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Exame da força muscular

Informações sobre o autor

Técnica em reabilitação - docente de ensino superior
Nível
Especializado
Estudo seguido
Fisioterapi...

Informações do trabalho

Ana Lucia C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Avaliando a Função
    1. Avaliação Quantitativa da Força
    2. Exame Muscular de Rotina
  2. Proposta de protocolo de avaliação da força muscular
    1. Tipos de fraqueza muscular
  3. Tônus muscular
  4. Conclusão
  5. Bibliografia

A habilidade de funcionar normalmente depende da habilidade do paciente em responder às demandas do meio ambiente e às suas necessidades, com rapidez, eficácia e de maneira efetiva. Para assim fazer, ele deve ser capaz de receber e processar as informações sensoriais, e ser capaz de reagir a esta informação produzindo movimentos bem coordenados. A habilidade de atingir este estado depende da disponibilidade de um sistema nervoso saudável e maduro e de músculos saudáveis trabalhando sobre articulações móveis isentas de dor. Lesões nos músculos ou articulações, irão inevitavelmente levar ao prejuízo da função, seja pela produção de movimentos anormais e possivelmente pouco econômicos ou pela perda total da habilidade funcional. Assim, a avaliação da função deve incluir não só o fato do paciente poder atingir uma função, mas sim, como ele faz. A qualidade da atividade funcional, assim como o cumprimento da função, é importante. (Downie,1988)

[...] O pedido para que o paciente aperte os dedos do examinador é muitas vezes seguido de um ?desvio do esforço? quando os músculos da face, ombro e braço se contraem, mas os dedos permanecem flácidos e imóveis. A expressão facial e o trancar da respiração podem ser bastante característicos. Em casos extremos, quando o paciente está na cama, o pedido para que eleve uma perna é seguido de um ritual preliminar no qual ele respira fundo, tranca a respiração, aperta o colchão com suas mãos e parece fazer um grande esforço até que finalmente colapsa ofegante e exausto. [...]


[...] Sendo assim o tratamento fisioterápico tem como objetivos: - a inibição da atividade reflexa patológica para normalizar o tônus muscular e facilitar o movimento mais funcional; - evitar padrões de movimento e posturas relacionadas aos mecanismos reflexos liberados e que sejam inadequados; - estimular movimentos funcionais para o paciente; - evitar a instalação de contraturas e deformidades, e por isso a importância da mobilização articular, alongamentos, bem como a utilização de talas e/ou splints quando necessário. É sempre importante lembrar que, a espasticidade - hipertonia muscular, é dependente da velocidade, de maneira que quanto mais rápido se move um membro, maior resistência obtida com a contração muscular reflexa. [...]


[...] Fraqueza histérica Movimentos são afetados, ao invés de músculos individuais, mais comumente envolvendo tanto a flexão quanto extensão de uma mesma articulação. O objetivo do exame deve ser, portanto, identificar a distribuição da paralisia, os músculos afetados e descobrir se o paciente realiza movimentos que envolvem esses músculos de forma não óbvia. Além disso, os antagonistas dos músculos sendo testados se contraem simultaneamente, produzindo tremor. No exame dos extensores do pulso pode ser possível sentir a contração dos flexores ao se segurar o antebraço. [...]

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