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Conduta prática nas epilepsias

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
39 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
115 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Aspectos gerais
  2. Alguns tipos clínicos de crise epiléptica parcial merecem citação especial
  3. Aspectos Particulares
    1. Fatores desencadeantes
    2. Epilepsias e gravidez
    3. Diagnóstico diferencial
    4. Tratamento ambulatorial
    5. Tratamento de urgência

A) Aspectos Gerais Qualquer conduta prática para ser efetiva deve estar baseada num diagnóstico preciso, e isto é de especial importância nas epilepsias, que devem ser diferenciadas de outras manifestações paroxísticas não-epilépticas, como as lipotimias e síncopes, crises de perda de fôlego, enxaqueca, narcolepsia-cataplexia etc. Entendemos por convulsão uma manifestação epiléptica que se caracteriza por contrações musculares tônicas, clônicas, tônico-clônicas e mioclônicas que são a expressão de uma crise epiléptica generalizada ou de uma crise epiléptica parcial, com generalização subseqüente. As convulsões como expressão de uma epilepsia generalizada correspondem ao classicamente chamado ?grand mal?.

[...] Tratamento de Urgência (Estado de Mal Epilético) O médico trabalhando num pronto-socorro pode encontrar pacientes tendo crises convulsivas, única ou múltiplas nas últimas horas. Além de procurar diagnosticar uma patologia atual, uma meningite, um trauma de crânio, um distúrbio metabólico grave, intoxicação exógena, que seja responsável pela crise e que necessite do tratamento adequado, ele deve considerar em pacientes crônicos a falta de ingestão e as alterações farmacocinéticas (absorção, distribuição, metabolismo e excreção dos medicamentos). Visando atingir níveis terapêuticos o mais rapidamente possível, o paciente deve receber a injeção de uma ampola de 200 mg de fenobarbital, IM, e não voltando a se repetir as crises, após um período de observação, o paciente será liberado com o tratamento habitual. [...]


[...] Epilepsias e gravidez: a gravidez pode agir de forma favorável ou desfavorável sobre as epilepsias. Algumas mulheres têm suas crises diminuídas na freqüência e intensidade e outras têm uma intensa exacerbação dos sintomas. Isto tem sido atribuído às variações hormonais (principalmente ao nível de estrógenos), à hemodiluição e retenção hídrica, e às alterações do metabolismo hepático, com modificações dos níveis plasmáticos das drogas. Do ponto de vista medicamentoso considera-se que embora haja um aumento do risco de malformações congênitas fetais, não deve ser interrompido o tratamento farmacológico, que de preferência será feito em monoterapia com fenobarbital. [...]

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