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Apendicectomia

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFPE

Informações do trabalho

DIEGO H.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
578 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Apendicite aguda
  2. Indicações
  3. Tempos operatórios
  4. Apencicectomia videolaparoscópica

A apendicite aguda é a principal causa do abdome agudo não traumático, em adultos jovens. Daí vem toda a importância de se conhecer os detalhes dessa patologia, principalmente fazer um diagnóstico precoce, pra evitar complicações, e, além disso, optar pela melhor técnica cirúrgica.

Objetivos : Fazer uma abordagem atualizada das condutas terapêuticas, na apendicite aguda e discutir as melhores indicações para a apendicectomia aberta e a cirurgia laparoscópica.

A apendicectomia consiste da retirada cirúrgica do apêndice cecal, que é uma operação simples, porém, sujeita a complicações diversas. Já foi muito feita como medida "profilática" contra a apendicite, que é potencialmente fatal, mas verificou-se que a possibilidade de ocorrer tal inflamação é menor do que a freqüência da ocorrência de complicações e aderências derivadas da cirurgia - portanto, tal procedimento foi abandonado. Atualmente, é necessário uma hipótese diagnóstica de inflamação apendicular para se realizar a cirurgia. O apêndice pode estar em diversas posições diferentes, o que pode confundir o clínico e, portanto, retardar o diagnóstico de apendicite, especialmente se sua localização for retrocecal, o que não é o mais comum.
O apêndice apresenta uma posição variável e pode ser classificado em anterior, em posição ilial ou pelvina, ou posterior em posição subcecal, retrocecal, ou retrocólica. A posição mais comum é a pelvina. Os apêndices também podem estar fixos ou livres. Os apêndices fixos, que estão presentes em menos de um terço dos casos, são tanto retrocecais como retrocólicos, em posição. Eles são mantidos em posição por uma prega peritoneal curta ou por uma aderência à face posterior do ceco ou colon. Um apêndice livre pode ser encontrado em qualquer ponto no interior de uma projeção esférica, cujo centro é a inserção do apêndice no ceco. Quando o ceco está cheio e descendente, o apêndice livre está pendente e, amiúde, atinge a pelve. Quando o ceco está vazio e contraído, o apêndice pode tornar-se retrocecal em posição.
A apendicite gera um quadro típico, na sua sintomatologia - abdome agudo inflamatório - e, apesar de ser comum em jovens, atinge adultos e idosos também. A apendicite pode se tornar um quadro "crônico", após um "mascaramento" dos sintomas com uma medicação, como o uso de antibióticos em uma fase inicial. Geralmente essa infecção se torna aguda novamente e, muitas vezes, de forma mais grave. Deve-se, portanto, encarar a apendicite aguda seriamente, pois, se não tratada, pode ser fatal.

[...] ceco está vazio e contraído, o apêndice pode tornar-se retrocecal em posição. A apendicite gera um quadro típico, na sua sintomatologia - abdome agudo inflamatório - apesar de ser comum em jovens, atinge adultos e idosos também. A apendicite pode se tornar um quadro "crônico", após um "mascaramento" dos sintomas com uma medicação, como o uso de antibióticos em uma fase inicial. Geralmente essa infecção se torna aguda novamente muitas vezes, de forma mais grave. Deve-se, portanto, encarar a apendicite aguda seriamente, pois, se não tratada, pode ser fatal Apendicite aguda A apendicite aguda é um processo inflamatório agudo e purulento, decorrente, na maioria das vezes, da dificuldade de drenagem do conteúdo apendicular, com aumento de volume do apêndice e alterações circulatórias (isquemia). [...]


[...] Esta técnica é utilizada na apendicectomia laparoscópica, havendo a possibilidade do emprego de grampeadores APENCICECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA A primeira apendicectomia por vídeo foi realizada por Semm em 1983, sendo fortemente indicada atualmente nos casos de dúvida diagnóstica ou nos casos tardios com peritonite difusa. A introdução da cirurgia por vídeo - laparoscopia, em 1987, marcou um começo de uma nova era na cirurgia3. Apesar da apendicectomia por via laparoscópica não ter tido aceitação completa, talvez porque muitos cirurgiões acreditem que o apêndice pode ser removido com a mesma taxa de morbidade e de recuperação pós-operatória pela via convencional (laparotomia), ela tem ganhado espaço em meio aos serviços cirúrgicos, principalmente quando se tem em jogo a confirmação diagnóstica em casos de difícil esclarecimento4. [...]


[...] Nessa situação, o tratamento inicial deve ser clínico, sendo indicada a apendicectomia após o desaparecimento do quadro, em torno de 60 dias. A apendicite crônica não é uma entidade aceita universalmente, como já dito, sendo considerada por alguns cirurgiões como uma fase quiescente de processo agudo. A apendicectomia pode estar indicada quando houver reincidência freqüente do quadro clínico Tempos operatórios Pré-operatório - o paciente deve estar em jejum. Administra-se antimicrobiano pré-operatório, por via endovenosa. A droga a ser utilizada deve ser de amplo espectro, eficaz contra bactérias anaeróbias e Gram- negativas. [...]

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