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Características da parede gastrintestinal

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
75 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
73 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Ondas lentas
  2. Sistema nervoso entérico
  3. Propulsão e mistura de alimentos
  4. Ingestão de alimentos
  5. Mastigação
  6. Deglutição
  7. Fase faríngea da deglutição
  8. Controle nervoso da fase faríngea
  9. Fase esofágica da deglutição
  10. Função motoras do estômago
  11. Armazenamento no estômago
  12. Mistura e propulsão no estômago
  13. Esvaziamento no estômago
    1. Regulação do esvaziamento gástrico
  14. Movimentos do intestino delgado
    1. Movimentos propulsivos do intestino delgado
  15. Função da válvula ileocecal
  16. Função do cólon
  17. Movimentos do intestino grosso
  18. Haustração
  19. Defecação
    1. Reflexos de defecação
  20. Outros efeitos parasimpáticos
  21. Funções secretoras do trato alimentar
  22. Tipos de glândulas
  23. Estimulação das glândulas
  24. Secreção de substâncias orgânicas
    1. Secreção de águas e eletrócitos
    2. Secreção de saliva
    3. Secreção de íons na saliva
    4. Regulação nervosa da secreção salivar
    5. Secreção esofágica
  25. Secreção gástrica
  26. Secreção das glândulas oxínticas
  27. Secreção ácido clorídrico
  28. Regulação da secreção gástrica
  29. Estimulção da secreção gástrica ácida
  30. Estimulção da secreção gástrica da gastrina
  31. Regulação da secreção de pepsinogênio
  32. fases da secreção gástrica
  33. Secreção pancreática
    1. Enzimas digestivas pancreáticas
    2. Ativação enzimática
  34. Secreção de bicarbonato
  35. Regulação da secreção pancreática
  36. Pâncreas
  37. Secreção da bile pelo fígado
  38. Secreção bibliar
    1. Armazenamento na vesícula biliar
    2. Esvaziamento da vesícula
    3. Função dos sais biliares
  39. Circulação êntero - hepática dos sais biliares
  40. Formação de cáculos bibliares
  41. Secreção no intestino delgado
  42. Sucos digestivos intestinais
  43. Mecanismo de sercreção de líquidos
  44. Enzimas digestivas no delgado
  45. Regulação das secreções
  46. Secreção do intestino grosso
  47. Diarréia em resposta à irritação
  48. Bibliografia

PROPULSÃO E MISTURA DO ALIMENTO Tempo do alimento em cada segmento Mistura apropriada Controle: nervos autonômicos e hormonais INGESTÃO DO ALIMENTO Mastigação Deglutição MASTIGAÇÃO Inervação dos músculos: tronco cerebral hipotálamo amígdala córtex Reflexo mastigatório inibição pelo bolo alimentar contração como rebote Frutas e vegetais crus Aumenta área de superfície para enzimas Facilita transporte no TGI

[...] dos músculos: tronco cerebral hipotálamo amígdala córtex Reflexo mastigatório inibição pelo bolo alimentar contração como rebote MASTIGAÇÃO Frutas e vegetais crus Aumenta área de superfície para enzimas Facilita transporte no TGI DEGLUTIÇÃO Fase voluntária: pressão exercida pela língua Fase faríngea Fase esofágica FASE FARÍNGEA DA DEGLUTIÇÃO Áreas receptoras da deglutição palato mole para cima pregas palatofaríngeas cordas vocais aproximam-se e laringe é puxada relaxamento esfíncter faringoesofágico ondas peristálticas na faringe Menos de dois segundos CONTROLE NERVOSO DA FASE FARÍNGEA Fase inicial: trigêmeo e glossofaríngeo Fases sucessivas: centro da deglutição Ato reflexo iniciado pelo alimento na parte posterior da boca FASE ESOFÁGICA DA DEGLUTIÇÃO Peristaltismo primário: continuação do faríngeo Peristaltismo secundário: distensão alimento retido sistema nervoso mioentérico reflexos da faringe Relaxamento estômago: neurônios inibitórios mioentéricos relaxamento esfíncter gastroesofágico FUNÇÕES MOTORAS DO ESTÔMAGO Armazenamento Mistura com secreções gástricas Esvaziamento com velocidade adequada ARMAZENAMENTO NO ESTÔMAGO Situa-se mais próximo à região oral Reflexo vagovagal reduz tônus muscular MISTURA E PROPULSÃO NO ESTÔMAGO Glândulas gástricas: sucos digestivos Ondas constritoras peristálticas: ondas de mistura ondas lentas