRE 10 E 25 BPM,NORMAL TIPO3(SALTATÓRIA)AMPLITUDE>25 BPM INDICA GDES SOLICITAÇÕES HEMODINÂMICAS E PODE CONVERTER-SE EM PADRÃO CLARAMENTE PATOLÓGICO DETECÇÃO DA ACIDOSE FETAL ATRAVÉS DE MICROAMOSTRAS DE SG DO COURO CABELUDO FETAL, REVELA VALORES DA GASOMETRIA DE FORMA INTERMITENTE NÃO REGISTRANDO NECESSARIAMENTE O MOMENTO REAL, NÃO É CAPAZ DE DIFERENCIAR A ACIDOSE RESPIRATÓRIA DA METABÓLICA CONDUTA A PREVENÇÃO DO SF É SEMPRE MAIS EFICIENTE QUE O TTO,É FUNDAMENTAL O BOM ACOMPANHAMENTO DO TP, POIS A DETECÇÃO PRECOCE DE ANORMALIDADES PERMITE A CORREÇÃO IMEDIATA DE SEUS FATORES DESENCADEANTES , COM CONSEQUENTE MELHORA DO APGAR HIPERCINESIA UTERINA RETIRAR OCITÓCICO E COLOCAR EM DLE AUMENTAR O2 DA MÃE USAR TOCOLÍTICOS AMNIOTOMIA CESARIANA PROLAPSO DE CORDÃO TENTATIVA DE REDUÇÃO OU CESARIANA NO CASO DE INSUCESSO CIRCULARES APERTADAS E NÓS DE CORDÃO CESARIANA HIPOTENSÃO DLE INFUNDIR VOLUME DROGAS VASOPRESSORAS ROTURA UTERINA CESARIANA SOFRIMENTO FETAL CRÔNICO É UM ESTADO DE HIPÓXIA E MÁ NUTRIÇÃO FETAL PROLONGADO ,GERANDO UMA MODIFICAÇÃO DO POTENCIAL DO SEU CRESCIMENTO RESULTANDO EM CIUR TIPO II ETIOLOGIA FAT INTRÍNSECOS QUE AGEM DIRETAMENTE NO ORGANISMO FETAL OU EXTRÍNSECOS QUE DIFICULTAM AS TROCAS NUTRITIVAS MATERNO FETAIS, ESTÃO NA GÊNESE DO PROBLEMA FATORES INTRÍNSECOS MAL FORMAÇÕES FETAIS DROGAS TERATOGÊNICAS INFECÇÃO IRRADIAÇÃO FATORES EXTRÍNSECOS TABAGISMO HIPÓXIA CRÔNICA MATERNA LOCALIZAÇÃO INADEQUADA DA PLACENTA STFF INSUFICIÊNCIA PLACENTÁRIA FISIOPATOLOGIA BX OXIGENAÇÃO E NUTRIÇÃO DESENVOLOVE ADAPTAÇÕES HEMODINÂMICAS E METABÓLICAS: HIPOXEMIA HIPERCAPNIA ACIDOSE HIPOGLICCEMIA LEUCOPENIA TROMBOCITOPENIA AUMENTO DA SÉRIE VERMELHA DEFICIÊNCIA IMUNOLÓGICA DESVIO DO FLUXO SG PRIORIZANDO CÉREBRO E CORAÇÃO HIPÓXIA CENTRALIZAÇÃO DA VELOCIDADE DIASTÓLICA DE FLUXO DAS A. [...]


