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Avaliação da dor

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos

Informações do trabalho

Adriana S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
6 páginas
Nível
Para todos
Consultado
234 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Dor aguda ou dor rápida
  2. Dor crônica ou dor lenta
  3. Dor central
  4. Dor visceral
  5. Dor parietal
  6. Dor referida
  7. Dor orgânica
  8. Dor psicogênica

A dor é uma experiência subjetiva, com múltiplos fatores influenciando sua percepção e manifestação. Ela é definida clinicamente como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada com um dano tecidual real ou potencial.Os fatores que influenciam a atual experiência dolorosa do indivíduo incluem a intensidade do estímulo e, num grau ainda maior, a interpretação do estímulo. A interpretação da dor é influenciada por idade, sexo, etnia, cultura, antecedentes religiosos, níveis de atenção e de distração, ambiente e a resposta dos outros ao comportamento diante da dor.
Como existem várias tipos e classificações sobre a dor é preciso realizar questionários que levam o terapeuta a identificar a enfermidade, pois muitas vezes o paciente exibe sinais de um comportamento impróprio a sua queixa. Dessa forma a identificação do comportamento é importante no atendimento bem sucedido do paciente, cuja resposta ao tratamento pode ser frustrante e confundir o terapeuta.

[...] A dor aguda é também uma experiência psicológica interpretada dentro do contexto da experiência, ambiente e contexto cultural de cada um. O grau com que essas reações psicológicas à dor existem (ou seja, a duração e as respostas de adaptação psicológica à dor) diferenciam a dor aguda da dor crônica. Na presença de dor aguda, a remoção da causa física da dor elimina essas reações psicológicas à dor. O paciente é então capaz de retornar a um estilo de vida normal sem dificuldades. [...]


[...] Na sonolência, pode ser que os nervos e os centros encefálicos estejam diretamente estimulados por condições químicas no corpo Dor psicogênica Considera-se a existência da dor psicogência quando nenhum mecanismo nociceptivo ou neuropático pode ser identificado e há sintomas psicológicos suficientes para o estabelecimento de critérios psiquiátricos estabelecidos na classificação DSM-IV. Na prática, a dor psicogênica é diagnóstico de exclusão e de ocorrência muito rara. Muitos autores consideram-na virtual, uma vez que mesmo patologias puramente psiquiátricas são manifestações de alterações orgânicas e identificáveis, mesmo que somente bioquimicamente Regulação da dor É geralmente reconhecido que a percepção da dor pode ser influenciada por fatores tais como a ansiedade, os processos do pensamento, a experiência previa e a aplicação de ungüentos ou irritantes da pele. [...]


[...] Na realidade, a dor que se estende além do tempo de reparo do dano tissular pode durar menos de um mês ou até mais de seis meses. Embora a dor aguda gere mecanismos simpáticos de resposta, como a ansiedade, pacientes com dor crônica com freqüência apresentam menos respostas autonômicas. Ao contrário, esses pacientes apresentam uma preocupação aumentada com sintomas somáticos, relações interpessoais perturbadas e distúrbios do sono, apetite ou libido. A dor crônica não é uma entidade e sim um processo; seus componentes neurofisiológicos são às vezes um mistério. [...]

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