Anéis constritores peristálticos MISTURA E PROPULSÃO NO ESTÔMAGO Quimo: alimento e secreção gástrica Contrações de fome: indivíduos alto grau tônus gastrintestinal baixos níveis de glicemia dores de fome 12 a 24 hs ESVAZIAMENTO NO ESTÔMAGO Contrações peristálticas no antro contrações rítmicas fracas fortes constrições peristálticas pressão de 50 a 70 cm/H2O bomba pilórica Resistência no piloro músculo circular 50 a 100% maior tônus pilórico passagem água e líquidos grau constrição por sinais nervosos e humorais REGULAÇÃO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO Fatores gástricos volume do alimento (estiramento bomba pilórica inibição piloro) gastrina: secreção suco gástrico aumenta atividade bomba pilórica Fatores duodenais REGULAÇÃO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO Fatores duodenais efeito inibidor reflexos nervosos enterogástricos entérico, SNA e vago: inibe bomba pilórica aumenta tônus esfíncter pilórico Causas: grau distensão duodeno irritação mucosa acidez do quimo presença de proteínas Feedback hormonal do duodeno REGULAÇÃO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO Feedback hormonal do duodeno presença de gorduras estímulo hormonal que inibe bomba pilórica e excita esfíncter pilórico colecistocinina (substâncias gordurosas) secretina (acidez do quimo) MOVIMENTOS DO INTESTINO DELGADO Contrações de mistura estiramento da parede movimentos de segmentação frequência determinada pelas ondas lentas Movimentos propulsivos MOVIMENTOS PROPULSIVOS DO INTESTINO DELGADO Peristaltismo movimentos lentos 3 a 5 hs do piloro à válvula ileocecal controle: reflexo gastroentérico hormônios: estímulo (gastrina, cck, insulina, serotonina) inibição (secretina, glucagon) funções: propulsão espalhamento quimo sobre mucosa FUNÇÃO DA VÁLVULA ILEOCECAL Impedir fluxo retrógrado do conteúdo fecal Resistência ao esvaziamento facilita absorção Controle por feedback cecal: distensão e irritação FUNÇÕES DO CÓLON Absorção de água e eletrólitos para formação de fezes sólidas Armazenamento da matéria fecal até que possa ser expelida MOVIMENTOS DO INTESTINO GROSSO Movimentos de mistura haustrações exposição a superfície absorção de líquidos Movimentos propulsivos movimentos de massa - cólon transverso até o sigmóide: anel constritor contração como um todo - SNA DEFECAÇÃO Movimento de massa força fezes para o reto Constrição anal esfíncter interno (músculo liso circular) esfíncter externo (músculo voluntário estriado) REFLEXOS DE DEFECAÇÃO Intrínseco: distensão parede retal plexo mioentérico ondas peristálticas cólon descendente, sigmóide e reto esfíncter anal interno é relaxado Reflexo parassimpático REFLEXOS DE DEFECAÇÃO Reflexo parassimpático Intensificação das ondas peristálticas Relaxamento esfíncter anal interno OUTROS EFEITOS PARASSIMPÁTICO Inspiração profunda aumento pressão abdomen Contração músculo parede abdominal FUNÇÕES SECRETORAS DO TRATO ALIMENTAR Enzimas digestivas Glândulas mucosas: lubrificação e proteção resposta à presença de alimentos quantidade e tipo de alimento TIPOS DE GLÂNDULAS Glândulas mucosas unicelulares irritação epitelial muco lubrificante e protetor Células secretoras especializadas criptas de Lieberkühn no delgado Glândulas tubulares profundas: estômago e duodeno Glândulas complexas: salivares, pâncreas e fígado ESTIMULAÇÃO DAS GLÂNDULAS Contato do alimento com o epitélio Estímulo nervoso entérico Estimulação autonômica parassimpática: ativa simpática: ativa e vasoconstrição Hormônios: secreção suco gástrico, pancreático e vesícula biliar SECREÇÃO DE SUBSTÂNCIAS ORGÂNICAS SECREÇÃO DE ÁGUA E ELETRÓLITOS Estimulação nervosa basal causa transporte ativo de cloreto para o interior Deslocamento de sódio Força osmótica atrai água Aumento da pressão SECREÇÃO DA SALIVA Glândulas parótidas, submandibulares, sublinguais e bucais Dois tipos secreção protéica serosa (ptialina amido) mucosa (mucina lubrificação e proteção) SECREÇÃO DE ÍONS NA SALIVA REGULAÇÃO NERVOSA DA SECREÇÃO SALIVAR Regulação parassimpática Sinais nervosos superiores Suprimento