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Traumatismo hepático

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Bruno C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
53 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
157 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Diagnóstico e tratamento pré-operatório
  3. Classificação e tratamento cirúrgico
    1. Lacerações capsulares
    2. Lacerações parenquimais
    3. Feridas penetrantes
    4. Destruição lobar ou hematoma central
    5. Lesão venosa hepática ou da veia cava retro-hepática
  4. Tratamentos

I. Traumatismo Hepático A. Generalidades. Os traumatismos hepáticos estão presentes em grande parte das lesões intra-abdominais, sejam elas abertas ou fechadas, em decorrência da posição e do tamanho da víscera. Entre os traumatismos hepáticos abertos, as lesões conseqüentes a projéteis de arma de fogo são as mais freqüentes e, usualmente, as mais graves. A seguir, vêm as lesões por arma branca. Entre os traumatismos hepáticos fechados, os acidentes automobilísticos são, de longe, a causa mais freqüente, e com uma incidência progressivamente maior em função do maior número e gravidade desses acidentes. As quedas e contusões por motivos diversos também contribuem significativamente para o aumento do número de lesões hepáticas. As lesões de outras estruturas estão quase sempre associadas aos traumatismos hepáticos e contribuem significativamente para o aumento das taxas de morbidade e mortalidade. Entre as lesões encontradas em associação a lesões hepáticas, as mais freqüentes são: do trato gastrointestinal, da parede torácica e dos órgãos intratorácicos, renais, do baço e crânio. O fígado ocupa o hipocôndrio direito e ultrapassa a linha média, relacionando-se com o estômago, cólon transverso e baço. Os vários ligamentos são reflexões do peritônio sobre a superfície hepática. A divisão em lobos direito e esquerdo, os ligamentos hepáticos, e a distribuição segmentar dos canais biliares e das veias hepáticas. B. Diagnóstico e tratamento pré-operatório. A imediata avaliação do estado geral do paciente, com as medidas usuais de suporte terapêutico do politraumatizado, é regra geral. O exame clínico, a punção abdominal, a videolaparoscopia e os estudos de imagem constituem os meios pelos quais podemos estabelecer o diagnóstico de lesão hepática.

[...] Traumatismo das Vias Biliares Extra-Hepáticas. A lesão das vias biliares extra-hepáticas é rara, estando em torno de dos traumatismos abdominais, sendo, em geral, associada ao trauma abdominal penetrante (por arma de fogo ou arma branca) às vezes, por contusão abdominal. Nos adultos, predominam as lesões penetrantes nas crianças, as contusões (geralmente no quadrante superior direito do abdômen). A apresentação clínica é decorrente da lesão associada de outras vísceras intra-abdominais, que levam ao choque hipovolêmico e ao peritonismo. A lesão isolada das vias biliares pode passar despercebida, por ser a bile estéril pouco irritativa, cursando o quadro com dor abdominal leve e sinais hipovolêmicos de pouca gravidade, que regridem espontaneamente, levando o paciente a receber alta hospitalar para, dentro de alguns dias ou semanas, retornar com icterícia, inanição, náuseas, vômitos, distensão abdominal, ascite, fezes acólicas, dor e elevação moderada da temperatura corporal. [...]


[...] Dutos biliares. De acometimento menos comum ainda, as lesões de dutos biliares podem atingir o colédoco, os hepáticos comum, direito ou esquerdo. Os traumas penetrantes podem estar associados à lesão de outras estruturas do hilo hepático, como veia porta e artéria hepática. Os traumas contusos lesam os dutos biliares, mas poupam os elementos vasculares, devido ao fato de a artéria hepática ser tortuosa e sem pontos de fixação, e porque a veia porta, não possuindo válvulas, esvazia-se e descomprime-se rapidamente em direção à circulação esplâncnica. [...]


[...] Realizar um tamponamento temporário, identificar e ligar vasos e canais biliares. b. Desbridar tecidos desvitalizados. c. Suturar as lesões com fio absorvível cromado número 1-0 ou com pontos em ou evitando apertar em demasia na amarração e tomando o cuidado de evitar pontos profundos no centro, o que poderá lesar vasos e canais biliares subjacentes e impedir uma drenagem adequada. d. Colocar drenos de borracha macia (Penrose) nas proximidades da lesão com saída póstero-lateral na parede abdominal Feridas penetrantes a. [...]

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