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Abordagem terapêutica - em toxicologia

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
32 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
140 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Abordagem diagnóstica
    1. Diagnóstico
  2. Abordagem Sindrômica
    1. Síndrome Anticolinérgica
    2. Síndrome Colinérgica
    3. Síndrome Simpaticomimética
    4. Síndrome dos Sedativos, opiáceos e etanol
  3. Abordagem terapêutica
    1. Medidas prioritárias
  4. Via de intoxicação: Digestiva
  5. Indução do vômito
    1. Indicações
    2. Contra-indicações
    3. Efeitos adversos
    4. Técnica
  6. Lavagem gástrica
    1. Indicações
    2. Contra-indicações
    3. Efeitos adversos
    4. Técnica
  7. Catarse
    1. Indicações
    2. Contra-indicações
    3. Efeitos adversos
    4. Técnica
  8. Carvão ativado
    1. Indicações
    2. Eficácia
    3. Contra-indicações
    4. Efeitos adversos
    5. Técnica
  9. Outros agentes adsorventes
    1. Colestiramina
    2. Demulcentes (clara de ovo, leite)
    3. Bicarbonato de sódio
    4. Terra de Fuller (silicato de alumínio e magnésio)
    5. Resina de troca de íons (K+/Ca++)
  10. Via de intoxicação Tópica ou Inalatória
  11. Via de intoxicação: Pele
  12. Via de intoxicação: Olhos
  13. Via de intoxicação: Vias aéreas
  14. Abordagem terapêutica: Vias de excreção
  15. Diurese forçada
  16. Diurese alterada (forçada)
  17. Diurese neutra forçada
  18. Diurese ácida forçada
  19. Diálise gastrintestinal
  20. Abordagem Terapêutica:Via extracorporal
  21. Hemodiálise
  22. Hemoperfusão
  23. Outras formas de excreção
    1. Diálise peritoneal
    2. Hemofiltração
    3. Plasmaferese
  24. Técnicas X Concentração
  25. Conclusão
  26. Bibliografia

Diagnóstico: História clínica e exame físico: Objetivo: Identificar o tóxico Exames laboratoriais: Glicemia, ureia, creatinina; eletrólitos, gasometria, hemograma, fç hepática Urina: EAS ECG (Exames toxicológicos) Síndrome Anticolinérgica: Sinais e sintomas: mídriase, taquicardia, vasodilatação, hipertermia, secura da pele e mucosas, retenção urinária; confusão, agitação, psicose, mioclonias, tremor, alucinações, convulsões, coma Causas mais comuns: Antihistamínicos, antiparkinsónicos, antipsicóticos, antiespasmódicos, atropina, antidepressivos, relaxantes musculares, cogumelos, plantas?

[...] Concomitantemente devemos nos preocupar em avaliar a gravidade do caso e instituir a terapêutica correta. Inúmeras são as formas de eliminar o tóxico. Dependerá do tipo de tóxico, da sua via de contaminação (cutânea, mucosa, inalatória, digestiva, endovenosa). Diante disso poderemos instituir a melhora terapêutica. A via digestiva corresponde a maioria das intoxicações e para ela existem mecanismo simples como o xarope de Ipeca indutor de vômitos, lavagem gástrica, catárticos, quelantes. [...]


[...] Catarse Droga utilizada: Sorbitol a 70% Indicações: Aceleração do trânsito intestinal e eliminação do complexo tóxico-carvão; Aceleração da eliminação de tóxicos não absorvidos Contra-indicações: Obstrução intestinal; Não usar catárticos com sódio ou magnésio em doentes com insuficiência renal ou retenção hídrica Catarse Droga utilizada: Sorbitol a 70% Efeitos adversos: Perda hídrica excessiva, hipernatremia e hiperosmolaridade; hipermagnesemia Técnica: administrar 1-2 mL/kg de sorbitol a repetir metade da dose se após 4 a 6 h não há trânsito intestinal Carvão ativado É o ?antídoto universal? pois são poucos tóxicos não são adsorvidos por ele : alcalinos, cianeto, etanol e outros álcoois, ferro, lítio e potássio) Indicações: Eficaz na maior parte das intoxicações orais; É antídoto no tratamento da toxicidade do: Carvão ativado Eficácia: Aumenta se previamente induzir o vômito com xarope de ipeca ou se fizer lavagem gástrica; Se usado várias vezes, eficácia aumenta na intoxicação por digital, fenobarbital, paracetamol, salicilatos e teofilina; Contra-indicações: íleo ou obstrução intestinal; ingestão de ácidos minerais, álcalis cáusticos ou derivados de petróleo Efeitos adversos: Vômito, constipação, distensão gástrica Técnica: dose inicial: administrar 1-2 g/kg; doses seguintes: 0,5-1 g/kg de 4 em 4 horas Outros agentes adsorventes Colestiramina: Organoclorados de alta toxicidade: Aldrin, Dieldrin, Endrin, Endosulfan Organoclorados de média toxicidade: Lindano, Kepone, Mirex, Toxafem Organoclorados de baixa toxicidade: Ethylan, Hexaclorobenzeno, Methoxyclor Demulcentes (clara de ovo, leite): Metais pesados Outros agentes adsorventes Bicarbonato de sódio: Ferro Terra de Fuller (silicato de alumínio e magnésio): Paraquat (herbicida) Resina de troca de íons Nos casos de Hiperpotassemia Dose: 15 g em sorbitol a 70% VO; 30 em metilcelulose a Via retal Via de intoxicação Tópica ou Inalatória Intoxicação por via tópica ou inalatória: Pele e olhos: Pesticidas, hidrocarbonetos e cianeto Vias aéreas Via de intoxicação: Pele Muitos tóxicos são absorvidos através da pele; Deve-se remover as roupas e lavar com água abundante; Usar sabão nas substâncias oleosas; Agentes com neutralizantes específicos: Tóxico Neutralizante - ácido fluorídrico sulfato de magnésio ou gluconato de cálcio - ácido oxálico gluconato de cálcio - fósforo (branco) sulfato de cobre Via de intoxicação: Olhos Deve-se lavar com água limpa, abundantemente; Aplicar colírio de anestésico local; Se ácido ou base: Verificar pH e continuar a lavar se o pH é ácido ou álcali; Não usar substâncias neutralizantes; Todos deverão ser encaminhados ao oftalmologista; Via de intoxicação: Vias aéreas Inalação de gases ou fumos tóxicos: Remover o doente do local; Administrar O2 nasal umidificado; Observar sinais de edema das vias aéreas superiores que rapidamente pode evoluir para obstrução total das vias aéreas; Se necessário: Intubação endotraqueal precoce; Observar por pelo menos 8 horas: Pois pode surgir edema pulmonar Abordagem terapêutica Vias de excreção O tóxico pode ser eliminado das seguintes formas: Diurese forçada Diálise gastrintestinal Terapia extracorpórea Hemodiálise Hemoperfusão Diálise peritoneal Plasmaférese Exsanguíneotransfusão Diurese forçada Drogas mais usadas: Furosemida e manitol; Indicações: Tóxicos com volume de distribuição baixa e taxa de ligação às proteínas baixa Diurese alterada (forçada) Alteração do pH urinário para facilitar excreção: Alcalinizar a urina alcalina: barbitúricos, primidona, salicilados, lítio, isoniazida Neutralizar a urina: brometos Acidificar a urina: fenciclidina anfetaminas Efeitos adversos: Envolve administração de grandes quantidades de volume ácido ou alcalino e pode provocar edema pulmonar, hipo ou hipercalemia, alcalose. [...]

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