sanguíneo SECREÇÃO ESOFÁGICA Mucóide Glândulas mucosas simples Glândulas mucosas compostas na parte gástrica SECREÇÃO GÁSTRICA Células secretoras de muco Glândulas oxínticas ou gástricas HCl, pepsinogênio, fator intrínseco e muco Glândulas pilóricas: muco, pepsinogênio e gastrina SECREÇÃO DAS GLÂNDULAS OXÍNTICAS SECREÇÃO ÁCIDO CLORÍDRICO REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA Glândulas gástricas: acetilcolina: pepsinogênio, HCl e muco gastrina e histamina: HCl ESTIMULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA ÁCIDA Células parietais Sinais: endócrinos nervosos células enterocromafins (histamina gastrina) ESTIMULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA PELA GASTRINA Carne ou alimentos protéicos na extremidade antral Estímulo sobre células de gastrina nas glândulas pilóricas Gastrina atua nas células cromafinas liberando histamina Secreção de HCl REGULAÇÃO DA SECREÇÃO DE PEPSINOGÊNIO Estimulação das células pépticas pela acetilcolina Resposta à presença de ácido FASES DA SECREÇÃO GÁSTRICA SECREÇÃO PANCREÁTICA Enzimas secretadas pelos ácinos Solução de bicarbonato pelos dúctulos Desembocam no duodeno Presença de quimo nas porções superiores do delgado ENZIMAS DIGESTIVAS PANCREÁTICAS Digerem proteínas, carboidratos e gorduras Íons bicarbonato neutralizam quimo ácido Protéicas: tripsina e quimotripsina (peptídios) carboxipolipeptidase (aminoácidos) Carboidratos: amilase (amido, glicogênio) Gorduras: lipase, colesterol-esterase e fosfolipase ATIVAÇÃO ENZIMÁTICA Tripsinogênio ativado por enteroquinase Quimotripsinogênio e procarboxipeptidase por tripsina Ativadas no lúmen intestinal Inibidor de tripsina SECREÇÃO DE BICARBONATO SECREÇÕES PELO PÂNCREAS REGULAÇÃO DA SECREÇÃO PANCREÁTICA PÂNCREAS Secretina liberada: pH 4,5 a 5,0 HCl + NaHCO3 NaCl + H2CO3 pH duodenal apropriado: ideal ação enzimas proteção SECREÇÃO DA BILE PELO FÍGADO Ácidos biliares: - digestão e absorção de gorduras emulsificam partículas gordurosas absorção gordura digerida - excreção produtos degradação do sangue bilirrubina, colesterol SECREÇÃO BILIAR Secreção pelos hepatócitos (ácidos biliares) Ductos biliares terminais secretina estimula bicarbonato e Na Ducto hepático e colédoco ARMAZENAMENTO NA VESÍCULA BILIAR Armazenamento até necessidade pelo duodeno Concentração dos constituintes por absorção pela mucosa ESVAZIAMENTO DA VESÍCULA Presença de gordura no duodeno Contração da parede vesicular colecistocinina vago sistema entérico Relaxamento do esfíncter de Oddi ESVAZIAMENTO DA VESÍCULA FUNÇÃO DOS SAIS BILIARES Precursor: colesterol (dieta ou metabólico) Funções: ação detergente ou emulsificação desintegra a gordura absorção: ácidos graxos monoglicerídeos colesterol formação de micelas solúveis CIRCULAÇÃO ÊNTERO-HEPÁTICA DOS SAIS BILIARES 94% são reabsorvidos no intestino delgado Difusão no duodeno e transporte ativo no íleo Penetram no sangue porta Retornam ao fígado FORMAÇÃO DE CÁLCULOS BILIARES SECREÇÕES NO INTESTINO DELGADO Glândulas de Brunner próximas papila de Vater secreção de muco alcalino estímulos táteis estímulo vagal hormônios gastrintestinais (secretina) proteção contra suco gástrico inibidas pelo simpático - úlceras SUCOS DIGESTIVOS INTESTINAIS Criptas de Lieberkühn Secreção de muco, água e eletrólitos Veículo aquoso para absorção de substâncias do quimo MECANISMOS DE SECREÇÃO DE LÍQUIDOS Secreção ativa de cloreto e bicarbonato Transporte passivo de sódio Movimento osmótico de água ENZIMAS DIGESTIVAS NO DELGADO Peptidases Dissacaridases: sacarase, maltase, isomaltase e lactase Lipase intestinal rápido crescimento das células epiteliais REGULAÇÃO DAS SECREÇÕES Estímulos locais: táteis e irritativos atividade nervosa do entérico presença de quimo Regulação hormonal: secretina colecistocinina SECREÇÃO DO INTESTINO GROSSO Criptas de Lieberkühn: só secretam muco Estímulo: tátil reflexos nervosos locais parassimpático Funções do muco: proteção da parede (mecânica e ácidos) mantém substância fecal [...]

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