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Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Data de Publicação
22/01/2007
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
33 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Chiado no peito

  1. Introdução
  2. Anatomia
  3. Sonoridade respiratória
  4. Identificando a sibilância
  5. Causas de sibilância
  6. Recorrência das crises
  7. Laringotraqueobronquites
  8. Bronquiolite
  9. Bronquite
  10. Tratamento do Chiador
    1. Medidas dietéticas
    2. Decúbito
    3. Fluidificação da secreção
    4. Broncodilatadores
    5. Corticóides
  11. Tratamento específico
    1. Laringotraqueobronquite
    2. Bronquiolite
  12. Conclusão
  13. Bibliografia

"Chiado no peito" é uma queixa muito freqüente; 20 a 30% das crianças apresentam pelo menos 1 episódio no 1º ano de vida e 40% até os 3 anos de idade; Nem todas as crianças que apresentam chiado têm asma; Muitas doenças podem cursar com sibilância, com tratamentos e prognósticos distintos; "Chiado" é o som gerado pelo fluxo de ar turbulento através das vias aéreas estreitadas; Este estreitamento pode ser localizado ou difuso, em via aéreas maiores e/ou menores e pode ser causado por vários mecanismos; Se o estreitamento se localiza em vias aéreas extratorácicas, o som gerado é inspiratório e chamado de estridor; Se é intratorácico e expiratório, é chamado de sibilo; Roncos e estertores são sons gerados pela mobilização de secreções;

[...] Deixar a criança nesse ambiente por 10 a 15 minutos, realizando, depois, a tapotagem ou drenagem postural; Tratamento do Chiador Broncodilatadores: Nas crises: Usar broncodilatadores Drogas de escolha: ß2-agonistas de curta duração O brometo de ipratrópio deve ser adicionado aos ß2-agonistas só se tiver algum benefício; A aminofilina não é droga de escolha (dose tóxica próxima da terapêutica) só usar em hospitalizados Tratamento do Chiador Broncodilatadores: Via inalatória (preferencialmente por menores efeitos sistêmicos, maior eficácia e menores doses); A nebulização deve ser realizada com a criança sem chupeta e com a máscara diretamente na face; Há opção de se realizar inaloterapia com inaladores pressurizados ("bombinhas"), com ou sem espaçadores; Espaçadores indisponível na maior parte do SUS, alto custo e a técnica é mais complexa do que a da nebulização; Quando não estiver disponível a via inalatória, indica-se tratamento com broncodilatadores por via oral; Tratamento do Chiador Corticóides: Usar nas crises moderadas a graves, que não respondem aos broncodilatadores ( usar 1ª escolha: Prednisona (comp) ou a prednisolona (solução), na dose de 1 a 2 mg/kg/dia, até um máximo de 60 mg/dia; A dexametasona e a betametasona devem ser evitadas, pois provocam mais efeitos colaterais; É melhor a mãe diluir o comprimido de prednisona do que utilizar a dexametasona solução; Tratamento do Chiador Corticóides: Retirada abrupta se foi utilizado por até 7 a 10 dias, caso o contrário fazer desmane Os sistêmicos devem ser empregados o menor tempo possível, devido aos riscos de efeitos colaterais; Estudos tem demonstrado que o início precoce de drogas antiinflamatórias têm melhorado o prognóstico de lactentes que apresentam quadro perene ou muito frequente; Portanto crianças com sibilância prolongada, com crises muito freqüentes ou com período intercrítico sintomático, mesmo que ainda não tenham o diagnóstico de asma, tem-se indicado o uso de drogas com propriedades antiinflamatórias: Corticóides inalatórios, cromoglicato de sódio ou cetotifeno Tratamento específico Laringotraqueobronquite Inicia-se com a avaliação do grau de obstrução das vias aéreas. [...]


[...] Conclusão O chiado no peito é uma queixa comum dos pais, entretanto a maior parte possui na verdade roncos e estridores; Inúmeras são as causas de sibilância sendo as mais comuns no nosso meio: Infecções respiratórias, asma e síndromes obstrutivas. Toda a criança que apresentar sinais de alerta, como alteração do nível de consciência (agitação, letargia, sonolência), cianose, episódios de apnéia, taquipnéia importante, dispnéia e dificuldade para se alimentar, deve ser encaminhada para serviço de urgência o mais breve possível. [...]

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