[...] CEREBRAIS, CONCOMITANTEMENTE HÁ AUMENTO DO FLUXO NO DUCTUS VENOSO MAIOR APORTE DE SG PARA OXIGENAÇÃO CEREBRAL E CARDÍACA MANUTENÇÃO DA HIPÓXIA DA RESISTÊNCIA VASCULAR POR VASOCONSTRIÇÃO PERIFÉRICA PD NO AD E VD AGRAVAMENTO DA HIPÓXIA DO FLUXO RETRÓGRADO DA VCI A CADA SÍSTOLE ATRIAL REDUZ OU INVERTE O FLUXO NO DUCTUS VENOSO.PODE HAVER PULSAÇÃO NA VEIA UMBILICAL DIAGNÓSTICO USOM CTG DOPPLERFLUXOMETRIA USOM RELAÇÃO CC E A CA-MELHOR MÉTODO DE AVALIAÇÃO DE DESNUTRIÇÃO FETAL, PBF(MOV SOMÁTICOS,VOLUME DO LA,REATIVIDADE CARDÍACA A MOVIMENTOS,TÔNUS, MOV RESPIRATÓRIOS).ILA É UM EXCELENTE MARCADOR DE SFC,POIS REFLETE A VASOCONSTRIÇÃO PERIFÉRICA FETAL COM DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃO DE URINA E LIQ PULMONAR CARDIOTOCOGRAFIA REATIVO:PRESENÇA DE AT EM 30% DOS MF DE AMPLITUDE>15 BPM, MANTIDA POR UM PERÍODO DE PELO MENOS 15' NÃO REATIVO:AUSÊNCIA DE AT COM AMPLITUDE>15 BPM,SE DIVIDE EM NÃO REATIVO PROPRIAMENTE DITO,GRAVE E TERMINAL UMBILICAL:TRAÇADO REATIVO QUE APRESENTA DIP UMBILICALAOS MF E ÀS CONTRAÇÕES CARDIOTOCOGRAFIA COM ESTIMULAÇÃO FETO REATIVO: HÁ RESPOSTA CARDÍACA E SUA AMPLITUDE É MAIOR QUE 20 BPM MANTIDA PELO MENOS POR 3' FETO HIPORREATIVO:QUANDO A AMPLITUDE FOR MENOR QUE 20 BPM E/OU DURAÇÃO MENOR QUE 3' FETO NÃO REATIVO:QUANDO NÃO HÁ RESPOSTA CARDÍACA OU APARECEM DIP DOPPLERFLUXOMETRIA NAS A.UMBILICAIS MEDE-SE O IR QUE É DIRETAMENTE PROPORCIONAL À DETERIORAÇÃO DA OXIGENAÇÃO FETAL E CULMINA COM DIÁSTOLE ZERO, MOSTRA UMA REDISTRIBUIÇÃO HEMODINÂMICA COM VASOCONSTRIÇÃO GRAVE NA AORTA ABDOMINAL, ART MESENTÉRICAS E CIRCULAÇÃO PERIFÉRICA PARA PREVILIGIAR CÉREBRO E MIOCÁRDIO FASES DA CENTRALIZAÇÃO CENTRALIZAÇÃO NORMOXÊMICA CENTRALIZAÇÃO HIPOXÊMICA DESCENTRALIZAÇÀO CENTRALIZAÇÃO NORMOXÊMICA A CIRCULAÇÃO PRIVILEGIA OS TEC NOBRES, A PO2 É NORMAL,MÁS JÁ HÁ ACIDOSE, O FLUXO UMBILICAL É MENOR QUE O CEREBRAL, JÁ PODE OCORRER DIÁSTOLE ZERO NA AORTA ABDOMINAL CENTRALIZAÇÃO HIPOXÊMICA O FLUXO PREFERENCIAL NÃO ASSEGURA NORMOXEMIA AO CÉREBRO E CORAÇÃO (ACIDOSE E HIPOXEMIA, CTG COM PADRÃO NÃO REATIVO E COM DIP II) DESCENTRALIZAÇÃO A REDISTRIBUIÇÃO DE FLUXO ENTRA EM COLAPSO PELO EDEMA CEREBRAL E DESCOMPENSAÇÃO CARDÍACA, HÁ PIORA DA ACIDOSE DA HIPÓXIA E APARECE HIPERCAPNIA, DIÁSTOLE REVERSA NA ART UMBILICAL E ALTERAÇÀO NO DOPPLER VENOSO,CTG TEM OSCILAÇÃO LISA CONDUTA IDENTIFICAR OS FAT ETIOLÓGICOS , TENTAR UM CONTROLE DA CONDIÇÃO PATOLÓGICA E IDENTIFICAR O MOMENTO MAIS ADEQUADO PARA INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ Conclusões O feto não possui a maturação completa [...]

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