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Câncer da cavidade oral

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
65 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
165 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Definição
  2. Estruturas
  3. Taxas de cura
  4. Revestimento
  5. Epidemiologia
  6. Cofatores
  7. Estadios
  8. História natural
  9. Distribuição
  10. Hábitos
  11. Fisiopatologia
  12. Lesões associadas
  13. Aspectos histológicos
  14. Forma invasiva
  15. O típico
  16. Formas
  17. Caracteres
  18. Drenagem linfática
  19. O pescoço
  20. Abordagem diagnóstica
  21. Estadiamento
  22. Conduzindo
  23. Tratando
  24. Lembrar
  25. Lesões iniciais
  26. Lesões maiores
  27. Conclusão
  28. Bibliografia

DEFINIÇÃO ANTERIORMENTE: LÁBIOS POSTERIORMENTE: JUNÇÃO DO PALATO DURO x PALATO MOLE INFERIORMENTE:PAPILAS VALADAS ESTRUTURAS LÁBIOS LÍNGUA: DOIS TERÇOS ANTERIORES GENGIVAS ASSOALHO TRÍGONO RETROMOLAR PALATO DURO SULCO GENGIVOJULGAL TAXAS DE CURA ESTADIO I- 75 A 95% ESTADIO II-65 A 85% ESTADIO III-45 A 65% ESTADIO IV-10 A 35% REVESTIMENTO MUCOSA MALPIGHIANA GLÂNDULAS SALIVARES MENORES GLÂNDULAS MUCOSAS

[...] TRÍGONO RETROMOLAR PALATO DURO SULCO GENGIVOJULGAL TAXAS DE CURA ESTADIO 75 A 95% ESTADIO II-65 A 85% ESTADIO III-45 A 65% ESTADIO IV-10 A 35% REVESTIMENTO MUCOSA MALPIGHIANA GLÂNDULAS SALIVARES MENORES GLÂNDULAS MUCOSAS EPIDEMIOLOGIA 22000 NOVOS CASOS AO ANO 5000 MORTES AO ANO EM HOMENS- DOS TUMORES EM MULHERES- DOS TUMORES MAIORES DE 40 ANOS-95% MÉDIA- 60 ANOS COFATORES ETILISMO TABAGISMO RADIAÇÃO SOLAR HIGIENE PRÓTESES PAPILOMA HERPES TIPO I ESTADIOS ESTADIO 37% ESTADIO II- 36% ESTADIO III- 18% ESTADIO IV- História natural DISTRIBUIÇÃO LINGUA ASSOALHO DA BOCA GENGIVA LÁBIO TRÍGONO PALATO DURO HÁBITOS TABAGISTAS 75 A ETILISTAS SINERGISMO AMPLIA AS CHANCES DOSE-DEPENDENTE INTERRUPÇÃO- 5 ANOS NORMAL- 15 ANOS FISIOPATOLOGIA AGENTE AGRESSOR INDUZ O REVESTIMENTO MUCOSO A SE MULTIPLICAR, DE FORMA A SE PROTEGER DO MESMO,ESPESSANDO E EM ALGUM PONTO RESULTANDO EM REPLICAÇÃO CELULAR NÃO PADRÃO FISIOPATOLOGIA PERFIL GENÉTICO SEGUNDO PRIMÁRIO SINCRÔNICOS PULMÃO ESÔFAGO LESÕES ASSOCIADAS LEUCOPLASIAS LEUCOPLASIA VERRUCOSA ERITROPLASIA ASPECTOS HISTOLÓGICOS HIPERCERATOSE DISPLASIAS METAPLASIA(LEVE, MODERADA E GRAVE) FORMA INVASIVA ATRAVESSA A MEMBRANA BASAL ULCERADA EXOFÍTICA ENDOFÍTICA EXULCERAÇÃO O TÍPICO CARCINOMA ESPINOCELULAR CARCINOMA EPIDERMÓIDE 95% DOS CASOS ADENOCARCINOMAS LINFOMAS MELANOMAS SARCOMAS FORMAS CARCINOMA INTRA-EPITELIAL MEMBRANA BASAL INTACTA LEUCOPLASIA/ERITROPLASIA PROGNÓSTICO EXCELENTE SEM SEQUELA PREVENÇÃO/COFATORES CARACTERES BORDAS IRREGULARES INFILTRAÇÃO ADJACENTE SANGRAMENTO FÁCIL DOR ODOR LIMITAÇÃO DE MOVIMENTO DRENAGEM LINFÁTICA LEMBRAR DRENAGEM x SÍTIO PRIMÁRIO SUBMANDIBULAR TERÇO PROXIMAL VEIA JUGULAR INTERNA(ÁREA II) DRENAGEM CRUZADA SUBMENTO O PESCOÇO TRATAMENTO CONJUNTO A PARTIR DOS TUMORES T2 VARIA CONFORME A POSITIVIDADE OU NÃO DOS LINFONODOS N0- ESVAZIAMENTO SUPRAHOMOHIÓIDE OU RADIOTERAPIA COMPLEMENTAR PESCOÇO N0- COM LESÃO DE LINHA MÉDIA EM LÁBIO, ASSOALHO, LINGUA,GENGIVA: TRATAR O PESCOÇO BILATERALMENTE ESVAZIAR RADICALMENTE EXCESSÕES ABORDAGEM DIAGNÓSTICA EXAME FÍSICO(INSPEÇÃO E PALPAÇÃO) BIÓPSIA AVALIAÇÃO DO PESCOÇO ENDOSCOPIA:FOSSA NASAL ATÉ LARINGO-FARINGE EDA- T2 EM DIANTE RX DE TÓRAX ESTADIAMENTO DIMENSÃO DA LESÃO ?STATUS CERVICAL? PRESENÇA OU NÃO DE METÁSTASES CONDUZINDO T1 E T2- MONOTERAPIA T3 E T4- TERAPIA COMBINADA TRATANDO RADIOTERAPIA ISOLADA CIRURGIA ISOLADA CIRURGIA E RADIOTERAPIA COMPLEMENTAR RADIOTERAPIA PRÉ-CIRURGIA QUIMIOTERAPIA LEMBRAR PESCOÇO POSITIVO AO DIAGNÓSTICO INICIAL REDUZ EM 50% A SOBREVIDA EM CINCO ANOS A CHANCE DE DOENÇA OCULTA NO PESCOÇO MAIOR QUE 26% JUSTIFICA TRATÁ-LO SEMPRE(T2) T3- PODE CHEGAR A 40% A DOENÇA OCULTA LESÕES INICIAIS CIRURGIA POUCO EXTENSA DE 85 A 96% DE CURA NAS GRANDE SÉRIES SEQUELAS AUSENTES DIAGNÓSTICO PRECOCE DENTISTAS OTORRINOLARINGOLOGISTAS LESÕES MAIORES CIRURGIA EXTENSA RESSECÇÕES DE ESTRUTURAS AGREGADAS DISFUNÇÃO ESTÉTICA ALTERADA RECONSTRUÇÃO NO MESMO TEMPO CUSTO ELEVADO As taxas de cura e sobrevida permanecem as mesmas nos últimos 40 anos; A incidência vem aumentando devido ao aumento dos fatores predisponentes; Uma simples lesão bucal pode se transformar em uma neoplasia e portanto faz-se necessário que nós clínicos orientemos os pacientes a sempre nos mostrarem as lesões bucais; Dentista trata de Dente, médico trata do câncer ! [...]

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