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Erisipela

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
29 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Quadro clínico
  3. Outras infecções pelo Estrepto A
  4. Diagnóstico
  5. Diagnóstico diferencial
  6. Tratamento
  7. Conclusão
  8. Bibliografia

Trata-se de infecção de pele e tecido subcutâneo com envolvimento dos linfáticos; O estreptococo do grupo A de Lancefield é o agente causal da infecção; Incide em todas as faixas etárias, porém mais em crianças e idosos, não havendo diferença quanto ao sexo; As portas de entrada são: Úlceras de pele; Micoses superficiais (principalmente no pé na região interdigital); Traumas Incisões cirúrgicas Nasofaringe (erisipela de face) Em recém-nascidos (coto umbilical); Alguns fatores predispõem à infecção, como estase venosa, diabetes mellitus, paraparesia e obstrução linfática.

[...] Quadro clínico O início do quadro é abrupto; Sintomas sistêmicos podem estar presentes; A bacteremia é descrita em dos casos; Em alguns pacientes é possível identificar exatamente o horário do início do quadro (febre, calafrios e sensação de mal-estar); Quadro clínico Os membros inferiores e a face são locais mais atingidos; As lesões iniciais são de cor vermelha brilhante com bordas demarcadas, dolorosas, edema local e calor; O paciente apresenta-se habitualmente febril, - com calafrios; Após, surgem vesículas e bolhas que ao se romperem formam crostas; Durante a evolução, as áreas centrais apresentam coloração mais clara e a pele deve retornar o aspecto normal porém, com pigmentação residual escura; Quadro clínico Ocorre adenite satélite à região comprometida, nos membros inferiores, classicamente na região crural; A erisipela, geralmente, se restringe primariamente aos linfáticos e à derma, porém, ocasionalmente, as lesões se estendem, causando celulite, abscessos e fasceíte necrotizante; Quando precoce e adequadamente diagnosticada e tratada, o óbito é raro; A precocidade do tratamento é fundamental, em crianças, idosos e indivíduos debilitados ou imunocomprometidos; Outras infecções pelo Estrepto A Recentemente, têm sido descritos casos graves de infecção de tecidos moles acompanhados de septicemia causados pelo estreptococos do grupo A celulite e a fasceíte, com extensas lesões necróticas foram achados comuns; A maioria dos pacientes desenvolveram uma síndrome semelhante à do choque tóxico e a síndrome da angústia respiratória; A letalidade foi elevada nestes casos e por isso diversos artigos designaram o estreptococo de ?bactéria assassina?; Alguns casos estão relacionados com infecções hospitalares, principalmente pós-cirurgias ginecológicas; Diagnóstico O diagnóstico é clínico; A recuperação do estreptococo do grupo A a partir da pele lesada não é comum, exceto na erisipela complicada quando o microrganismo é cultivado em 30% dos casos; A colonização das lesões por estafilococos é comum e muitas vezes dirige a atenção do clínico para uma falsa etiologia da doença; A hemocultura deve ser colhida antes do início do tratamento; A doença cursa com leucocitose e desvio à esquerda, sem outras importantes alterações laboratoriais; Diagnóstico diferencial O diagnóstico diferencial é realizado com alguns quadros infecciosos e não-infecciosos: Celulites (causada pelo S. [...]

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