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Câncer de colo uterino

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
16 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Revisão anatômica
  2. Aspectos epidemiológicos
    1. Fatores de risco para desenvolvimento do câncer de colo uterino
  3. Aspectos morfológicos
  4. Quadro clínico
  5. Métodos dignósticos
  6. Estadiamento
  7. Tratamento
  8. Abordagem de NIC e carcinoma de colo uterino na gravidez
  9. Prevenção

Mundialmente, o câncer de colo uterino é a terceira causa mais comum de câncer entre as mulheres ( o câncer de pele não melanoma está na segunda posição e o de mama em primeira). Em alguns países em desenvolvimento, é o câncer mais comum no sexo feminino. Aproximadamente 400 mil novos casos são diagnosticados por ano, com predomínio nos países em desenvolvimento( 80% dos casos).
Estima-se que em 1990 ocorreram 371.200 casos novos de câncer invasivo de colo uterino em todo o mundo, representando quase 10% de todas as neoplasias malignas no sexo feminino 1. Do total de casos de câncer cervical, 78% teriam ocorrido nos países em desenvolvimento.
Nos Estados Unidos, a mortalidade por câncer de colo uterino foi reduzida em 45% nos últimos 30 anos. A grande responsável por essa ocorrência foi a implantação de política de rastreamento, além do melhor conhecimento e da história natural da doença.
Os dados estatísticos disponíveis sobre mortalidade por câncer de colo uterino no Brasil nos últimos anos, demonstraram a importância do estudo, diagnóstico, tratamento e, principalmente prevenção desta patologia em nosso país.
No Brasil, estima-se que seja a quarta causa de morte por câncer em mulheres. Para o ano de 2005, as Estimativas da Incidência de Câncer no Brasil apontam a ocorrência de 20.690 novos casos de câncer do colo do útero.
A região norte, no ano de 2000, foi responsável por 292 dos 3953 óbitos que ocorreram no Brasil. È uma estatística alarmante.
Estima-se que para o ano e 2003 a neoplasia de colo uterino seja a mais freqüente no estado do Tocantins.No estado do Tocantins, em 2005, foram relatados 120 novos casos. Na cidade de Araguaína, entre os anos de 1999 e 2002, foram relatados 84 casos de câncer de colo uterino.

[...] Nos Estados Unidos, a mortalidade por câncer de colo uterino foi reduzida em 45% nos últimos 30 anos. A grande responsável por essa ocorrência foi a implantação de política de rastreamento, além do melhor conhecimento e da história natural da doença. Os dados estatísticos disponíveis sobre mortalidade por câncer de colo uterino no Brasil nos últimos anos, demonstraram a importância do estudo, diagnóstico, tratamento principalmente prevenção desta patologia em nosso país. No Brasil, estima-se que seja a quarta causa de morte por câncer em mulheres. [...]


[...] No caso de neoplasia recorrente: Radioterapia mais quimio ou esta isoladamente para aliviar os sintomas causados pela neoplasia ABORDAGEM DE NIC E CARCINOMA DE COLO UTERINO NA GRAVIDEZ: Se ocorrer associação de carcinoma do colo uterino e gravidez, a conduta a ser tomada suscita discussões, variando de acordo com a idade de gestação. Até vinte semanas de gravidez, trata-se o carcinoma por cirurgia ampla ou radioterapia, sem levar em conta o estado gravídico. Se a gravidez já completou vinte e oito semanas, pode-se aguardar a viabilidade fetal, faz-se a cesárea e depois trata-se o carcinoma. [...]


[...] Multiparidade Uma associação entre paridade ou número de nascidos vivos, e um risco aumentado para câncer de colo uterino tem sido descrito, apesar de um mecanismo exato dessa associação ser incerto, sugere-se que a imunossupressão ou as mudanças hormonais durante a gravidez aumentaria a suscetibilidade à infecção pelo HPV ou à sua capacidade oncogênica Evidencia-se, ainda, uma associação entre a neoplasia de colo uterino e a idade precoce do primeiro parto, além da associação entre o número de partos vaginais e a displasia de alto grau. [...]

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