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Degeneração macular da retina: diagnóstico precoce

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
20 páginas
Nível
Especializado
Consultado
86 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Degeneração macular da retina: diagnóstico precoce

O presente estudo tem por objetivos descrever sucintamente a anatomia e histologia aplicada da retina. A partir desse conhecimento, pretende-se descrever todos os aspectos de uma patologia muito comum, a degeneração macular relacionada com a idade.
Com a descrição da etiologia, patogenia, alterações morfológicas e manifestações clinicas, pode-se melhor compreender o modo como se realiza o diagnóstico da degeneração macular relacionado à idade, objetivo fundamental desse trabalho.
Na confecção deste trabalho foram utilizados artigos científicos recentes, ou seja, principalmente de 2000 a 2005, que demonstram todos os aspectos etiológicos, patogenéticos, manifestações clinicas, alterações morfológicas e principalmente artigos que enfocam o diagnóstico dessa patologia. Além disso, foram consultados livros de grande renome para a pesquisa básica sobre o tema e alguns sites dos quais foram obtidas imagens e informações simples.
A retina é um tecido na parte posterior do olho que é formada por uma estrutura extremamente complexa que contém milhões de células(2). Ela é responsável pela formação da imagem. A mácula é uma área oval no pólo posterior medindo cerca de 5mm de diâmetro(1), que é a parte central da retina(2). No interior da mácula tem-se a fóvea, a fovéola e a zona foveal avascular(1).
A fóvea é um área central muito pequena dentro da mácula, responsável pela uma visão "afiada", a visão de detalhes. Assim, caso uma parte da mácula seja acometida de uma doença qualquer, ficando a região foveal intacta, a visão pode ainda ser boa(2). Quando os raios luminosos penetram no olho, eles primeiramente atravessam as estruturas transparentes, a córnea, o cristalino e o vítreo. Esses raios são focalizados na fóvea. A fóvea é diferente do restante da retina, uma vez que contém alta concentração de células fotorreceptoras.
Outra referencia anatómo-histológica muito importantes para a compreensão da degeneração macular é o epitélio pigmentar da retina que fica sob a retina sensorial. Entre esses existe um espaço potencial chamado espaço sub-retiniano. Tem-se ainda a membrana de Bruch, que separa o epitélio pigmentar da retina da coriocapilar (camada mais interna da vasculatura da coróide). Alterações nessa tem importante papel nas doenças maculares(1).

[...] A forma seca, atrófica, geográfica ou não-neovascular, caracterizada pela presença de área atrófica, de contornos geográficos na área macular, onde se observam os grandes vasos da coróide e ausência de membrana neovascular coroidal (MNVC), ocorre na grande maioria dos casos de degeneração macular relacionada à idade e apresenta uma evolução lenta(2). A perda visual é devida à danificação dos fotorreceptores por atrofia do EPR(epitélio pigmentar da retina) e coriocapilares, de quem eles são metabolicamente dependentes. A DMRI seca, muito raramente, torna-se exsudativa, mas qualquer sintoma sugestivo deve ser avaliado. [...]


[...] A anatomia básica da retina foi descrita, inclusive através de figuras, que ofereceram a base teórica para compreensão da degeneração macular relacionada à idade. A etiologia é multifatoria, como já citado anteriomente, mas nota-se risco maior em pacientes idosos, portadores de drusas, hipertensos e tabagistas. As alterações morfológicas incluem a alteração na pigmentação da retina, neovascularização da coróide, hemorragia sub-retinal, fibrose e no caso mais comum e brando a atrofia geográfica. As manifestações clinicas de acordo com a evolução da lesão são quadros assintomático, o borramento da imagem, os escotomas, a perda dos campos visuais centrais e até a cegueira irreversível. [...]


[...] A extensão da hemorragia macular e do exsudato mostraram também correlações significativas com algumas das medidas clínicas da visão, enquanto que a pigmentação macular não teve nenhuma correlação significativa com algumas das medidas clínicas(7). Contudo, a área total de fluorescência anormal foi o melhor parâmetro para predizer a função visual, porque foi altamente significativa a relação entre esse fato e as medidas clínicas(7). Para identificar a DMRI, no passado foi muito estudado o estereoscópio 30º slide filme fotografia. Por isso, esse é o método padrão para comparação dos outros métodos de imagem. [...]

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