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Câncer infantil

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
outros
Faculdade
UniFmu

Informações do trabalho

Moreira Protte S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
20 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Etiologia
  2. Definição
  3. Leucemia não-Linfóide Aguda (LNLA)
  4. Leucemia Mielóide Crônica (LMC)
  5. Pré-Leucemia
  6. Leucemia Linfóide Aguda (LLA)
  7. Tratamento e prognóstico
  8. Tratamento radioterápico
  9. Tratamento quimioterápico
  10. Transplante de medula óssea

Na medula óssea são encontradas células precursoras de elementos figurados do sangue: glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos de causa não conhecida que tem como principal característica o acúmulo dessas células na medula óssea.
Os principais sintomas dessa doença decorrem exatamente por causa desse acúmulo de células na medula, prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulo vermelhos, causando anemias, glóbulos brancos, causando infecções e plaquetas, causando hemorragias e manchas roxas.
Depois de instalada, a doença avança rapidamente, exigindo início de tratamento rápido.
Os dois tipos de leucemia mais freqüentes em crianças são a Leucemia Linfóide Aguda (LLA), ou Linfoblástica e a Leucemia não-Linfóide Aguda (LNLA), porém ainda existem outras que serão citadas no decorrer deste trabalho, contudo, será retratada com maiores detalhes a Leucemia Linfóide Aguda.
As manifestações clínicas das leucemias são secundárias à proliferação excessiva de células imaturas da linhagem branca que se infiltram pelos vários tecidos do organismo, como amígdalas, linfonodos, baço, rins, sistema nervoso central e outros.
A fadiga, palidez e anemia aparecem pela redução na produção dos eritrócitos pela medula óssea. Febre e infecções são causadas pela redução, imaturidade e insuficiência dos leucócitos e pela redução do número de granulócitos, sendo uma das principais complicações e causa de óbitos de crianças com leucemia. Outras manifestações clínicas são valores sangüíneos alterados, contagem de plaquetas baixa e aumento do nível sangüíneo do ácido úrico.
O diagnóstico é reforçado pelo exame físico, porém, o diagnóstico final baseia-se no exame de medula óssea.
O tratamento tem como objetivo destruir as células leucêmicas através da associação de medicamentos (poliquimioterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate à doença no sistema nervoso central. Para alguns casos é indicado o transplante de medula óssea.
O tratamento é feito em várias fases: a primeira tem a finalidade de atingir a remissão completa, ou seja, um estado aparente de normalidade que se obtém após a poliquimioterapia. Esse resultado é obtido entre 1 e 2 meses após o início do tratamento, quando os exames de medula óssea e sangue e exame físico não demonstram qualquer anormalidade. Nas fases seguintes, o tratamento também varia de acordo com o tipo de leucemia, podendo ou não, durar mais de 2 anos.

[...] Portanto, alquilam o DNA inibindo sua síntese. São ciclo e fase não específicos, atuando na fase S do ciclo celular Transplante de Medula Óssea O transplante de medula óssea (TMO) é uma modalidade terapêutica que visa o tratamento da doença com uso de altas doses de quimioterapia associada, em determinados casos, com a radioterapia corporal total. A reconstituição hematopoética do paciente é feita pela infusão de células- tronco colhidas da medula óssea ou do sangue periférico.[9] A indicação dessa modalidade é baseada no estado clínico do paciente e da evolução da doença. [...]


[...] Esse exame sempre deve ser complementado com observação das células através de testes citoquímicos e imunofenotipagem. (LORENZI, 2003) Mielograma Costuma revelar hipercelularidade acentuada, com substituição quase total das células normais por linfoblastos leucêmicos. Muitas vezes, a morfologia dessas células é mais marcada nos esfregaços de material medular, facilitando a classificação. (LORENZI, 2003) Reações Citoquímicas Auxiliam na diferenciação entre LMA e LLA. As reações de Sudan Black e a peroxidase são completamente negativas ou positivas em cerca de 3 a dos blastos leucêmicos. [...]


[...] O tratamento inclui a indução, onde é administrado a quimioterapia até que a medula óssea não mostre mais células cancerosas e tratamento profilático do sistema nervoso central. Após a indução é feita a consolidação e a manutenção, com quimioterapia sistêmica durante mais de dois anos, para que todas as células leucêmicas sejam destruídas.[8] O tempo transcorrido até a remissão varia muito. Crianças em que a medula óssea ou o sangue estão isentos de linfoblastos dentro de 5 a 14 dias, vevenciam remissões significativamente mais prolongadas e menor número de recidivas tardias do que as crianças que respondem com maior lentidão. [...]

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