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Tumores benignos co colo uterino

Informações sobre o autor

Medico
Nível
Especializado
Estudo seguido
Universidad...

Informações do trabalho

MIHAI SORIN D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
23 páginas
Nível
Especializado
Consultado
50 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Anatomia
  2. Tumores Benignos: Conceito, etiologia, macroscopia, quadro clínico, diagnóstico e tratamento
    1. O pólipo cervical e o pólipo endocervical
    2. O cisto Naboth
    3. As lacerações
    4. Os miomas cervicais
    5. A estenose cervical
  3. Neoplasia intraepitelial do colo uterino
    1. Conceito
    2. Etiopatogenia
    3. Fatores de risco (agentes e perfil da mulher de alto risco)
    4. Quadro clínico
    5. Diagnóstico
    6. Terapêutica
    7. Seguimento
  4. O tratamento da infecção com papilomavirus
  5. A terapia ablativa da neoplasia intra-epitelial
    1. Crioterapia
    2. Laserterapia
    3. Cauterização (Electroterapia)

I. Anatomia.
Entre a parte de baixo e aquela de cima do útero pode ser remarcada uma estreita leve chamada de istmo uterino, que separa o útero em duas partes:
?- acima o corpo uterino de forma de cone achatado da frente pra trás
- o colo uterino, cilíndrico, a vagina inserindo-se no colo, dividindo-lo em duas partes ? supravaginal e vaginal. A parte vaginal e visível por especulo e acessível para o dedo no caso de toque vaginal. O colo e atravessado pelo meio de um canal ? o canal endocervical que relaciona a cavidade virtual uterina com a vagina. Nas nulíparas, o colo tem forma circular ou oval (3-4 mm de diâmetro) enquanto já nas primíparas ele já e um orifício com um monte de carúnculas e depressões (colo cicatricial)

A cavidade do colo uterino e o canal endocervical, fusiforme, enchido pelo uma tampa de muco. Nas paredes anteriores e posteriores podemos observar umas plicaturas que, na secção tem forma de folha de arvore (o arvore da vida). As glândulas da mucosa que esta revestindo o interior do colo secreta um muco chamado de gléra cervical. No meio de ciclo menstrual o orifício esta se abrindo e a glere vira abundante fluido, transparente, límpido e filânte. Fora da fase de ovulação a gléra endurece e forma uma tampa que obstrua o orifício cervical impedindo as infecções e mesmo os espermatozóides entrar.
Sendo a parte basal do útero e proeminente na vagina, ele pode ser sentido ate ao auto-apalpação vaginal ou ao toque vaginal medical. Tambem, pode ser visto com o especulo vaginal ou pela colposcopia.

[...] são as mais freqüentes tumores benignas de colo uterino incidência). E mais comum nas mulheres entre 40-50 anos. Normalmente são formações únicas mas pode aparecer, raramente polipose múltipla. A maioria tem consistência mole, nítida, vermelha ou encarnada e estrutura frágil. O pólipo sangra na hora que esta tocado. O tamanho e variável, de alguns milímetros a alguns centímetros em diâmetro. O cumprimento deles e variável. Polipo endocervical (colposcopia e histologia). Na histologia, à direita, note na partecentral, o eixo conjuntivo-vascular que dá sustentação à formação. [...]


[...] Mesmo após o histerectomia existe algum risco para a neoplasia reaparecer (um intervalo 5 anos para o diagnóstico do câncer após a histerectomia quando a operação foi executada para carcinoma intraepitelial). Quando a histerectomia tem sido executada para a doença benigna, o intervalo era 13.1 anos. Um estudo retrospectivo das mulheres com câncer cervical sugeriu um risco aumentado do câncer cervical se o intervalo da seleção excedesse 2 anos. AS RECOMENDAÇOES PARA O SCREENING COM PAPANICOLAU IDADE The American American Canadian Task International National College of Cancer Society Force Academy Cancer Gynecologist s (ACOG) QUANDO TORNA-SE QUANDO TORNA-SE TORNA-SE SEXUALMENTE TORNA-SE SEXUALMENTE SEXUALMENTE ATIVA SEXUALMENTE ATIVA ATIVA ATIVA ANOS DOIS TESTES FOR TESTES NEGATIVOS, SEXUALMENTE NEGATIVOS PODE DEPOIS, ATIVA FAZER NUM CONTINUA-SE DE INTERVALO DE ANOS MAIS FREQUENTE NEGATIVOS DE RISCO, O EXAME PÉLVICO TEM QUE SER FEITO ANUALMENTE MAIS DE ANUALMENTE PELO MENOS DE DEPOIS DOIS ANUALMENTE DEPOIS DOIS MAIS FREQUENTE NEGATIVOS PODE NEGATIVOS OS SE EXISTIR PARAR OS EXAMES PODEM QUALQUER FATOR TESTES SER PARADOS DE RISCO, O EXAME PÉLVICO TEM QUE SER FEITO ANUALMENTE A BIOPSIA A agulha da biopsia é capaz de remover uma amostra pequena do tecido de 2 a 3 milímetros. [...]


[...] O exame screening Papanicolau tem uma importância profilática fundamental - parece a diminuir a freqüência do carcinoma invasivo de colo com 50% nos últimos 25 anos A maioria dos casos da carcinoma intra-epitelial não degenera em câncer. Algumas formas de baixo grau apresentam, as vezes, regressões espontâneas, mas todas apresentam risco significativo para a malignidade. O risco de progressão da carcinoma intra-epitelial de forma leve ate a forma grave e de 16%. A progressão maligna e máxima para carcinoma intra-epitelial nível III, intermediaria para carcinoma de gravidade II e baixa para carcinoma de nível I 3. [...]

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