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Cirurgia: formação e ética

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
64 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
95 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Os mestres cirurgiões
  3. A formação do cirurgião geral no passado
  4. A cirurgia na graduação médica atual
  5. Responsabilidade da escola médica
  6. A inversão de valores
  7. Etapas a serem seguidas
  8. Residência em cirurgia geral
  9. O papel do cirurgião geral
  10. O cirurgião e o trauma
  11. Transferência responsável
  12. Como formar um cirurgião geral
  13. A clínica - cirúrgica
  14. Ètica médica e cirurgica
  15. Penalidades éticas
  16. Considerações sobre ética médica
  17. Situações especiais
  18. Atualização médica
  19. Modernidade e técnicas novas
  20. Sigilo profissional
  21. Danos culposos
  22. Notificação de riscos
  23. Capacidade de existir
  24. Iatrogênias
  25. Abandono de paciente
  26. Omissão de socorro
  27. A omissão de socorro e o médico
  28. Eutanásia
  29. Considerações finais
  30. Bibliografia

Nossa realidade mostra a tendência do cirurgião superepecializado. Mas muitos destes superespecialistas não passaram por uma formação sólida em cirurgia geral. Porém o verdadeiro cirurgião geral é aquele capaz de realizar pequenos procedimentos cirúrgicos, cirurgias abdominais e até mesmo toracotomias, sem ter que necessariamente, se ?escorar?, comodamente, nos especialistas. Ao contrário dos grandes centros, nas pequenas comunidades, é o cirurgião geral, muitas vezes o único a se expôs como responsável por operar um paciente, seja qual for a doença.

[...] Porém o verdadeiro cirurgião geral é aquele capaz de realizar pequenos procedimentos cirúrgicos, cirurgias abdominais e até mesmo toracotomias, sem ter que necessariamente, se comodamente, nos especialistas. OS MESTRES CIRURGIÕES Possuíam como prioridade os alunos. Não tinham ?carga horária? e nem mesmo titulação acadêmica. Viviam para ensinar. Pesquisavam, pois um verdadeiro pesquisa. Inúmeros nomes poderiam ser citados, mas todos possuíam a mesma característica: eram verdadeiros médicos. Íntegros, honestos e éticos. Enfatizavam ainda a relação médico-paciente-família. A FORMAÇÃO DO CIRURGIÃO GERAL NO PASSADO Com raras exceções, não existia antes da década de 60, a estrutura de ?residência médica? em Cirurgia Geral, controlada pelo MEC. [...]


[...] Há um descasso total para com a atividade docente e exagerada valorização para a titulação acadêmica. Os hospitais ditos universitários passaram a se reger pelas regras do SUS, nem sempre as mais adequadas para o ensino Hospital das Clínicas da UFMG atualmente posui apenas 30% de professores em seu corpo clínico). Existem passos que devem ser obrigatoriamente seguidos, a fim de se formar um médico. ETAPAS A SEREM SEGUIDAS Existe uma seqüência de ensino e aprendizado, seja na cirurgia bem como outro em outra área, com etapas bem definidas, que não podem ser suprimidas. [...]

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