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Atividades realizadas por laboratórios de patologia clínica e medicina laboratoriais

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Marcos Botega S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
18 páginas
Nível
Para todos
Consultado
232 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Atividades desenvolvidas
    1. Recepção e Coleta
    2. Hematologia
    3. Bioquímica
    4. Imunologia
    5. Microbiologia
    6. Uroanálise
    7. Parasitologia
    8. Lavagem e Esterilização de Materiais
    9. Limpeza do Laboratório
    10. Quadro de Pessoal
  3. Considerações gerais
  4. Referências bibliográficas

A finalidade e função dos laboratoristas dentro da Patologia Clínica e Medicina laboratorial são de fornecer subsídios clínicos que confirmem ou rejeitem o diagnóstico, providenciem linha de conduta para lidar com o paciente, estabeleçam um prognóstico, detectem a doença caso a caso ou por screening (exame de massa) e acompanham a pós terapia.
A satisfação no desempenho do laboratório é alcançada através da garantia do laboratório é alcançada através da garantia de qualidade que exige grandes contribuições, visando benefícios dos pacientes e atender os fornecedores da saúde de maneira efetiva, eficiente econômica. Embora a exatidão e a precisão tenham sido sempre pré-requisitos para um bom serviço de laboratório, a rapidez de um relatório de resultado lúcido é igualmente crítico para a excelência total no cuidado do paciente.
A produção de valores de qualidade laboratorial deve ser uma característica permanente que se pode alcançar atendendo-se aos princípios básicos de um laboratório como o coleta apropriada, manuseio e processamento da amostra de cada paciente. Tal meta é melhor atingida pela implementação de programas adequados contra riscos que identificam a utilização ótima de espaço, equipamento, reagentes e pessoal com medidas de resultados de exame. Outros aspectos a considerar incluem recrutar e treinar o pessoal qualificado, realizando a prática de gerenciamento competente e criando ou propiciando um ambiente seguro e saudável.
Estes sistemas devem ter adesão de todos para terem uma visão global e acesso às respostas dos exames e testes, quando participam da decisão nos cuidados do paciente.
A área de Farmácia e Bioquímica constitui uma ciência dinâmica, rica em descobertas e que se torna cada vez mais capacitada na busca de respostas para inúmeras indagações existentes e para aquelas que sempre deverão surgir.
A própria sobrevivência do homem acha-se intimamente associada aos conhecimentos proporcionados pela Farmácia e Bioquímica, vinculadas às inúmeras conquistas científicas que se renova a cada geração.

[...] II- ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 2.1 - Recepção e Coleta O atendimento realizado no laboratório municipal inicia-se às 6:00 horas, onde o paciente recebe uma senha para que seja atendido por ordem de chegada. Os idosos e pacientes oncológicos têm prioridade no atendimento. Os pacientes encaminham-se para a recepção e apresentam o pedido de exames e depois é feito seu cadastro. Mediante o pedido para exame de fezes e urina, o laboratório fornece os frascos coletores e é dado toda orientação quanto a assepsia e o modo de coletar as amostras. [...]


[...] Reagentes: tampão e reagente de cor. O resultado é lido no espectrofotômetro e a cor é estável por 30 minutos. Amostra: soro livre de hemólise, plasma e urina de 24 horas e líquor. Cálcio Método: titulométrico. Reagentes: tampão, indicador, EDTA. A mistura ficará vermelha com a adição do indicador e o titulador permite a viragem para a cor azul. Amostras: soro ou plasma; urina. Sódio e potássio. Utilizam-se frascos de vidro ou plástico e coloca-se 9,9 mL de H2O deionizada e 0,1 mL de amostra. [...]


[...] coleta e hora de cada coleta. Leva para estufa. Cultura de Secreções Pode ser: secreção de feridas, secreção uretral ou secreção vaginal. Os meios utilizados são o teague, cled, agar sangue e agar chocolate. Coloca-se o swab na salina e a partir desta, se faz a semeadura nos meios. O swab que estava na salina é transferido para o tioglicolato que é colocado na estufa juntamente com o teague, cled e agar sangue. O agar chocolate fica na jarra de anaerobiose. [...]

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