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A mortalidade da mulher no período reprodutivo

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Marcos Botega S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
22 páginas
Nível
Para todos
Consultado
165 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revisão literária
    1. Padrão demográfico do Brasil
    2. Mortalidade materna
    3. Mortes e mortalidades maternas: definições e medidas
    4. A exatidão das medidas das taxas ou razões de mortalidade materna
    5. Metodologias alternativas para cálculo da mortalidade materna
    6. Método das Irmãs
    7. Inquérito de mortalidade em idade reprodutiva
    8. Uma proposta para América Latina: o caso do Brasil
    9. Mortalidade de mulheres em idade fértil
    10. Causas e fatores associados à mortalidade de mulheres em idade reprodutiva
  3. Metodologia
  4. Conclusão
  5. Referências bibliográficas

Procedendo a uma investigação de fidedignidade da certificação da causa básica da morte de mulheres em idade fértil (10-49 anos) residentes no Município de Blumenau, nos anos de 2002 e 2003, serão apresentadas as principais causas de morte encontradas para o conjunto da população e segundo idade.
O conhecimento da mortalidade da mulher no período reprodutivo tem despertado interesse crescente na área da saúde, tendo em vista os programas de saúde da mulher que pretendem abranger não só a questão da reprodução, como também aquelas relacionadas às suas condições específicas de trabalho e de vida. Neste sentido, verifica-se que nas últimas décadas a mulher brasileira assume posições de diferenciada dimensão social com a intensa queda da fecundidade nos últimos 20 anos, a crescente participação na força de trabalho e modificações na organização familiar.
O objetivo deste estudo é identificar o perfil epidemiológico da mortalidade materna em Blumenau - SC, no período de 2002 a 2003, contribuindo, assim, para o planejamento de ações que tenham repercussão na redução da morbi-mortalidade materna. O investimento na melhoria da qualidade de assistência à saúde da mulher no pré-natal, no parto e no puerpério é uma ação viável e de grande impacto neste quadro, dependendo apenas da vontade política das autoridades.
Questões vinculadas à saúde, educação e emprego tornam-se importantes na determinação das condições concretas de vida e morte da mulher. Neste contexto, surge a necessidade de se conhecer o quadro de mortalidade feminina atual e suas possíveis variações nas últimas décadas.
Assim, estudou-se o comportamento da mortalidade feminina no período reprodutivo, entre os anos 2002 e 2003.
Este estudo se justifica, pois a mortalidade materna é um bom indicador de saúde da população feminina, bem como indicador de iniqüidade. De fato, os níveis de mortalidade materna mostram grandes disparidades ao se comparar diferentes níveis de desenvolvimento entre países e regiões.
Acredita-se que destacam-se, pela ordem, as doenças do aparelho circulatório (doenças cardiovasculares ? DCV), os neoplasmas malignos e as causas externas.
No presente estudo, considera-se que os fatores sócio-econômicos, aliados à queda na qualidade da assistência prestada à mulher na gestação, no parto e no puerpério, são variáveis que desempenham um papel significativo na evolução do coeficiente da mortalidade materna. Os dados e fatos sugerem que estes aspectos exercem influência sobre a estabilização da taxa da mortalidade materna no período de 1983 a 1987.
Os dados foram obtidos das Declarações de Óbito registradas na Vigilância Epidemiológica do município de Blumenau. Foram coletadas as informações referentes a mulheres no período reprodutivo (15 a 49 anos), considerando-se: procedência, estado civil, idade e causa do óbito.
As causas de óbitos foram estudadas de acordo com os 17 Capítulos da Classificação Internacional de Doenças (CID, 2003).

[...] Tendência da mortalidade por doença isquêmica do coração no Estado de São Paulo: 1970 a 1989. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 61:149-153. 1993b. MASSACHS, G. P. Mortalidade Materna. Salvador Dissertação de Mestrado, Salvador: Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia MELLO-JORGE, M. H. P. O Registro dos Eventos Vitais: Sua Importância em Saúde Pública. São Paulo: Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde para Classificação de Doenças em Português, Universidade de São Paulo MELLO-JORGE, M. H. P. & LATORRE, M. [...]


[...] Diferente do encontrado por outros autores brasileiros (LOLIO et al., 1991; CARVALHEIRO e MANÇO, 1992), para o Estado de São Paulo, em que as causas externas representaram a terceira causa de morte, no grupo estudado estas representaram um quinto da mortalidade no período e foram a segunda causa de óbito, apesar de muito próxima às mortes por neoplasias. O crescimento da mortalidade secundária às causas externas tem sido avaliado no Brasil, em distintos segmentos da população. Vermelho e Mello- Jorge (1996) descrevem a evolução da mortalidade de jovens de 15 a 24 anos, nos Municípios de São Paulo e Rio de Janeiro, ocorrida de 1930 a 1991, e revelaram taxas crescentes de mortalidade por causas externas, que passaram a ocupar o primeiro lugar desde a década de 60, e com um crescimento nos coeficientes de até três vezes para o ano de 1991 em relação ao ano de 1960. [...]


[...] Tornam-se, portanto, bastante úteis os estudos de morbidade e de mortalidade da população feminina, com sua distribuição no tempo, no espaço e segundo atributos pessoais, principalmente aqueles voltados para o período reprodutivo onde, a par da exposição aos fatores de risco referidos, a mulher está ainda exposta aos fatores inerentes à gestação, parto e puerpério. Nas sociedades econômico, cultural e socialmente mais desenvolvidas, a mortalidade masculina é maior do que a feminina em todas as faixas etárias. Esta condição resulta em uma maior esperança de vida ao nascimento de cerca de sete a oito anos para as mulheres (BANCO MUNDIAL, 1990). [...]

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